A “desnecessidade” das campanhas “tradicionais”: carro de som, carreata, comício… Todos ganham com isso.

Aloysio (25), Amelinho (13), Elismar (55)…

A pandemia do Coronavirus é um marco na história da humanidade contemporânea, visto que a última que deixou mais de 50 milhões de mortes (na literatura há quem diga até 100 milhões), a Gripe Espanhola em 1918, um século depois, nos deparamos com uma situação onde a ciência se encontra em outra patamar, bem como a velocidade de transmissão e das informações, o que levou esta ultima pandemia ser menos letal que a anterior… O que aprendemos é que “sem a pandemia” tínhamos hábitos “desnecessários”, uma amostra são os “rituais” das campanhas eleitorais. Sem carro de som, carreata, comício, a campanha eleitoral aos cargos municipais, estão transcorrendo normalmente, sem os “exageros”  em ações que mais atrapalham e aborrecem  o eleitor do que o conquista, além disso, baixa o custo para os postulantes a estes cargos  ou seja, na verdade, baixa o custo para toda a sociedade, visto que, quem paga a conta das campanhas eleitorais é o povo.

No nosso caso doméstico, onde o TRE decretou a partir de hoje a proibição de vários eventos, tomando como precaução o elevado número de contaminação  causadas pelas atividade das campanhas eleitorais, muitas destas irresponsáveis e em desacordo com os protocolos de segurança contra o Coroanvirus, há cidades na Bahia, onde o aumento de casos teve um aumento significativo, além do número de mortes, estas irreparáveis…

No caso de Macaúbas, é visível o aumento de casos, hoje, temos 16 casos ativos, e é possível que estejamos num “estágio de transmissão comunitária”, ninguém sabe de quem pegou! O que representa o pior momento de uma pandemia, a falta da rastreabilidade dos contaminantes… Ou seja, todo mundo é suspeito!

 

 


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