Comércio de Macaúbas continuará fechado. Mas pessoas continuam circulando nas ruas… Na contramão do que se edita e se ver!

Segundo o Decreto Publicado nesta segunda feira, 06 – O prefeito Amélico Costa Jr, em consenso com os demais prefeitos da Bacia do Paramirim, resolvem prorrogar o Decreto de cada município, o qual mantem os comércios fechados em medida ao controle de circulação de pessoas. Ficam abertos apenas os estabelecimentos essenciais, como os de gêneros alimentícios, medicamentos, postos de combustíveis entre outros.

Macaúbas ainda não tem nenhum caso confirmado, apenas segue 08 pessoas em isolamento domiciliar, há quem acredite que já exista casos, mas não há como atestar clinicamente, é necessário um exame laboratorial, o qual quando sair, as pessoas já estarão curadas…

Abaixo uma imagem da Rua Rui Barbosa em Macaúbas (Praça da Feira), imagem essa do perfil do comunicador Jovane Sales, mostra a contradição de fechar o comércio e as pessoas continuam circulando, não dá para entender isso…

Macaúbas (foto a partir do perfil de Jovane Sales) 06/04

No entanto, cidades como Vitória da Conquista que já tem casos confirmados, fez uma estratégia de rodízio, devido a pressão das entidades que representam o comercio, consegui junto ao prefeito abrir o comercio em forma de rodízio, media esta que poderia ser adota em Macaúbas, INDEPENDENTEMENTE  da decisão dos demais municípios da região, visto que Macaúbas é uma cidade independente e nem sempre deve agir em colegiado, exemplo maior foi no caso das policlínicas, em situação de pactuação e outros pontos.

O comércio pode abrir e tomar as medidas de proteção coletiva e individual, o que falta é mais engamento do comércio e pressão sobre o poder público local. Justifica-se isso, pelo movimento que a cidade tem, há centenas de pessoas na rua e o comércio fechado, gente indo aos bancos, casa lotéricas, mercados, que diferença faz?

Essa pandemia irá deixar mais sequelas sociais do que se imagina mas aprendizagem muito pouca, após seu controle a “selva” volta ao “normal”

Veja decreto:


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