CENTENÁRIO DE VINÍCIUS É LEMBRADO EM PROJETOS CULTURAIS ESTUDANTIS.

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Um conjunto de atividades fazem parte dos Projetos Estruturantes de 2013, promovido pela Secretaria da Educação, através das Diretorias Regionais da Educação (Direc).

A Direc-23, deverá promover diversos eventos que fazem parte do Projeto de 2013, que comemora o centenário do poeta Vinícius de Moraes, se vivo estivesse.

Vinícius de Moraes, nascido Marcus Vinicius de Moraes (Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 — Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980) foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro.
Poeta essencialmente lírico, o que lhe renderia a alcunha “poetinha”, que lhe teria atribuído Tom Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador.

Veja a programação deste ano:

PROVE

Mostra de vídeo do PROVE: Produção de Vídeos Estudantis – Serão exibidos nesta quinta feira, 12, às 18:00h no Centro Cultural Prof. José Benedito do Amaral.

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Sarau do TAL: Tempos de Arte Literária Mostra de álbuns do EPA – Educação Patrimonial e Artística, Vernissage do VE – Artes Visuais Estudantis – iniciará às 14:30h, desta sexta feira, 13 – No Centro Cultural Prof. José Benedito.

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FACE Festival Anual de Canção Estudantil – Acontecerá na Praça da Matriz de Macaúbas, nesta sexta feira, 13 – a partir das 18:00h.

Todos estes eventos deverão ter a participação das escolas estaduais dos nove municípios que integram a 23ª Região Administrativa da Bahia, pertencentes a jurisdição da Direc-23.

O poeta carioca foi imortalizado também pelos seus sonetos, um estilo de poesia pouco difundido entre os poetas da atualidade. Considerado difícil a sua estrutura por muitos que preferem não “contar” letras, silabas para “achar” nos vastos verbetes da infinita Língua Portuguesa abrasileirada! E para os amigos da poesia, o Soneto do amigo Moraes!…

 

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica…

Vinícius de Moraes


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