Waldenor e Diretoria do Abrigo (

Conforme nota do portal do Jornal do Sudoeste, em visita ao município de Macaúbas no último sábado (11), os deputados Waldenor Pereira (federal) e Zé Raimundo (estadual) conheceram as novas instalações onde está sendo construído o Abrigo dos Idosos do município.

A Associação Beneficente São Francisco de Assis de Macaúbas (ABSFAM) acolhe idosos de famílias de baixa renda. Presta assistência multiprofissional e oferece atividades que promovem a qualidade de vida e autoestima dos idosos. A nova instituição está sendo construída para atender a normas necessárias à instituições de longa permanência, com maior acessibilidade e capacidade de ofertar novas vagas.

Abrigo é beneficiado com recurso da emenda de R$ 100 mil

Segundo o presidente da ABSFAM, Gilvan Silva, a construção precisa de mais recursos para a finalização. A obra começou a ser construída com doações da comunidade. O presidente e outros integrantes da diretoria da associação pediram intermediação dos deputados para auxiliar na aquisição de móveis, utensílios e equipamentos para a conclusão do abrigo.

Diante do pedido, os deputados Waldenor e Zé Raimundo se comprometeram a encaminhar recursos de emenda parlamentar no valor de R$ 100 mil para a aquisição de uma ambulância e instalação do Conselho das pessoas com deficiência, dentro do Abrigo.

A diretoria da ABSFAM agradeceu aos deputados, ressaltando que a instituição estará a serviço daqueles que mais precisam.

 


Conforme nota da Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal da Ação Social de Macaúbas, em sua página oficial nas redes sociais na internet, informa que: …”Nos dias 8, 9 e 10 de novembro, do corrente ano, foi realizada em Salvador a 11° Conferência Estadual de Assistência Social e o município de Macaúbas Bahia se fez presente por meio da delegada eleita na etapa Municipal, representante da sociedade civil e também atual presidente do Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS.
Não podemos deixar de informar também que a maioria das propostas deliberadas na etapa municipal foram defendidas e aprovadas na etapa estadual, passando agora para a etapa Federal que será em dezembro no Distrito Federal.
Agradecemos a representação e participação de Alessandra Gonçalve”

Macaúbas representada pela cidadã Alessandra, eleita na convenção municipal. 

* Por Irlando Oliveira
Mantendo-se já há quinze anos na política brasileira, desde 2003, a esquerda vem, de forma sistemática e estratégica, estabelecendo ações sorrateiras com o escopo de se perpetuar no poder. Esquiva-se em implementar políticas públicas que objetivem, de fato, a criação de um maior Estado social, como forma de se tentar mitigar a miséria que assola o país, mas age em conformidade com os postulados exarados nos manuais de política da própria esquerda, aplicando um “assistencialismo” em larga escala, através do qual – infelizmente – mal atende a fome daqueles que se encontram em vulnerabilidade social, isto em razão – vale dizer – da falta de perspectivas de, com esforço próprio, conduzir suas vidas com dignidade. Ao invés de se ensinar a pescar, deu-se o peixe, o que concorreu, sobremaneira, para tornar difícil a mão de obra principalmente para serviços comezinhos, favorecendo a indolência daqueles que já tinham aversão ao trabalho dignificador.
No campo da educação, para se “erradicar” o analfabetismo no país – que obviamente concorre para o baixo índice de desenvolvimento humano (IDH) -, na tentativa de projetá-lo positivamente no cenário internacional, buscou-se o caminho mais fácil, através do qual se deveria promover, de todas as formas, a aprovação dos alunos, concorrendo para a criação de uma geração praticamente inculta, carecendo do devido preparo intelectual para arrostar a barreira do vestibular. E para compensar tal deficiência intelectiva, fomentou-se a abertura de universidades e faculdades no país, de modo a facilitar o ingresso dos discentes egressos desse insensato “modelo”. Assim, a nação foi tomada por inúmeros estabelecimentos de ensino de nível superior, muitos dos quais sem a devida habilitação para a condução da atividade nobre, lançando no mercado de trabalho inúmeros profissionais sem a devida mestria para a condução do ofício, necessitando de mais capacitação.
A geração estudantil que aí está, mormente a do considerado ensino médio e universitário, vem sofrendo, por sua vez, influências acerbas de alguns integrantes – esquerdistas – que compõem o corpo docente dos vários estabelecimentos de ensino, que os “encharcam” dos ideais da política que se fidelizaram, fazendo verdadeiro proselitismo político em tais educandários, invectivando contra todos aqueles que não comungam com o pensamento vermelho, depreciando-os violentamente.
Ademais, como bem temos acompanhado as operações da Polícia Federal em todo o território brasileiro, a estratégia política esquerdista necessita de vultosas cifras para a sua concretização, o que tem levado o país aos maiores registros de corrupção já vistos na sua história. Afinal, para a consecução dos objetivos, vale tudo! É o princípio maquiavélico, na acepção da palavra, em que os fins justificam os meios!
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Tenente-Coronel, escritor, ensaísta e especialista em gestão da segurança pública e direitos humanos.

Base da barragem: infiltração e vazamento comprometiam sua estrutura.

Uma ação conjunta entre a Prefeitura de Macaúbas, através da intervenção do Prefeito Amelinho em parceria com a Associação dos Produtores de Santa Terezinha, SAAE de Macaúbas e a Prefeitura de Ibipitanga, conforme nota publicada em rede social, reformam a barragem de contenção sobre o leito do Rio Paramirim que atravessa a comunidade do Distrito de Cristais.

Correção realizada pelo Consorcio das Prefeituras e Associação Comunitária (Foto Sergio Meira)

A ação conta com a contenção nas laterais, as quias com as forças das águas estavam sendo desgastadas, comprometendo assim a segurança da edificação. Também foram estão sendo realizados reparos na base externa do muro principal da barragem, evitando desta forma o vazamento e infiltração de água, ações estas que poderiam danificar seriamente sua estrutura.

Com as intervenções que estão sendo feitas espera-se que a captação de água com as chuvas que já caem na região, possam aumentar a capacidade de armazenamento do reservatório, alongando desta forma o tempo de barramento das águas por mais tempo. A comunidade de Cristais usa as águas para consumo humano, animal e irrigação de pequenas propriedades rurais que abastecem a comunidade local, bem como são vendidas para o Programa Municipal de Merenda Escolar.

Veja outras imagens a partir da página do comunicador Sergio Meira.


Conforme nota publicada no site oficial da Prefeitura de Macaúbas, a Secretaria de Ação Social, leva ao conhecimento dos idosos e pessoas com deficiência que recebem Benefício de Assistência Continuada (BPC) a necessidade de realizarem o recadastramento ou sua atualização no Cadúnico. Este procedimento deve ser feito até dezembro deste ano, na sede do Setor Bolsa Família na rua  Castro Alves. Alerta sobre a possibilidade de cancelamento do benefício caso a atualização cadastral não serja realizada dentro do prazo.

 


Todos conectados (imagem meramente ilustrativa)

Uma das regiões mais distantes e isoladas de Macaúbas, deverá ter acesso a sinal de internet, conforme informações preliminares do Sr. Manoel de Quindor, em sua página na internet, informa que através do apoio da comunidades locais e em parceria com o provedor Macaúbas Net, diversas localidades da região serrana do município de Macaúbas terá sinal de internet em breve, entre as comunidades que serão beneficiadas estão: Maria Da Silva, Barro Duro, Barra de Baixo, Barreiro, Juazeiro, Cabaceira, Umbuzeiro, Lagoinha, Barra de Cima, Cantinho, salina, São Jerônimo, Saco dá Errada, Cruz, Canabrava, Coqueiro, entre outras.

Com isso, milhares de pessoas que não tem sinal de celular, podem agora ter acesso a internet, dando-lhes acesso a informações a tempo real, além de democratizar o acesso a informação, à comunicação, bem como meio de entretenimento e lazer.


* Por Irlando Oliveira
Infelizmente, no Brasil da atualidade, nada, absolutamente nada, se é levado a sério, exceção feita – é claro – às cobranças dos nossos tributos. Nem mesmo os dispositivos constitucionais – que representam, por assim dizer, o máximo da legalidade, pois se traduzem nos anseios e aspirações dos brasileiros, e servem de baliza aos diplomas infraconstitucionais -, são respeitados, cobrados e exigidos.
Um que tem nos chamado a atenção, em razão de atingir a todos nós, indistintamente, é o tão falado direito de ir e vir, consignado no art. 5º, inciso XV, da Constituição Federal, o qual estabelece: “é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens”.
Ora, diante do intenso clima de insegurança que assola o país, considerando os altíssimos índices de criminalidade, causando aflição, angústia e medo a todos, como permanecer livremente dentro do território brasileiro? Principalmente nas grandes cidades, aquelas com mais de cinquenta mil habitantes, o quadro é desolador, pois, aliado ao narcotráfico e em decorrência deste, carros são roubados, motos, celulares, tablets, bolsas, carteiras, relógios, pulseiras, anéis, residências, estabelecimentos comerciais, etc. Afinal, os ditos crimes contra o patrimônio efetivamente têm sido muito difícil de se prevenir e combater!
O brasileiro não tem mais a segurança de outrora para andar livremente pelas ruas das cidades; passear tranquilamente, andar de bicicleta, até mesmo levar um cachorro para caminhar, já que até os cães de raça estão sendo alvo dos delinquentes! As pessoas se vêem obrigadas a morar em condomínios fechados, a murarem as suas casas, colocando câmeras de videomonitoramento e grades em todos os acessos. Até quando suportaremos tal situação? Armados não podemos estar, em razão do Estatuto do Desarmamento que atingiu, frontal e unicamente, o cidadão de bem! Paradoxalmente, muito pouco tem sido feito para se conter o ingresso ilegal de armas no país e apreender as que estão nas mãos dos criminosos.
Sabemos, perfeitamente, que inúmeras são as causas do caos instalado no Brasil. Aliado a um sistema penitenciário falido na sua essência e finalidade, percebemos o proposital e irresponsável enfraquecimento das Forças Armadas e Policiais ao longo desses últimos anos, bem como a existência de uma justiça extremamente leniente. Ultimamente, o país padece dos males ocasionados por uma política pública em que se instituiu um menor Estado social em larga escala, adotando-se o assistencialismo político, através do qual apenas se busca “matar a fome”, não provendo de dignidade a criatura humana. E o reflexo disso tudo se evidencia no nosso dia a dia, lamentavelmente!
Já não podemos dizer que aqui no Brasil foi adredemente implementado um maior Estado punitivo e um menor Estado social, como apregoaram alguns estudiosos que se detiveram sobre acurada análise acerca da política pública de redução da criminalidade em Nova Iorque, intitulada “Tolerância Zero”. O menor Estado social é fato! Mas o maior Estado punitivo não cabe no país, em razão, sobretudo, de não dispor de estabelecimentos prisionais para acomodar todos os sentenciados! Basta lembrarmos dos mutirões que foram feitos pela Justiça, para pôr em liberdade centenas de presos, em razão da superpopulação carcerária!
Diante de todo o exposto, entendemos que o direito constitucional de ir e vir no Brasil definitivamente não nos é assegurado, em toda a sua plenitude, o que nos torna e nos deixa extremamente vulneráveis. Não adianta vivermos numa democracia, cujos princípios essenciais são os de liberdade e de igualdade, se não fruirmos do mínimo necessário para andarmos livremente na nossa nação mãe!
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Tenente-Coronel, escritor, ensaísta e especialista em gestão da segurança pública e direitos humanos.

* Por Irlando Oliveira
Imagem reprodução google

A única certeza da vida é a morte, a qual nos aguarda a todos, indistintamente. Por mais que não a desejamos, em razão da nossa crença religiosa, temor, insegurança, forma de ver a vida, dentre outros fatores, ela virá. O medo da morte é instintivo, já que se traduz em mecanismo de defesa da vida. Estudos nos indicam, por exemplo, que aquele que intenta suicidar-se já não se encontra com as suas faculdades mentais normais, portanto perturbado.

Por mais absurdo que possa parecer, o Dia de Finados, além de nos servir para rememorarmos todos aqueles que nos precederam no além-túmulo, envolvendo parentes e amigos diletos, nos dá a percepção da nossa finitude, enquanto encarnados. Do berço ao túmulo, a nossa trajetória é árdua, pois aqui nos encontramos para aprender, através das inúmeras vivências que a vida nos enseja para o nosso crescimento espiritual. Desta forma, entramos e saímos da vida sem dela jamais nos apartarmos!
No dia destinado aos mortos devemos adotar postura de respeito para com eles, evocando os momentos ímpares que com eles vivemos, de alegria e plenitude, como forma de podermos alcançá-los através do pensamento, considerando o fato de estarem em outra dimensão. Assim, se o pensamento é bom, o alcance será positivo, se mau, será negativo. O impacto é imediato! Em razão do nosso estágio evolutivo, ainda não podemos dimensionar o poder do nosso pensamento, o qual representa elemento catalisador, o elo de ligação entre nós e aqueles que já nos deixaram e não mais se encontram com a indumentária carnal.
Ante o féretro que passa em nossa rua, ou aquele através do qual velamos um ente querido, que possamos avaliar o nosso caminhar e a nossa trajetória terrena, sopesando as nossas atitudes, pois dia virá em que chegará também o nosso chamamento para o imarcescível, onde transportaremos não as nossas coisas, mas o nosso cabedal psicológico, que nos auxiliará para vôos mais altos, transpondo barreiras as quais não tínhamos condições e méritos para transpô-las.
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Tenente-Coronel, escritor, ensaísta e especialista em gestão da segurança pública e direitos humanos.