Julho de 2012. Na Sala Escritores de Macaúbas, (na Biblioteca Pública, antiga Prefeitura), no lançamento do livro do Prof. Alan.
Julho de 2012. Na Sala Escritores de Macaúbas, (na Biblioteca Pública, antiga Prefeitura), no lançamento do livro do Prof. Alan…. Aqui a cidadania = Dever antes do Direito!

Por algum tempo no ano de 2009, o Prof. Ático se dedicava a escrever crônicas para um site de uma rádio de São José do Rio Preto/SP (Melodia Web), que entre outras programações transmitia ao vivo sessões espíritas, bem como mantinha um espaço literário para crônicas de diversos autores intitulada Janela Cultural. Há alguns anos o Prof. Ático reuniu todas estas crônicas num total de 47 textos, tratando de diversos temas e presenteou alguns amigos. Um projeto que será apresentado à direção da Fundação Cultural Prof. Mota para que estas crônicas sejam transformadas num livro em sua memória, o qual poderá ser vendido e assim arrecadar fundos para a manutenção de seus projetos.

É certo que em sua residência, que será transformada no Memorial da Casa Viva, há em seus arquivos alguns rascunhos, alguns quase prontos de livros inéditos, um que ele vinha trabalho há mais de duas décadas é o Dicionário de Gírias, segundo ele o maior do mundo e outro de tema interessante e sempre atual é sobre corrupção, desde o Brasil Colônia (que nunca deixou de ser), até a “contemporânea malandragem” dos dias de ontem e de hoje… Estas são as “heranças” mais valiosas do Prof. Ático, a transferência de seu saber, inteligência, sensibilidade cultural, traduzidas em palavras, crônicas, poesias e livros… Um verdadeiro “ourives da palavra“… É nosso dever resgatar a Ourivesaria Prof. Ático, abrindo, mantendo e fomentando o seu “Calvário” e lá instalando o Memorial da Casa Viva… Para que seja lá, um garimpo de portas abertas como ele sempre desejou!…

E para lembrar o segundo mês de sua transferência de Plano Espiritual, nada melhor lembrar o exemplo de cidadão que o Professor Ático é.. É em respeito as suas concepções Espíritas, pois sua alma desvinculou de sua matéria, mas – não de nós ou de muitos de nós entre todos, não!..

Cidadania! Cidadania! Cidadania! Que é isso?

*Prof. Ático Mota, em 14 de fevereiro de 2009…

DSCN9295“Não sei se todos os meus caros leitores já observaram que existem algumas palavras, frases e conceitos que nascem, vivem e, por vários motivos, vão morrendo aos poucos. 
Os mais resistentes são os provérbios, cuja gênese se apóia diretamente na velha experiência. Contudo, existem termos, quando ainda em pleno vigor, que se apresentam como ruidosos refrãos. Neste caso, em nossos dias, temos o vocábulo cidadania, verdadeira coqueluche! Virou uma irresistível moda na imprensa falada e escrita! Será que todos aqueles que usam e abusam deste nome já meditaram profunda e seriamente a respeito de sua origem, evolução e, sobretudo, sobre a sua prática efetiva em nossos conturbados dias? Pelo contrário: acredito que, não raras vezes, brincam muito com ele… A remota origem do conceito de cidadania liga-se evidentemente à cosmovisão política oriunda das cidades-estados, herança cultural do universo greco-romano. Trata-se de uma palavra bastante antiga e demasiadamente séria. Juristas brasileiros – e de outros países – já esmiuçaram o seu significado e respectivos desdobramentos. Dentre eles, destaca-se o saudoso e lúcido professor Plácido e Silva em seu primoroso Vocabulário Jurídico (8ª edição, 1984). “Cidadania – reafirma o jurista – palavra que deriva de cidade, não indica somente a qualidade daquele que habita a cidade, mas mostrando a efetividade dessa residência, o direito político que lhe é conferido para que possa participar de vida política do país em que reside (pág. 427). Ora, a citação refere-se, explicitamente, ao direito político, mas na verdade, a sua abrangência é muito maior, pois também se-refere, portanto, a outros deveres, isto é, ao seu necessário alcance político-social. Aliás, insiste-se muito, no Brasil, no binômio enfatizante Direitos e Deveres. Na matemática, há uma afirmação axiomática: “a ordem dos fatores não altera o produto”. Mas, talvez no campo da psicologia coletiva, devêssemos alterar esta ordem para a seguinte: Deveres e Direitos, a fim de que, cada cidadão de per si, sobretudo num país em via de desenvolvimento, procurasse, mediante a sua atuação diária, apoiar-se primeiramente no cumprimento de seus deveres e assim fazer jus depois aos seus direitos. Este último ordenamento é primordial, pois ele iria efetivamente condicionar o próprio subconsciente coletivo. E direi ainda: Como insistir tanto sobre a prática da cidadania sem antes procurar saber como anda o poder judiciário brasileiro? A imprensa diária informa-nos, freqüentemente, que a situação dele não é das melhores, embora possa contar com magistrados capazes e funcionários dedicados. Os incapazes, relapsos, desonestos e desinteressados deviam ser inibidos ou afastados e, no último caso, reeducados. Em suma: deve-se premiar e enaltecer a legião dos bons e alijar e exorcizar os maus. Deve-se separar o joio do trigo. Impossível, volto a repetir: conciliar a crônica morosidade do nosso poder judiciário com a prática da cidadania plena!…” (Grifos nossos)

*11/10/1928… +26/03/2016… 26/05/2016…


Subvenção é um auxílio pecuniário (em dinheiro), em geral concedido pelo poder público. É uma modalidade de transferência de recursos financeiros públicos, para instituições privadas e públicas, de caráter assistencial, cultural, artístico, educacional… Sem fins lucrativos, com o objetivo de cobrir despesas de seus custeios. Uma Lei Municipal, aprovada pela Câmara de Macaúbas, autoriza ao Executivo/Prefeitura a repassar este incentivo à Fundação Cultural Prof. Mota, e há dez meses este valor que é de R$ 1.000,00/mês, não vem sendo repassado…

Além das lembranças...
Além das lembranças…

Em visita a Câmara na manhã desta terça feira, 24, o presidente em exercício Francisco Rego Bastos, Chico Padre, usou a Tribuna Livre da Casa, para “lembrar” aos vereadores que tal auxílio não vem sendo transferido à Fundação, a qual, após o falecimento do Prof. Ático no dia 26 de Março deste ano, vem passando por dificuldades, tendo três funcionários, despesas com água, luz, telefone, material de expediente e limpeza. O valor de R$ 1.000,00 repassados pela prefeitura subsidiava uma parte destes custos, a maior parte era complementada com recursos pessoais do Prof. Àtico, que era professor universitário aposentado.

Chico, em sua fala lembra das contribuições do Prof. Ático, através da Fundação, à comunidade de Macaúbas, eis algumas:

01- Criação da Associação Comercial e Industrial de Macaúbas – ACIMC, bem como cedendo por muitos anos espaço para funcionar sua sede;

02- Criação do Centro de Artesanato, onde dezenas de artesões em arte mineral foram formados que deram origem a uma Associação que funciona ao lado da antiga algodoeira (em frente ao Posto Macaubense);

03– Incentivo e criação do grupo das Irmãs Passionistas, que faz um belo trabalho junto a Igreja Catálogo e Pastoral da Criança;

04- Criação e manutenção do Museu Regional de Macaúbas;

05- Visita do Embaixador da Romênia a Macaúbas, reitor da UFBA,  com o fim de criar uma ponte para a tão sonhada Universidade e outras ações correlatas a realização deste projeto;

06- Criação e Manutenção da Biblioteca Pública, que funciona dentro da Fundação;

07- Realização de diversos concurso de Poesia; incentivo a produção literária como lançamentos de livros, descoberta de muitos escritores, ações culturais diversas…

Entre outras iniciativas…

Lembrar disso tudo, é um sinal de manter viva a sua memória, mais que isso, um sinal de gratidão pelo muito que o Prof. Ático fez por Macaúbas… Manter tudo isso, vivo e funcionando, não é uma homenagem ao Prof. Ático é uma homenagem  a Macaúbas…

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Lembrar do Prof. Ático é dar continuidade aos seus projetos…

Em retorno à solicitação do Presidente Chico Padre, os vereadores prometeram redigir um documento e entregar diretamente ao Prefeito José João Pereira e saber das razões da suspensão da ajuda à Fundação. Uma audiência deverá ser marcada entre membros da Fundação, vereadores e Chefe do Executivo, para resolver o problema.


Clóvis Filho e a poesia musicada por Tavico...
Clóvis Filho e a poesia musicada por Tavico…

Nina, o mais novo livro do poeta macaubense Clóvis Filho… Autodidata, como todo, Clóvis filho, reuniu amigos e celebrou com musica, na verdade é poesia cantada… O evento aconteceu na Fundação Cultural Prof. Mota, neste sábado, 14 – entre outras personalidades esteve presente o também poeta e presidente em exercício da Fundação, Prof. Francisco Bastos, o Chico Padre…

O escritor, em rede social, conclama pelas atividades culturais nas dependências da Fundação, bem como no Museu Regional…

 

 


*Por Irlando Oliveira

ETICAOs embates diários da vida representam processos de crescimento espiritual, os quais nos levarão à vitória ou à derrota, dependendo das circunstâncias. Muitos que se dizem vitoriosos não o são, pois a nossa experiência, na indumentária carnal, será a resultante de uma gama de ganhos e perdas, de erros e acertos, os quais nos auxiliarão no nosso processo evolutivo.

Na vida, tudo está fadado ao progresso. Não há lugar para involução; para retrocesso. No mínimo ficaremos num estágio estacionário; de estagnação. A cada amanhecer, renovam-se as nossas esperanças e perspectivas de avançar na senda do Bem, aproveitando cada segundo para esse desiderato nobre, sem o qual a nossa caminhada tornar-se-á assaz difícil, porque não dizer tormentosa.

Abre-se, assim, espaço para uma reflexão mais acurada derredor dos nossos passos, das nossas atitudes. Enquanto estivermos neste mundo, dificilmente lograremos fruir uma felicidade plena, perene. Teremos, sim, momentos de júbilo, os quais deveremos saber aproveitar, já que representam um lenitivo para as nossas almas.

A Terra ainda é um planeta cuja característica marcante é a de que o mal se sobrepuja ao Bem. Pelo menos, por enquanto. Assim como nós, os mundos também estão fadados ao progresso. O nosso Orbe outrora fora um mundo primitivo, caracterizado pela ausência de conforto, de tecnologia. Já avançamos demasiadamente, porém ainda há muito a fazer, de modo a concorrermos para esse progresso.

A vitória de hoje é fruto de uma árdua dedicação e empenho, pessoal, já que não podemos anelar o triunfo sem o devido esforço. Quando assim procedemos, ou seja, porfiando, o auxílio inevitavelmente vem do Alto, nos impulsionando a avançar rumo aos cimos da vida.

A derrota que ora se nos apresenta se traduzirá em mais uma experiência vivida, a qual balizará a nossa conduta para passos vindouros, acertados na maioria das vezes. Assim, não há vencidos! Não há derrotados! Há, sim, experiências positivas e negativas, fugazes!

Não nos decepcionemos com a vida! Pelo contrário, aproveitemo-la enquanto estivermos na presente vilegiatura carnal. Dependendo do nosso caminhar, as adversidades aqui encontradas se transmudarão num conjunto de esforços no sentido de superá-las! Todas! Mesmo diante das inúmeras dificuldades! Desta forma, vitória ou derrota são duas fases distintas que permearão nossas vidas, levando-nos a um nível de discernimento, fruto de um tirocínio resultante de cada vivência aqui na Terra.
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major-irlando-20* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, Aspirante a Oficial da Turma de 1986, tendo ingressado nas fileiras da Corporação no ano de 1984. Possui especialização em Gestão da Segurança Pública, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Direitos Humanos, pela Faculdade Dois de Julho; e Programa de Desenvolvimento Gerencial Integrado (PDGI), na área de Gestão de Segurança Pública, pela UNEB e Fundação de Administração e Pesquisa Econômico-Social (FAPES). É autor do Projeto Ações Preventivas nas Escolas e Comunidades (Proapec), tendo proferido mais de 160 (cento e sessenta) palestras no Oeste e Sudoeste baiano, abordando temas sobre Segurança Pública, Violência em Meio Escolar, Segurança nas Escolas, Drogas, dentre outros. Email: [email protected]

 


Palestra para alunos em Colégio Público.
Palestra para alunos em Colégio Público.

                                                                                                                                    * Por Irlando Oliveira

O Proapec, de nossa autoria, completou este mês de maio 6 (seis) anos de existência, atingindo um público de mais de 12.800 espectadores, entre adolescentes e pais e/ou responsáveis, tendo já ultrapassado a marca de 160 palestras. Com o objetivo de se criar discussão derredor de temáticas geradoras de violência, o Proapec, ao longo desses anos, já esteve em várias localidades, tanto da zona urbana, quanto na rural das várias cidades do Oeste e Sudoeste baiano, atuando nas causas de alguns dos inúmeros problemas sociais, os quais têm seus reflexos, indubitavelmente, no campo da Segurança Pública.
Como costumamos dizer, a essência da missão da Polícia Militar é a prevenção. Em sendo assim, devemos buscar atuar nas causas e não tão-somente nos efeitos dos problemas sociais, estes últimos já contemplados através das ações diuturnas da nossa quase bicentenária Corporação: a Polícia Militar da Bahia.
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Nunca é demais esclarecer que a atividade de prevenção é por demais difícil de ser mensurada, já que aquilo que foi evitado dificilmente pode ser quantificado. Discutindo, através de palestras, temas como: o processo educacional, abarcando suas três dimensões (Família, Escola e Sociedade), indisciplina nas escolas, “bullying”, drogas lícitas e ilícitas, grupos de pertencimento, envolvendo adolescentes, dentre outros assuntos, o Proapec tem ofertado à sociedade assistida por este Comandante, através das várias Unidades PM que comandou, um contributo valioso, tendo sido frequentemente requisitado a falar em várias localidades, até mesmo fora da sua área de atuação.
Desta forma, só nos resta agradecer a Deus a oportunidade a nós conferida e confiada de propagar e difundir, nas mais variadas localidades, as nossas experiências, fruto de uma porfia permeada pela vivência profissional – práxis -, bem como pelo estudo ininterrupto – teoria -, os quais só nos tem engrandecido, a nós e àqueles que nos têm assistido através desta ferramenta de trabalho. Nosso MUITO OBRIGADO, pela confiança!
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, Aspirante a Oficial da Turma de 1986, tendo ingressado nas fileiras da Corporação no ano de 1984. Possui especialização em Gestão da Segurança Pública, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Direitos Humanos, pela Faculdade Dois de Julho; e Programa de Desenvolvimento Gerencial Integrado (PDGI), na área de Gestão de Segurança Pública, pela UNEB e Fundação de Administração e Pesquisa Econômico-Social (FAPES). É autor do Projeto Ações Preventivas nas Escolas e Comunidades (Proapec), tendo proferido mais de 160 (cento e sessenta) palestras no Oeste e Sudoeste baiano, abordando temas sobre Segurança Pública, Violência em Meio Escolar, Segurança nas Escolas, Drogas, dentre outros.

Uma Vida Que Se Segue... Memorial da Casa Viva!...
Uma Vida Que Se Segue…

Parece que todos os atos do Prof. Ático foram propositais, um esquecimento”, o que para quem o conhece era impossível, tinha uma memória invejável, talvez, “um deixar de fazer”, o tal arado largado no meio do campo”, como espírita convicto, levou consigo o seu… Então, parece que não foi por ai… Queira ele imortalizar a memoria do seu pai, o advogado rábula Prof. Mota, ido em 1972, com a criação da Fundação Cultura, que tem o seu nome… Prof. Ático talvez queria; este é o único tempo do verbo que podemos usar, infelizmente no Pretérito Imperfeito, imperfeito é, pois se perfeito fosse, quem sabe, poderíamos retornar e retificar os seus “esquecimentos”, ou talvez, no meu pensar o que “ele deixou de fazer”!… E eu (nós), o que deixei (deixamos) de fazer quando ele ainda dividia conosco o ar que respiramos, o qual nos mantem vivos, e nos oxida à morte?!… 

Que dê vida... À memória, ao Memorial da Casa Viva!...
Que dê vida… À memória, ao Memorial da Casa Viva!…

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Talvez queria ele fazer de sua morte uma passagem para uma vida que se segue…

E aqui deixando um caminho e, neste caminho, um arado para cada um de nós…

E, há pedras no caminho?… Sim, há, há pedras no caminho…

Usaremos então estas pedras para construir outros caminhos, um sonho que se ergue..

Como fez a optar pela vida, interrompendo um muro, dando a árvore galhos pra passarinho…

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… Dando a árvore galhos para passarinhos!…

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É certo que além de pedras no caminho encontremos portas fechadas, mas quem sabe, encontremos alguma janela aberta, tipo uma “Janela Cultural”… E/ou certamente um “brecha”, num muro? E ali fazer da dificuldade de se continuar uma oportunidade para não parar!… Uma vida que se segue!…

Uma Vida Que Se Segue… sob uma luz de um poste esquecido…

Sob a sombra de uma Jabuticabeira trazida a capricho de Goiânia! …

Sob a proteção do frondoso Angico, certames dos Querubins, dos Arcanjos… No seu Calvário Plácido…

E neste jardim de “trans”, indo da palmeira Macaúbas, aos seus livros da Romênia e da Transilvânia!

... No entanto, à Luz de um esquecido poste!... Sob uma Jabuticabeira!...
… No entanto, à Luz de um esquecido poste!… Sob uma Jabuticabeira!…

 

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11 de Outubro de 1928… 26 de Março de 2016…. 26 de Abril… Há uma vida para seguir, até a outra… Vida que se segue!…

 

 

 


Seresta ao ar livre ao lado da piscina e uma loura!
Seresta ao ar livre ao lado da piscina e uma loura!

O Sítio Pé do Morro, localizado num exuberante lugar, onde acolhe um bar-restaurante com ótima infraestrutura ao ar livre, além de equipamentos de lazer para crianças e ampla área verde ao Pé do Morro!… Deverá na noite desta segunda feira receber em suas dependências o seresteiro Lula Almeida, às 22h00. A organização do evento irá somente cobrar o “couvert” por apenas R$ 25.00 (mesa). Contato:  (77) 99990-7007 ou 99961-5536

 


Projeto é aceito pelo Prefeito (Foto Osvaldo Oliveira)
Projeto é aceito pelo Prefeito (Foto Osvaldo Oliveira)

Conforme nota do comunicador Osvaldo Oliveira, em sua página do Facebook,o Prefeito José João Pereira (Zezinho), recebeu ontem (29/03) em seu gabinete, um grupo de vereadores e músicos para conversarem sobre o projeto Prata da Casa. Nenhum ponto do referido projeto foi questionado, como houve consenso das opiniões,o mesmo se tornou Lei

Dos recursos disponíveis para contratação, pelo menos 30% devem ficar em casa.
Dos recursos disponíveis para contratação, pelo menos 30% devem ficar em casa.

As cláusulas serão melhores detalhadas oportunamente e tem como carro chefe a que prevê que a autoridade municipal, responsável por contratações de artistas, reserve pelo menos 30% do orçamento para contratações de músicos e artistas da casa,ou seja do município de Macaúbas… Mas o mesmo projeto, obriga também, que os grupos musicais estejam devidamente regularizados, para que possam se enquadrar dentro das exigências estabelecidas pela nova Lei”

O projeto é de autoria do Vereador Anderson Gumes, que foi posto há algumas semanas em apreciação no Plenário da Câmara Municipal de aprovado por todos os vereadores.