Declaração homofóbica do Ministro da Educação, pode espelhar uma “ideologia de governo”.

Sua melhor postura é o silêncio…

A gestão do atual presidente Bolsonaro, apesar de se posicionar  bem na última pesquisa de opinião pública, com crescimento expressivo no Nordeste, talvez pelos numerários do auxilio emergencial devido a pandemia, e até promessas de criação de um novo programa social que elevaria os valores hoje pagos!… No entanto, o conturbado governo “bolsonarista” vive nos últimos meses a entrada e saída de ministros, só na educação temos o terceiro, este último Milton Ribeiro, causou revolta dentro e fora das redes sociais, quando em entrevista ao Estadão, nesta quinta 24,  o ministro atribuiu o homossexualismo à ‘famílias desajustadas’:  “Acho que o adolescente que muitas vezes opta por andar no caminho do homossexualismo (sic) têm um contexto familiar muito próximo, basta fazer uma pesquisa. São famílias desajustadas, algumas”. Estas foram suas palavras segundo entrevista que foi mal repercutida em todas os meios de mídia do Brasil, e certamente no exterior.

O governo brasileiro “imprimiu” uma visão pessoa do seu mandatário maior nas políticas públicas de estado, a visão muitas das vezes homofóbicas, racistas, machistas e com todo recheio de preconceito, são típicos de governos ditatoriais, o que para uma jovem democracia como a do Brasil é um risco!

A declaração infeliz do ministro deve gerar representação formal de várias entidades ao STF (Supremo Tribunal Federal), tanto da esquerda, quanto  dos seus… Se estamos numa democracia, onde a liberdade de expressão deve ser um pilar desta, não confere a governos se valer dela na tentativa de tornar o Estado brasileiro simpático as suas ideologias pessoais.


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