Corpo é levado para polícia técnica (Foto Macaubense Life)
Apelidado como “corredor da morte” uma estrada rural de chão batido, onde se tem notícia de alguns crimes “insolucionáveis”, mais um entra para o rol de um provável crime que deve ser caracterizado de duplo homicídio, e é certo que o Ministério Público deverá imputar ao autor (ou autores), outros em seu currículo pela ação que levou a morte de dois indivíduos, uma criança de dois meses e sua progenitora.
O caso é bastante conhecido em Macaúbas e região, proliferou rapidamente nas redes sociais, agora a TV deverá dar maior audiência ao caso, tomando proporções nacionais. Tatiane Santos Silva (32), dada como desaparecida desde a última quarta feira (09), quando supostamente teria ido a um Centro de Saúde na cidade de Macaúbas, por volta das 13h00, no entanto, foi encontrada morta em estado crítico de decomposição aos arredores da cidade no domingo 13, por volta das 10h00.
Momento da retirada do corpo para perícia (Foto Macaubense Life)
Segundo informações preliminares, a mulher teria sido assassinada a golpe de facão ou arma branca similar, na região da cabeça, pescoço e outras partes do corpo, as autoridades acreditam que o criminoso não agiu sozinho, certamente teve “cobertura” na ação e/ou até na prática do crime.
A polícia ainda não emitiu nota oficial do caso, as especulações se tratam de informações extraoficiais obtidas nos bastidores das investigações  que se seguem. Em rede sociais, policiais fazem campanha para que a comunidade coopere com as investigações, dando informações sobre o assunto. Certamente a Polícia Civil tem uma lista de suspeitos que já devem ter consciência do crime cometido e sua gravidade.
Um Crime Contra o Criador
Um Crime Contra o Criador:
Não deve ser visto como mais um crime contra a mulher, a infância  mas sim, contra a civilidade e, mais ainda, a própria humanidade e sua natural razão de: “Crescei e Multiplicai”um crime contra o Criador. Atentar contra a vida de um “ser” em procriação é apontar para o fim da raça humana, é o recado do “não querer” que a humanidade habite este planeta. O Ministério Público tem um importante papel no desenrolar deste fato desumano.

* Por Irlando Oliveira

No nosso período de formação, quando pretendíamos compor o oficialato da Polícia Militar do Estado da Bahia, na década de 80, sempre ouvíamos dizer da necessidade de sermos profissionais ecléticos, ou seja, de atuarmos em diversas áreas do conhecimento, o que é muito importante. Por outro lado, a sociedade vê a Corporação Policial-Militar tal qual panaceia, acreditando-a responsável por inúmeras atribuições, sendo que muitas das quais não nos dizem respeito, considerando a nossa missão precípua, à luz da Constituição Federal, que se traduz na polícia ostensiva e na preservação da ordem pública.
De uma ou de outra forma, a Polícia Militar vem atuando em diversas áreas na sociedade, nos seus mais variados campos de atuação profissional, como educação, assistências militares na justiça, ministério público, assembléias legislativas, dentre tantos outros, bem como na condução de alguns projetos sociais, emprestando o seu contributo como forma de agregar valor aos diversos segmentos, na tentativa de se buscar atenuar os inúmeros problemas sociais, geradores de conflitos, os quais sempre exigem a nossa intervenção.
Acontece, porém, que imprescindível se torna que atuemos direcionando os nossos esforços, a priori, para o cumprimento da nossa missão constitucional, assegurando segurança pública à sociedade, que tanto a almeja, para, aí sim, buscarmos atender demandas outras que também podemos atuar, como forma de se cobrir lacunas existentes, bem como contribuir para suavizar o caos social, através de ações preventivas, principalmente, atenuando, via de consequência, o nosso campo de atuação profissional.
Temos, nessas mais de três décadas de trabalho, constatado esforços sendo direcionados no sentido de atendermos demandas as quais não compõem o cerne da nossa missão constitucional, fragilizando e enfraquecendo toda uma estrutura voltada para a atividade finalística da PM, qual seja o policiamento ostensivo, através do qual se garantirá a preservação da ordem pública.


* Por Irlando Oliveira

Jamais houve tanta discussão sobre segurança pública no Brasil como na atualidade, preocupando a tudo e a todos, considerando os já insuportáveis índices de criminalidade sinalizados pelos inúmeros órgãos de estatística – com destaque especial para o Atlas da Violência, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) -, impondo aos gestores públicos substanciais modificações nas suas políticas de segurança, como forma de se tentar conter e/ou mitigar o impacto da violência na vida das pessoas.
Aliado ao significativo e infrene aumento populacional, e o desemprego ante a crise econômica que avassala o país, as cidades crescem e se desenvolvem de forma desordenada e carentes de infraestruturas básicas, criando ambiente favorável ao crime, que recrudesce a cada dia, não dando, sequer, oportunidade para o reaparelhamento dos Estados e de suas Forças, os quais se vêem “maniatados”, sem condições propiciatórias para a prevenção e o efetivo combate. Um sistema penitenciário decadente e mambembe, precedido por um fluxo processual penal cada vez mais necessitado de revisão, concorre para a leniência e para a impunidade que grassa em todos os seus entes federados, colocando o Brasil no cenário internacional como o “país da bandidagem”.
Por outro lado, vemos sendo dizimadas as hostes que compõem as Forças Policiais, por falta do devido recompletamento de seus quadros de efetivo, enfraquecendo e fragilizando a refrega contra os criminosos, os quais, por sua vez, a cada dia vêm se fortalecendo belicamente, ensejando um verdadeiro cenário de guerra urbana sem precedentes na história do país. Apesar dos inúmeros programas de governo, de redução da criminalidade, as ações colocadas em prática ainda não são suficientes para amenizar o quadro. Notícias, quase que diárias, nos dão conta de inúmeros policiais que sucumbem em pleno desempenho da profissão, sendo literalmente abatidos pelos criminosos, denotando total falta de respeito e destemor àqueles emblematizadores do Estado – porque em serviço e ostentando indumentária própria -, desafiando, assim, os poderes constituídos.
Desta forma, os cidadãos de bem, inobstante a carga tributária escorchante a que são submetidos neste país iníquo – sem retorno palpável de quase nada, porque desprovidos de serviços públicos essenciais como saúde, educação e segurança -, se vêem obrigados a criarem mecanismos de defesa, residindo, quando a situação financeira lhes permite, em condomínios fechados, evitando lugares públicos, dirigindo seus veículos com os vidros fechados e com películas de proteção, andando atentamente pelas ruas (quando necessário), escondendo bolsas, carteiras e celulares, sofrendo, assim, um abalo psicológico fruto dessa violência que permeia suas vidas, terminando, em muitos dos casos, por somatizarem doenças, enfim. Num cenário caótico como esse, não há como a violência não impactar negativamente as sociedades, impondo, cada vez mais, a nos voltarmos à análise acurada do preceito constitucional através do qual se estabelece que segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, conduzindo-nos à incessante busca de soluções para solvermos um problema tão complexo.
_________________________________________________________________
* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Tenente-Coronel do QOPM, atual Comandante do 14º BPM/Santo Antônio de Jesus, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

 

Material fruto das buscas e apreensões da PM. (Imagem Cedida)

 Segundo nota dirigida à imprensa local, da Assessoria de Comunicação da 4ª Companhia Independente da Policia Militar da Bahia, com sede em Macaúbas, sob o comando do Major Gilmar Carrilho, nos últimos dias, através de denuncias anônimas, as quais têm contribuído com as ações da PM, deram fruto a diversas prisões de suspeitos de tráfico de drogas e apreensão diversas, veja nota:

“Na última quarta feira, 26 de junho, após denúncia anônima de que drogas estariam sendo comercializadas em uma residência no Povoado do Açude, a Polícia Militar de Macaúbas procedeu à averiguação e ao constatar a veracidade das informações  acabou por apreender:

Drogas ilícitas que poderiam está nas ruas. (Imagem cedida)
  • 58 papelotes de cocaína; 4 pedaços de  Maconha; 2 cigarros de maconha; 1 trouxa da maconha; 5 pinos de cocaína; Várias embalagens usadas para estocar droga; 1 Aparelho Celular LG; 2 Cordões (colar).

Foram presos em flagrante Gilmar Paixão de Oliveira, 38 anos e Eduardo Amaral Pimenta. Todo material assim como os autores foram apresentados na Delegacia de Macaúbas, para que fossem tomadas as medidas cabíveis.

Já por  volta das 21h20min desta quarta feira, 28 de junho,  a Polícia Militar de Macaúbas recebeu denúncia anônima, onde foi informado que estaria acontecendo comercialização de drogas em uma residência no povoado de Contendas. Prontamente a Guarnição de serviço deslocou até o endereço informado. Ao chegar no local constatou-se a veracidade das informações, segue-se a apreensão do seguinte material:

Material apreendido:

  • 76 papelotes de cocaína; 8 pedaços de cocaína em pedra; 1 balança de precisão; R$ 460,35 em espécie; 3 pinos de cocaína; Várias embalagem para estocar a droga; 2 Aparelhos Celular Samsung J5 e J7.

Foram presos em flagrante: José Oliveira de Macedo, 36 anos e Vanessa Souza Silva, 20 anos.

Todo material assim como os autores foram apresentados na Delegacia de Macaúbas, para que fossem tomadas as medidas cabíveis. Em continuidade à ocorrência foi encontrado uma quantidade de aproximadamente 56g de substância análoga à cocaína além de muitas embalagens.” Finaliza nota.

O blog não consegui manter contato com os supostos cidadãos citados na nota, bem como com seus advogados ou com a Polícia Civil. No entanto, espaço fica aberto para interessados através do e-mail: [email protected]


Parece que o maior inimigo do gato e do cão é o homem (imagem meramente ilustrativa)

Em 16 de outubro de 2016, o blog postou um matéria sobre a matança de gatos domésticos nas intermediações da Rua Castro Alves (VEJA AQUI), bem como matéria sobre “boatos” de matança de cachorros em post deste sábado (18) (AQUI TAMBÉM), o cidadão que enviou o texto abaixo, confirmando a matança de animais por moradores de Macaúbas, certamente pessoas que estão sendo “perturbadas” por estes animais, preferiu não ser identificado, é um cidadão de bem, uma pessoa idônea e preocupado com a situação que após ter lido a matéria sobre o “boato” de matança de cachorro, a qual muitos estão pensando que é o Poder Público Municipal, tendo este emitido nota e dizendo que não vem praticando tal ato (nesta caso um crime ambiental),  no caso do Poder Público, quando recolhe animal e se este for confirmado que possui DOENÇA CONTAGIOSA, poderá “sacrificar” o animal. No entanto, a Prefeitura em nota, diz que não está recolhendo animais na rua e que quem tiver conhecimento de “matança de animais” deve procurar as autoridades.

Cão envenenado, foi comido por Urubus (Imagem Ilustrativa)

A nota do cidadão é de máxima preocupação e URGENTE a tomada de medidas pelas Autoridades Municipais, incluindo ai a Secretaria de Meio Ambiente, Saúde, (Vigilância Sanitária), Agricultura, Educação, além do Ministério Público. Visto que a “matança” deste animais está se dando de fato por ENVENENAMENTO, e os corpos estão sendo jogados nos lixão e terrenos baldios ao redor da cidade e por “tabela” matando Urubus, um caso parecido em agosto de 2016, foi relatado neste blog, ocorrido no Distrito de Lagoa Clara  (VEJA AQUI) , não foi de fato uma “matança generalizada”, mas ocorreu o fato, cachorro foi morto com veneno e jogado no lixão, URUBUS, foram lá comeram o cachorro e morreram também.

Na Índia, Urubus foram mortos por Diclofenac:

Na Índia, onde a vaca é um animal sagrado, as quais quando doentes estavam sendo tratadas com “Diclofenac”, (remédio/droga usada para dores, infecções, etc), as vacas que são protegidas e raramente abatidas, iram morrendo de velhice na Índia e suas carcaças jogadas aos arredores da cidade (em especial em Nova Deli, sua capital), e os Urubus (e outras aves de rapina), estavam morrendo aos milhares, as autoridades locais sem saber da causa, investigaram e descobriram que eram “envenenamento” por Diclofenac (que para nós é remédio, na dose correta), mas para os Urubus, que não têm, seu organismo, condições de processamento.

Estas situações causam um desequilíbrio ecológico sem precedentes. Matar Ububu (por tabela) é um crime mais que covarde, pois, na “boa fé”, a ave está prestando um nobre serviço aos seres “humanos”, que se não fossem as aves de rapina, a infestação de doenças era enorme, além da contaminação do solo e águas. O Ministério Público Ambiental, através de sua Promotoria de Macaúbas deve tomar medidas urgentes.

Outubro de 2016. Imagem real de Macaúbas. Este foi “sepultado” pela sua dona que ficou indignada.

Em Macaúbas por “Chumbinho”.

Em Macaúbas, pelo visto está acontecendo ENVENENAMENTO de animais domesticos por um produto muito comum conhecido por Chumbinho, não é novidade este tipo de comportamento da comunidade local, seja com animais ou mesmo em caso extremos de suicidas!…  Na verdade o Chumbinho é um produto “ilícito”, sua venda é criminosa, pois o produto é clandestino, não tem registro na Anvisa.

Saiba  mais sobre o Chumbinho, segundo a Wikipedia:

…”Chumbinho (no BR) é um produto clandestino, irregularmente utilizado como raticida. Não possui registro na Anvisa, nem em nenhum outro órgão de governo. O agrotóxico aldicarbe (carbamato Aldicarb) figura como o preferido pelos contraventores, encontrado em cerca de 50% dos ‘chumbinhos’ analisados. A outra metade são organofosforados diversos. A Anvisa afirma que a matéria prima para este produto vem de roubo de carga ou entrada ilegal de produtos químicos pela fronteira”

Veja agora a matéria preocupante do cidadão:

“Em resposta a matéria  Prefeitura diz que irá fazer “coleta de cães” após criação do Centro de Zoonose

Isso é realmente necessário e urgente, veja relatos de alguns criadores de animais domésticos.”

Moradores de alguns bairros próximos a Rua César Zama e de outros próximos da cidade de Macaúbas, vem se indignando com a alta mortandade de animais domésticos, gatos e cães por envenenamento, os animais mal conseguem chegar a suas casas, há rumores que alguns chegam agonizando, mas o efeito do veneno é tão poderoso que mal dar tempo nem de serem medicados pelo veterinário, alguns cadáveres principalmente de cães e gatos, foram jogados em lixões e terrenos baldios, e urubus ao se alimentarem da carne podre, apareceram mortos ao lado do corpo do animal, comprovando ai à presença de substâncias toxica, e do envenenamento.

Matar animais domésticos ou selvagens, dentro da minha ignorância e que eu saiba é crime, será que as pessoas não se dão conta disso? Algumas pessoas estão começando a envenenar os pobres animais por prazer, e se isso não for barrado vai tornar-se impossível a identificação desses criminosos, cada dia aparece pessoas dispostas a praticar esses atos, dificultando a identificação dos autores.

A indignação é maior, quando se procuram os órgãos municipais, principalmente a secretaria responsável pelos maus tratos dos animais, e é ouvido do próprio representante do setor que nada poderia fazer, a não ser que nós levássemos o nome de algum suspeito, e quando é orientado por alguém, há pelo menos fazer uma campanha nos Blogs, FM ou até mesmo nos carros de som sobre o assunto, para evitar e até mesmo diminuir essas ações, censura duramente a pessoa, deixando-o constrangidos, nós nos sentimos assim.

Alguns podem até achar que é falta do que fazer gato e cachorro são animais, mais quem cuida sabe o amor que temos por esses animaisinhos, e isso pode levar a consequências maiores, além da perda e da falta que nós donos sentimos, crianças podem ser contaminadas por estas substancias, e acontecer uma tragédia, não desistiremos de buscar os culpados, e levaremos esses fatos ao Ministério Público, e você que também teve o seu animal morto, e se sensibilizou com o que nós estamos passando, reforcem esse apelo, vá ao Fórum, denuncie, já que os órgãos do município nada podem fazer.”

________________________________________________________________________

P.S. A redação do Blog não consegui manter contato com as autoridades Municipais citadas.  No entanto, espaço fica aberto para interessados. 

Lembrando que o Fala Cidadão, é um espaço aberto. O blog não pública matéria enviadas por pessoas que não se identifiquem. Se preferir, peça que seu nome não será revelado ao divulgar a matéria. Mas é necessário se identificar para a redação do blog.

    Corra faça seu cadastro Clique no link: http://ev.contem1gmagic.com.br/cadastrounico


(Imagem reprodução google)
(Imagem reprodução google)

* Por Irlando Oliveira

Diante do atual cenário da criminalidade, sempre crescente em nosso país, preocupando a tudo e a todos, necessário nos acautelarmos ante determinados eventos em que há aglomeração de pessoas, principalmente, considerando o fator “oportunidade” em que inúmeros delinquentes dele se aproveitam para perpetrarem seus delitos. Assim, o Carnaval, pelas suas próprias características, frequentemente enseja a prática de crimes, os quais, na maioria das vezes, acontecem diante da nossa falta de prudência e cautela. Contudo, se observadas algumas dicas de segurança, concorreremos para termos um Carnaval tão-somente de alegria e de paz, anseio de todos nós!
Desta maneira, passamos a elencar 8 (oito) dicas de segurança, como forma de curtirmos o período momesco sem maiores dissabores:
1. Evite se dirigir ao local do evento com o seu veículo; sempre que possível, deixe-o em casa, pois, aliado à dificuldade de se encontrar estacionamento e mudanças no trânsito local, criminosos se aproveitam para arrombá-los, a fim de roubar pertences deixados no seu interior, ou até mesmo o próprio veículo;
2. Estabeleça contato com o seu vizinho, de modo a auxiliar na vigilância da sua residência; nesse período, são muito comuns os arrombamentos e roubos às residências, pois os criminosos se aproveitam da ausência dos proprietários;
3. Leve o mínimo de dinheiro possível; jamais ostente cédulas no meio da multidão, pois haverá sempre delinquentes a observar tal atitude, para dela se aproveitar;
4. Evite colocar dinheiro nos bolsos, pois os assaltantes têm a habilidade necessária para furtá-lo sem que você perceba; de preferência, coloque-o em um local amarrado à roupa ou de difícil acesso; não nos esqueçamos que o delinquente quer sempre encontrar facilidade;
5. Não leve muitos documentos pessoais, bastando apenas a carteira de identidade ou a habilitação (CNH); inclusive, é interessante tirar uma cópia, deixando a original em casa; muitos documentos são perdidos no período do Carnaval;
6. Não leve vasilhames de vidro para o local do evento, pois tais objetos poderão ser apreendidos pelas patrulhas da PM;
7. Evite se intrometer em brigas; acontecendo uma próximo a você, aguarde a atuação da polícia; é muito comum acontecer brigas em eventos desta natureza e uma intromissão sua poderá desencadear uma contenda generalizada, com consequências desastrosas; e
8. Não venda ou sirva bebida alcoólica a menor de idade (criança e adolescente); isso é proibido por lei (arts. 81 e 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA).
Assim, nos valendo de tais dicas, certamente estaremos emprestando o nosso contributo pessoal, colaborando, acima de tudo, com a nossa e a segurança pública.
______________________________________________________________________
* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

* Por Irlando Oliveira

(Imagem reprodução Google)
(Imagem reprodução Google)
Acompanhamos desde os últimos dias o movimento de paralisação da PM do Espírito Santo, cujos reflexos, imediatos, recaem na população daquele Estado, causando pânico e terror. Lojas saqueadas e um aumento significativo de homicídios, têm gerado espanto e perplexidade aos capixabas, como nunca se viu antes. As rotinas são alteradas, escolas deixam de funcionar, afetando até mesmo os grandes Shoppings. Um prejuízo imenso à sociedade, a qual tem sofrido demasiadamente nesses últimos anos, vez que jamais o crime esteve em tamanha vantagem e condições propiciatórias.
Como o governante deixa chegar a esse ponto? Essa pergunta nos inquieta, sobremaneira! Ora, para que haja um movimento paredista, são necessários inúmeros manifestos da categoria, os quais certamente não foram ouvidos, ou, quiçá, desprezados. Certamente não deram a importância devida e agora pagam um preço alto da sua própria incúria! Só que isso afeta toda a sociedade, que se vê refém de uma situação que poderia ter sido evitada, desde que se tivesse prevalecido o verbo parlamentar, tão esquecido nesses últimos tempos!
Nesse momento, os capixabas não têm jeito a dar, imediatamente! Uma resposta e um basta a essa situação de “sítio” a que foram submetidos! Sofrerão as agruras de algo que mexe profundamente com o tecido social, considerando, principalmente, afetar o inalienável direito de ir e vir do cidadão, garantido constitucionalmente. Afora os prejuízos que são incalculáveis!
Ultimamente, segurança pública representa a temática mais debatida aqui no Brasil, e isso tem sido sinalizado à saciedade! Caos no sistema penitenciário, inúmeras dificuldades das polícias, defasagem gritante dos seus quadros de efetivo, aliado aos do Ministério Público e Judiciário, são assuntos frequentemente debatidos pela mídia, e, ao que parece, pouco ou quase nada, efetivamente, vem sendo colocado em prática de modo a superarmos tais deficiências! Assim, só nos resta um brado: ACORDA BRASIL!!!
________________________________________________________________________
* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

thumbnail_img_6585
* Por Irlando Oliveira
Enquanto muitos comemoravam com familiares e amigos o advento de mais um ano novo, brindando-o nas inúmeras confraternizações e rogando aos céus que ele trouxesse paz, saúde e felicidade, este mesmo ano estava sendo anatematizado no mundo do crime, pois, em menos de seis dias de 2017, acompanhamos as rebeliões que se sucederam na região norte do país: uma na madrugada do dia 1º, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), na cidade de Manaus/Amazonas, e outra na madrugada deste dia 6, na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (PAMC), na zona rural de Boa Vista/Roraima. Informações indicam que ambas somam mais de uma centena de mortes, todas levadas a efeito com requintes de crueldade, havendo mutilações de corpos e decapitações.
Ora, se isso acontece no ambiente de presídios, onde os apenados deveriam estar nas celas, presos – na acepção da palavra -, ficamos a imaginar como não anda a situação aqui fora, onde os criminosos usufruem de larga liberdade! A todo momento acompanhamos o nascimento de mais uma facção criminosa ou desdobramento de outra. É Comando Vermelho, Primeiro Comando da Capital, Família do Norte, etc. O crime sempre tomando corpo! Não vemos qualquer estratégia por parte dos Órgãos Federais, principalmente, com o escopo de por termo a esse crescimento infrene do crime organizado. Pelo contrário, temos constatado o enfraquecimento das Forças que o combatem! Sabemos que as principais facções fincaram suas raízes no território brasileiro desde a década de 70; ou seja, são mais de 40 anos se desenvolvendo e se fortalecendo quase que livremente.
O crime organizado é tal qual uma erva daninha: quanto mais a deixam desenvolver, mais e mais ela se multiplica. Isso que estamos vendo agora no país nada mais representa do que o reflexo desse Estado inerte e inescrupuloso que se chama Brasil, já que as políticas públicas de redução de criminalidade são pífias e inconsistentes. Ou se investe pesado em segurança pública ou não vamos, jamais, debelar este mal à sociedade. Percebemos discursos de alguns governantes, contrários aos avanços de tais políticas, sempre sob o pretexto de que o investimento representa um custo muito alto. É exatamente por isso que o crime vem tomando a proporção assustadora da atualidade!
O nosso sistema prisional é uma piada de mau gosto. Completamente incompetente, pois já deu mostra disso, à saciedade! Se a PM local tivesse feito alguma intervenção nos presídios citados e ocasionasse essas mortes, certamente estariam todos execrando os policiais, à cata de culpados, como forma de darem “satisfação” à sociedade. E nesses dois casos, quem é o culpado senão o Estado! Quem o responsabilizará? Onde os paladinos dos direitos humanos? Se manterão silentes até quando? Urge a necessidade de se encarar o sistema prisional com uma maior seriedade e responsabilidade, pois do jeito que se encontra tem sido praticamente uma extensão ou filial da grande matriz criminal que se situa fora das “grandes muralhas”!
_________________________________________________________________________
* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.