Acesso a cidade de Macaúbas. PM faz revista preventiva (Imagens redes sociais PM)

Segundo nota da Assessoria de Comunicação da 4ª CIPM, tendo sede em Macaúbas e que atua nas cidades de Ibipitanga, Boquira e Oliveira dos Brejinhos, deu-se o inicio na manhã desta quinta feira, 13 a Operação Força Total na área da 4ª CIPM e em todo os 417 municípios do estado baiano. A Força Total irá intensificar o policiamento ostensivo, preventivo e repressivo com os objetivos de potencializar as ações e operações policiais em andamento. Informa nota.

Segundo a PM a Operação Força Total é voltada para a prevenção e repressão de combate ao crime, especialmente o tráfico de drogas, crimes dolosos contra a vida e o patrimônio, porte e posse de armas e munições ilegais ampliando a segurança no Estado. Finaliza nota.


Força Total, operação da PM/Rio do Pires (Imagem PM)

Segundo nota da Assessoria de Comunicação da PM/Rio do Pires, “a cidade de Rio do Pires recebeu nesta quinta-feira (13) a Operação Força Total, desencadeada pela Polícia Militar (PM) nos 417 municípios baianos.

A primeira ocorreu na manhã de hoje na Avenida Ambrósio Domingos do Amaral. Segundo a polícia, mais de 50 veículos foram abordados durante a operação. A ação aconteceu por volta das 10 horas, e foi executada pelos policiais militares do Destacamento de Polícia Militar da Cidade, subordinados à 46ª Companhia Independente de Polícia Militar, em Livramento de Nossa Senhora.

Abordagens preventivas estão sendo realizadas pela PM local

Eles realizaram a fiscalização de trânsito em Rio do Pires, orientando os motoristas questões documentais, além de abordagem de suspeitos.

Segundo a PM, a operação deve se estender aos distritos  visando combate de condutas criminosas.
Na operação, que foi lançada nesta quinta-feira na capital do Estado, com a presença do Comandante Geral da Polícia Militar, estão previstos policiamentos em áreas específicas e cumprimento de mandados de prisão, abordagens a pessoas e veículos suspeitos.”


…” O que levaria um sujeito de “aparência hétero”  a visitar uma loja de lingerie e sex shop na noite de Natal?”…

Pelo menos numa das principais ruas do comércio de Macaúbas, a Rua Dr. Vital Soares, onde de fato deveria ser “renomeada” para Rua Direita, visto que a história modificaria seu nome por “motivos de ingratidão” – matéria para mais a frente, após as devidas consultas ao historiador Prof. Alan de Figueiredo! Retornando aos fatos ultimamente ocorridos na Rua Direita, em menos de 30 dias três ações foram registradas: por duas vezes uma farmácia foi assaltada, agora uma loja de lingerie teve portas arrombadas e vitrines danificadas, por um meliante AINDA não identificado; por volta das 00h30 minutos do dia 25 de dezembro de 2021 – ou seja, logo após a passagem do Papai Noel… Minutos após o ocorrido uma viatura da Polícia Militar esteve no local, a qual foi acionada por vizinhos solidários que ouviram os fortes golpes contra os vidros da loja, para tanto, o meliante fez uso de um pedaço de madeira encontrado numa casa ao lado.

Para o arrombamento foi usado um pedaço de madeira.

O fato de nada “hétero”,  mais se aproxima da linha do “bizarro” – bem como, meio que “exótico”… Mas, nada de “erótico”! Não se explicaria porque um cidadão, (bem se sabe, que nada de lúcido o acompanhava) arrombaria uma loja de lingerie e sex shop? Um “fetiche” talvez!

Bizarrice a parte, é preocupante, para a comunidade comerciária de Macaúbas, a falta de segurança, “luxo” não só de Macaúbas! visto que, os pequenos furtos e arrombamentos, em sua origem tem o patrocino para o consumo de drogas ilícitas! O que reflete a ausência dos Estados, tanto da União como o Ondina, em programas de combate ao tráfico, comercialização e consumo de tais drogas, estas ilícitas, porque AINDA não RECOLHEM impostos para as “panças” do Estado Medíocre! Ou seja, uma “sacanagem” com o pagador de impostos! Com você, caro cidadão/eleitor, visto que o empresário/comerciante, nada mais é que um “coletor” de impostos e taxas, aqueles que embute nos produtos/serviços que vende/fabrica/presta, os valores que devem ser repassados ao erário! Por outro lado, ações constantes destas, desestimulam o empresariado ao investimento ou então os “encarecem” e quem paga a conta é sempre a sociedade, esta formada por sua vez, por “sócios ingratos”! 

O fato será registrado na Delegacia de Policia local, para que se registre e faça parte de uma estatista e mostre que a velha e “Boacaúbas” não é a mesma de ontem, onde janelas e portas “arreganhadas” nas madrugadas a dentro eram testemunhas do balançar das meias infantis, nos lares de uma Macaúbas nostálgica que acreditava na visita noturna de Papai Noel e não de uma “talvez” vitima do sistema político administrativo de um Estado Medíocre, este “Papai Noel” – que na verdade em gíria das “bocas de fumo e do pó”, é reconhecido por “Noia”, o que poderia ser um “Papai Noia”, alucinado por talvez não ter tido a chance de em horário comercial visitar nossa ala dos “mil prazeres” ou quem sabe por  uma “lingerie tailandesa” e fazer da vida um “gozo” infinito, onde aos autoridades políticas/administrativas  sabem como fazer com o povo! ( E este povo é composto por você, por mim, pelo noia, por Papai Noel, pelo consumidor, pelo empresário, comerciário, pela dona de casa: num composto de masoquistas! E nada de sado, maso… Num ato de “amarras das castidades intelectuais” conhecidas por: VOTO!)

 


Glauber, circula região e é forte candidato a uma vaga na ALBA.

Faltando pouco mais de 1 ano para as eleições os eleitores da região começam a debater quem são os nomes cotados pra assumir uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia e bem representar a nossa região Sudoeste.
Nomes como Ivana Bastos, Marquinho Viana, Pedro Tavares, Vitor Bonfim, Nelson Leal e Alex da Piatã já são conhecidos do eleitorado.

Entretanto começa a despontar alguns nomes novos, e que a população também começa a observar. De Vitória da Conquista, dizem que o vereador Dudé será candidato a deputado estadual. Muito ligado à prefeita Sheila Lemos, tem tudo para ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia. De Vitória da Conquista, a vereadora Lúcia Rocha também é cotada para assumir uma vaga na Assembleia pelo MDB.
De Botuporã, o ex-vereador e advogado Glauber está desenvolvendo ações que demonstram uma vontade de também representar o Sudoeste baiano e anda se reunindo com diversas pessoas aqui dos municípios da Bacia do Paramirim, do Sertão Produtivo e do território do Sudoeste Baiano, inclusive Vitória da Conquista, e, ainda Salvador, como se percebe em sua rede social quando visitou o bairro Calabar ao lado do suplente de vereador e presidente da Associação, o Ramos. Em contato com o Glauber, que também é conhecido como Gau de Tila, ele afirmou à nossa reportagem que todos têm o direito de pleitear uma cadeira no Legislativo ou no executivo, e que as pessoas hoje em dia são muito donas de seu voto, sabendo distinguir o que é melhor pra seu município e para a sua região. Apertando ainda mais, perguntamos se ele é ou não é pré-candidato a deputado estadual, ele respondeu: “ninguém é pré-candidato de si mesmo. Estamos andando, ouvindo as pessoas, seus anseios e seus sonhos. O meu sonho não pode ser somente o meu sonho, mas sim nossos sonhos, de ver uma região mais fortalecida no cenário estadual, melhorando, assim, a vida de cada cidadão e cidadã, seja da Bacia do Paramirim, do Sertão Produtivo, do Sudoeste Baiano, e do estado da Bahia como um todo”, disse Glauber, que pela resposta está analisando, sim, essa possibilidade, mas que preferiu não afirmar no momento, pois está em diálogo com a população.

Eures Ribeiro, ex-prefeito de Bom Jesus da Lapa e ex-deputado já se coloca como pré-candidato a deputado estadual, e anda percorrendo todo o estado.
Dos nomes citados, todos devem buscar disputar a eleição em grandes partidos, com exceção do Glauber que afirmou pretender filiar-se a um partido menor. A visão do rapaz não está errada: não quer disputa com os medalhões, mas sim buscar seu espaço onde a possibilidade de ser eleito é maior, pois pode ser eleito com menos votos, como já ocorreu no Estado com outros nomes. Mas, pra quem está tentando entrar, é muito chão pra percorrer. Por isso, não só o Glauber, aqui da Bacia do Paramirim, está correndo atrás de apoios, mas também os demais das outras regiões. Se confirmando esse cenário, será uma eleição diferente e interessante.


por Ana Estela de Sousa Pinto | Folhapress

Cresce na Europa pressão contra produtos brasileiros

Foto: Sérgio Lima / Poder360

De terno e gravata, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segura um gigantesco palito de fósforo aceso e ri, enquanto a floresta queima a fundo. “Boicote Bolsonaro”, diz o título no site de campanha homônima — que até as 20h desta sexta (10) já tinha sido assinada por 384.704 pessoas.

Lançada pela Campact!, a ação pede que supermercados europeus parem de comprar alimentos brasileiros de empresas que “queimam a floresta com a maior crueldade dos últimos dez anos”. “Apenas a pressão econômica ajuda”, diz o texto da campanha, que se dirige nominalmente a grandes redes europeias como Aldi Nord, Edeka e Lidl.

Imagem: Reprodução / Aktion Campact

 

As companhias não ficam surdas. “Só adquirimos carne fresca do Brasil de matadouros que aderiram ao Acordo sobre Bovinos. Podemos descartar qualquer associação com o desmatamento da Amazônia”, escreve a alemã Aldi Nord em sua Política de Compras de Produtos Animais.

O documento garante também que mercadorias brasileiras vendidas em suas lojas “levam em consideração aspectos sociais como trabalho forçado, direitos dos povos indígenas e proteção das reservas”.

A questão fundiária é a preocupação prioritária de ações europeias recentes, mais especificamente o projeto de lei 2.633/2020, que facilita a regularização fundiária no país, apelidado de “Lei da Grilagem”.

Em maio, 40 grandes empresas europeias de varejo mandaram carta ao Congresso dizendo que deixariam de comprar produtos brasileiros se o texto for aprovado.

Elas afirmam que, ao legalizar a produção privada em terras públicas, a proposta “encoraja mais invasões e incentiva o desflorestamento”.

O projeto de lei motivou também a ação de grandes fundos de pensão e de investimento privado europeus que escreveram para embaixadas na semana passada pedindo uma reunião para tratar do desmatamento e deixando implícito o risco de retirar dinheiro do Brasil.

O volume investido no país por essas entidades, de algumas centenas de milhões de dólares, não é significativo se comparado aos trilhões que elas administram globalmente, mas, como disse em entrevista à Folha Jan Erik Saugestad, principal executivo do fundo norueguês Storebrand, que liderou a ação, “importa mais a ação conjunta de várias companhias, o setor amplo dos fundos atuando na mesma direção”.

Ao menos dois resultados ele já obteve. O primeiro foi uma reação de brasileiros que administram as grandes companhias que recebem esses investimentos dos fundos. Em carta ao vice-presidente Hamilton Mourão, 38 executivos de setores como agronegócio e mineração cobraram medidas concretas para frear o desmatamento e as queimadas.

A segunda conquista de Saugestad foi ter seu grupo “recebido virtualmente” pelo vice-presidente, Hamilton Mourão, numa conversa da qual participaram seis ministros: Braga Netto (Casa Civil), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Tereza Cristina (Agricultura), Fábio Farias (Comunicações), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Da reunião participou também o presidente da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Sergio Segovia, a quem o governo delegou a responsabilidade de promover uma campanha para reverter os danos à imagem do Brasil e de sua política ambiental na Europa.

Já faz muito tempo, porém, que o risco ambiental deixou de ser uma questão de comunicação. Os investidores, assim como os consumidores da campanha de boicote a supermercados e os eurodeputados que escreveram ao Congresso brasileiro, querem mais do que palavras e têm exigências específicas.

Além do PL 2.633/20, eles querem barrar a proposta de alterar o sistema de licenciamento ambiental (PL 3.729 / 2004) e a que trata de pesquisa e extração de recursos em terras indígenas (PL 191/2020).

A pauta ambientalista vem amadurecendo há anos na União Europeia e mobiliza hoje uma parcela considerável de consumidores — e, em alguns países, de eleitores.

O partido Verde alemão já está estruturado há décadas, e os de outros países, embora não tenham o mesmo peso, já chegaram ao governo na Áustria (em coligação com os conservadores), têm um bloco próprio no Parlamento Europeu e conseguiram um sucesso suficiente nas eleições municipais da França para incomodar o presidente Emmanuel Macron, que declarou prioritários temas de sustentabilidade.

Mais do que uma expansão ideológica, sustentabilidade na União Europeia significa política pública e regulamentação, com efeitos práticos na produção agrícola e industrial, nas decisões de investimento e na distribuição de verbas públicas.

O chamado Green Deal, um conjunto de ações estratégicas para tornar a economia europeia menos agressiva ao clima e à biodiversidade lançado no final do ano passado, deve ser ainda mais reforçado após a pandemia de coronavírus.” Reconstrução sustentável” é o lema da Comissão Europeia e do Conselho da UE, agora presidido pela chanceler alemã, Angela Merkel.

Na prática, isso quer dizer que, se o bloco vai levantar empréstimos para impulsionar a economia após a crise da Covid-19, não há melhor oportunidade para acelerar a transição para energias mais limpas, neutralidade na emissão de gás carbônico e processos que protejam o ambiente.

A estratégia impulsiona a regulação pública — criando limites mais restritos para o uso de químicos, por exemplo — e privada — como a que impede que os fundos de investimento coloquem recursos em atividades que agridem o meio ambiente.

“O verde é o novo preto”, dizem analistas de negócios, colocando em alta as reurbanizações e construção de ciclovias, as reformas para melhorar o isolamento térmico de casas antigas, veículos elétricos, digitalização que economize deslocamentos, agricultura orgânica, redução de resíduos e outras atividades correlatas.

(Fonte: Bahia Notícias)


Imagem: http://mbqnews.com.br/ (reprodução

Informações preliminares dão conta que uma menor de 16 anos supostamente foi violentada sexualmente em Macaúbas. Segundo consta a garota foi encontrada por uma amiga na rua onde teria acontecido o fato, estava toda machucada e desacordada. O suposto crime teria ocorrido nas intermediações da Praça da Feira (Praça Inácio Alves), mas há informações desencontradas sobre o verdadeiro local, o que talvez não faça muita diferença diante do fato, na noite desta sexta feira, 08 de maio!

A menor foi levada para Vitória da Conquista, para tratamento das lesões e precauções outras,  informações outras dão conta que o Conselho Tutelar foi acionado e acompanha o caso. Em seguida, segundo consta, deverá ser levada para fazer exame de corpo delito. Uma informante que não quis ser identificada, diz que já tem nome e localização do suspeito, o qual deverá ser interpelado judicialmente e penalizado, se assim for confirmado, conforme a legislação vigente, que nestes casos é bem severa, com deve ser.

Este já é o segundo caso que se tem conhecimento  em Macaúbas, um outro, de uma tentativa de estupro no Loteamento Bela Vista, de uma senhora que ia para feira às 6h da manhã, o elemento chegou a agredir a mulher fisicamente, mas não logrou êxito, tendo a mulher gritado e obtido ajuda de vizinhos.

Em breve o blog dará mais informações complementares sobre o caso que assusta toda comunidade. A recomendação é que nestes tempos de pandemia, evitem sair de casa a noite desacompanhadas, não passando por ruas desertas – pois, os criminosos estão a espreita e sabem das fragilidades.

(Nova atualização: 12/05, às 11h54min)


 

Avenida Flores da Cunha Macaúbas (Imagem cedida)

#ficaemcasa!… Essa recomendação nem sempre pode ser cumprida por todos, e nem pode, visto que alguns setores da sociedade são vitais para a sobrevivência de outros, no entanto – o que se ver é muita gente na rua “batendo perna” sem necessidade, e muitos destes desafiando autoridades e recomendações vitais… Na semana passa a PM teve que foi avisada através de denuncia anônima da realização de uma festinha apelidada de “Coronafest” em todo país, na comunidade de Veredinha, outra informação também da conta que tal “festinha” ocorria na comunidade rural do Peixe… Já na noite deste sábado, 04 – policiais militares da 4ª CIA de Macaúbas, em  em obediência ao Decreto estadual 19459/20 e 19554/20 realizou operação saturação Covid-19, com o objetivo de orientar a população em geral, e em especial os donos de estabelecimentos comerciais sobre a importância do isolamento social neste momento calamitoso. Foram feitas diversas abordagens em todos os bairros da cidade.

 

Guarnição da PM de Macaúbas (Imagem cedida)

Maria da Penha sofria agressões do marido. Em duas ocasiões, o companheiro tentou assassiná-la. A primeira delas, ele simulou um assalto e atirou na esposa. Na segunda ocasião, tentou eletrocutá-la enquanto tomava banho.

A Lei 11.340/2006 recebeu o apelido de Lei Maria da Penha em sua homenagem, já que ela sempre lutou para que seu agressor fosse punido.

Além de penalizar a violência doméstica, a lei promove o atendimento integral às vítimas e oportunidades de conscientização, para que o ciclo da violência seja quebrado.

Tipos de Violência

A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2019) elenca alguns tipos de violência doméstica:

Violência Sexual

Qualquer conduta que a constranja a participar, presenciar ou continuar uma relação sexual contra a sua vontade, mediante ameaça, intimidação, coação ou uso de força física; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos.

Violência Psicológica

Qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, violação de sua intimidade, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

Violência Moral

Qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria;

Violência Física

Qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;

Violência Patrimonial

Qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades

As alterações na Lei Maria da Penha

Ao longo dos anos, com o objetivo de se tornar mais eficaz e proteger ainda mais as vítimas de violência doméstica, foram realizadas várias alterações na lei, são elas:

  • Lei 13.505/2017: concedeu à mulher vítima de violência doméstica o direito ao atendimento policial e pericial especializado e ininterrupto, prestado, preferencialmente, por servidores do sexo feminino;
  • Lei 13.641/2018: tornou crime o descumprimento das medidas protetivas de urgência;
  • Lei 13.772/2018: reconheceu a violação da intimidade como violência psicológica;
  • Lei 13.827/2019: autorizou a aplicação da medida protetiva de urgência pela autoridade policial ou judicial tanto à mulher quanto aos seus dependentes;
  • Lei 13.871/2019: responsabilizou o agressor a ressarcir o Sistema Único de Saúde pelos serviços prestados às vítimas de violência doméstica e a seus familiares;
  • Lei 13.880/2019: prevê a apreensão da arma de fogo do agressor nos casos de violência doméstica;
  • Lei 13.882/2019: garantiu que as vítimas de violência doméstica pudessem matricular seus filhos em instituição de educação básica da rede pública próxima ao seu domicílio;
  • Lei 13.882/2019: designou aos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a mulher a competência para as ações de divórcio, separação, anulação do casamento e dissolução de união estável nos casos de violência contra doméstica.

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Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.

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