Com “zero” caso oficial, Macaúbas cobre 82,04% de sua população com vacina contra Covid-19

 

Fonte: Secretaria da Saúde da Bahia – SESAB (Atualizada em 24/04/2022 às 16h00)

 

A fonte da informação é da Secretaria Estadual de Saúde do Estado da Bahia, através do seu portal de acompanhamento vacinal contra a Covid-19, dados estes atualizados na última sexta feira, 24. Segundo as informações 82,04% da população de Macaúbas foi vacinada com duas doses ou dose única. A Secretaria de Saúde local, diariamente divulga nos “storys”  (tipo de publicação que perdura por 24h) de suas redes sociais, os boletins diários, no último, deste domingo 25 – não constavam contaminados oficialmente, estado este boletim “zerado”, e o registro de 3.082 casos. Para efeito histórico e de consulta, a forma e meio adotados pela Prefeitura de Macaúbas em divulgar os boletins diários dificulta a sua consulta, visto que eles permanecem acessíveis apenas por 24h – o que é um desserviço a comunidade.

 Esta boa nova (pelo menos na área oficial, visto que é possível ter ai algum contaminado perambulando por ai), é um alento para que se possa realizar com o mínimo de segurança os festejos juninos tão esperados tanto para o povo como para o comércio, que é um “gás” indispensável para manter a roda da economia girando.

Algumas cidades da região optaram por não realizar as festas, não apenas por precaução ao Covid-19, mas algumas prefeituras, a exemplo de Boquira, alegou falta de dinheiro. Sabe-se que o Governo do Estado deverá dispensar recursos para 145 municípios que apresentarem projetos para os festejos juninos, informações de bastidores dão conta que Macaúbas deverá pleitear tais recursos, para isso deverá apresentar em tempo hábil um projeto.

Com este aparente e notório controle da epidemia, pelo menos no Brasil e em alguns países, quebrou-se a ideia que iríamos viver uma “vida diferente” após a epidemia. Quem defendia esta tese, se encanou profundamente, visto que mal ela saiu, a vida volta ao “normal” e sem a esquisitice do “novo normal”, termos de “mídia” medianamente “desaculturada” !


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