*Por Irlando Oliveira

ETICAOs embates diários da vida representam processos de crescimento espiritual, os quais nos levarão à vitória ou à derrota, dependendo das circunstâncias. Muitos que se dizem vitoriosos não o são, pois a nossa experiência, na indumentária carnal, será a resultante de uma gama de ganhos e perdas, de erros e acertos, os quais nos auxiliarão no nosso processo evolutivo.

Na vida, tudo está fadado ao progresso. Não há lugar para involução; para retrocesso. No mínimo ficaremos num estágio estacionário; de estagnação. A cada amanhecer, renovam-se as nossas esperanças e perspectivas de avançar na senda do Bem, aproveitando cada segundo para esse desiderato nobre, sem o qual a nossa caminhada tornar-se-á assaz difícil, porque não dizer tormentosa.

Abre-se, assim, espaço para uma reflexão mais acurada derredor dos nossos passos, das nossas atitudes. Enquanto estivermos neste mundo, dificilmente lograremos fruir uma felicidade plena, perene. Teremos, sim, momentos de júbilo, os quais deveremos saber aproveitar, já que representam um lenitivo para as nossas almas.

A Terra ainda é um planeta cuja característica marcante é a de que o mal se sobrepuja ao Bem. Pelo menos, por enquanto. Assim como nós, os mundos também estão fadados ao progresso. O nosso Orbe outrora fora um mundo primitivo, caracterizado pela ausência de conforto, de tecnologia. Já avançamos demasiadamente, porém ainda há muito a fazer, de modo a concorrermos para esse progresso.

A vitória de hoje é fruto de uma árdua dedicação e empenho, pessoal, já que não podemos anelar o triunfo sem o devido esforço. Quando assim procedemos, ou seja, porfiando, o auxílio inevitavelmente vem do Alto, nos impulsionando a avançar rumo aos cimos da vida.

A derrota que ora se nos apresenta se traduzirá em mais uma experiência vivida, a qual balizará a nossa conduta para passos vindouros, acertados na maioria das vezes. Assim, não há vencidos! Não há derrotados! Há, sim, experiências positivas e negativas, fugazes!

Não nos decepcionemos com a vida! Pelo contrário, aproveitemo-la enquanto estivermos na presente vilegiatura carnal. Dependendo do nosso caminhar, as adversidades aqui encontradas se transmudarão num conjunto de esforços no sentido de superá-las! Todas! Mesmo diante das inúmeras dificuldades! Desta forma, vitória ou derrota são duas fases distintas que permearão nossas vidas, levando-nos a um nível de discernimento, fruto de um tirocínio resultante de cada vivência aqui na Terra.
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major-irlando-20* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, Aspirante a Oficial da Turma de 1986, tendo ingressado nas fileiras da Corporação no ano de 1984. Possui especialização em Gestão da Segurança Pública, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Direitos Humanos, pela Faculdade Dois de Julho; e Programa de Desenvolvimento Gerencial Integrado (PDGI), na área de Gestão de Segurança Pública, pela UNEB e Fundação de Administração e Pesquisa Econômico-Social (FAPES). É autor do Projeto Ações Preventivas nas Escolas e Comunidades (Proapec), tendo proferido mais de 160 (cento e sessenta) palestras no Oeste e Sudoeste baiano, abordando temas sobre Segurança Pública, Violência em Meio Escolar, Segurança nas Escolas, Drogas, dentre outros. Email: [email protected]

 


Palestra para alunos em Colégio Público.
Palestra para alunos em Colégio Público.

                                                                                                                                    * Por Irlando Oliveira

O Proapec, de nossa autoria, completou este mês de maio 6 (seis) anos de existência, atingindo um público de mais de 12.800 espectadores, entre adolescentes e pais e/ou responsáveis, tendo já ultrapassado a marca de 160 palestras. Com o objetivo de se criar discussão derredor de temáticas geradoras de violência, o Proapec, ao longo desses anos, já esteve em várias localidades, tanto da zona urbana, quanto na rural das várias cidades do Oeste e Sudoeste baiano, atuando nas causas de alguns dos inúmeros problemas sociais, os quais têm seus reflexos, indubitavelmente, no campo da Segurança Pública.
Como costumamos dizer, a essência da missão da Polícia Militar é a prevenção. Em sendo assim, devemos buscar atuar nas causas e não tão-somente nos efeitos dos problemas sociais, estes últimos já contemplados através das ações diuturnas da nossa quase bicentenária Corporação: a Polícia Militar da Bahia.
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Nunca é demais esclarecer que a atividade de prevenção é por demais difícil de ser mensurada, já que aquilo que foi evitado dificilmente pode ser quantificado. Discutindo, através de palestras, temas como: o processo educacional, abarcando suas três dimensões (Família, Escola e Sociedade), indisciplina nas escolas, “bullying”, drogas lícitas e ilícitas, grupos de pertencimento, envolvendo adolescentes, dentre outros assuntos, o Proapec tem ofertado à sociedade assistida por este Comandante, através das várias Unidades PM que comandou, um contributo valioso, tendo sido frequentemente requisitado a falar em várias localidades, até mesmo fora da sua área de atuação.
Desta forma, só nos resta agradecer a Deus a oportunidade a nós conferida e confiada de propagar e difundir, nas mais variadas localidades, as nossas experiências, fruto de uma porfia permeada pela vivência profissional – práxis -, bem como pelo estudo ininterrupto – teoria -, os quais só nos tem engrandecido, a nós e àqueles que nos têm assistido através desta ferramenta de trabalho. Nosso MUITO OBRIGADO, pela confiança!
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, Aspirante a Oficial da Turma de 1986, tendo ingressado nas fileiras da Corporação no ano de 1984. Possui especialização em Gestão da Segurança Pública, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Direitos Humanos, pela Faculdade Dois de Julho; e Programa de Desenvolvimento Gerencial Integrado (PDGI), na área de Gestão de Segurança Pública, pela UNEB e Fundação de Administração e Pesquisa Econômico-Social (FAPES). É autor do Projeto Ações Preventivas nas Escolas e Comunidades (Proapec), tendo proferido mais de 160 (cento e sessenta) palestras no Oeste e Sudoeste baiano, abordando temas sobre Segurança Pública, Violência em Meio Escolar, Segurança nas Escolas, Drogas, dentre outros.

Uma Vida Que Se Segue... Memorial da Casa Viva!...
Uma Vida Que Se Segue…

Parece que todos os atos do Prof. Ático foram propositais, um esquecimento”, o que para quem o conhece era impossível, tinha uma memória invejável, talvez, “um deixar de fazer”, o tal arado largado no meio do campo”, como espírita convicto, levou consigo o seu… Então, parece que não foi por ai… Queira ele imortalizar a memoria do seu pai, o advogado rábula Prof. Mota, ido em 1972, com a criação da Fundação Cultura, que tem o seu nome… Prof. Ático talvez queria; este é o único tempo do verbo que podemos usar, infelizmente no Pretérito Imperfeito, imperfeito é, pois se perfeito fosse, quem sabe, poderíamos retornar e retificar os seus “esquecimentos”, ou talvez, no meu pensar o que “ele deixou de fazer”!… E eu (nós), o que deixei (deixamos) de fazer quando ele ainda dividia conosco o ar que respiramos, o qual nos mantem vivos, e nos oxida à morte?!… 

Que dê vida... À memória, ao Memorial da Casa Viva!...
Que dê vida… À memória, ao Memorial da Casa Viva!…

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Talvez queria ele fazer de sua morte uma passagem para uma vida que se segue…

E aqui deixando um caminho e, neste caminho, um arado para cada um de nós…

E, há pedras no caminho?… Sim, há, há pedras no caminho…

Usaremos então estas pedras para construir outros caminhos, um sonho que se ergue..

Como fez a optar pela vida, interrompendo um muro, dando a árvore galhos pra passarinho…

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… Dando a árvore galhos para passarinhos!…

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É certo que além de pedras no caminho encontremos portas fechadas, mas quem sabe, encontremos alguma janela aberta, tipo uma “Janela Cultural”… E/ou certamente um “brecha”, num muro? E ali fazer da dificuldade de se continuar uma oportunidade para não parar!… Uma vida que se segue!…

Uma Vida Que Se Segue… sob uma luz de um poste esquecido…

Sob a sombra de uma Jabuticabeira trazida a capricho de Goiânia! …

Sob a proteção do frondoso Angico, certames dos Querubins, dos Arcanjos… No seu Calvário Plácido…

E neste jardim de “trans”, indo da palmeira Macaúbas, aos seus livros da Romênia e da Transilvânia!

... No entanto, à Luz de um esquecido poste!... Sob uma Jabuticabeira!...
… No entanto, à Luz de um esquecido poste!… Sob uma Jabuticabeira!…

 

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11 de Outubro de 1928… 26 de Março de 2016…. 26 de Abril… Há uma vida para seguir, até a outra… Vida que se segue!…

 

 

 


Seresta ao ar livre ao lado da piscina e uma loura!
Seresta ao ar livre ao lado da piscina e uma loura!

O Sítio Pé do Morro, localizado num exuberante lugar, onde acolhe um bar-restaurante com ótima infraestrutura ao ar livre, além de equipamentos de lazer para crianças e ampla área verde ao Pé do Morro!… Deverá na noite desta segunda feira receber em suas dependências o seresteiro Lula Almeida, às 22h00. A organização do evento irá somente cobrar o “couvert” por apenas R$ 25.00 (mesa). Contato:  (77) 99990-7007 ou 99961-5536

 


Projeto é aceito pelo Prefeito (Foto Osvaldo Oliveira)
Projeto é aceito pelo Prefeito (Foto Osvaldo Oliveira)

Conforme nota do comunicador Osvaldo Oliveira, em sua página do Facebook,o Prefeito José João Pereira (Zezinho), recebeu ontem (29/03) em seu gabinete, um grupo de vereadores e músicos para conversarem sobre o projeto Prata da Casa. Nenhum ponto do referido projeto foi questionado, como houve consenso das opiniões,o mesmo se tornou Lei

Dos recursos disponíveis para contratação, pelo menos 30% devem ficar em casa.
Dos recursos disponíveis para contratação, pelo menos 30% devem ficar em casa.

As cláusulas serão melhores detalhadas oportunamente e tem como carro chefe a que prevê que a autoridade municipal, responsável por contratações de artistas, reserve pelo menos 30% do orçamento para contratações de músicos e artistas da casa,ou seja do município de Macaúbas… Mas o mesmo projeto, obriga também, que os grupos musicais estejam devidamente regularizados, para que possam se enquadrar dentro das exigências estabelecidas pela nova Lei”

O projeto é de autoria do Vereador Anderson Gumes, que foi posto há algumas semanas em apreciação no Plenário da Câmara Municipal de aprovado por todos os vereadores.


Nunca Mais... Morrerás em nossas memórias!...
Nunca Mais… Morrerás em nossas memórias!…

Ecoa pelo Brasil e Mundo a passagem do Prof. Ático Mota, Lena Castello Branco, amiga e jornalista de Goiânia, capital do Estado de Goiás, onde o Prof. Ático morou por diversas décadas e foi um dos co-fundadores da Universidade Federal daquele estado, aprecie a  Crônica publicada no Diário da Manhã, Goiânia, 29/03/2016. por Lena Castello Branco:

 NUNCA MAIS

Lena Castello Branco
[email protected]

É domingo de Páscoa e toca o telefone: um amigo comunica o falecimento do Professor Ático Frota Vilas Boas da Mota, ocorrida ontem, 26 de março de 2016. A notícia toca-me fundo o coração: fomos amigos por mais de 50 anos, às vezes passávamos meses sem falar um com o outro, mas a afeição recíproca persistia a despeito dos percalços da vida.
Gostava de ouvir ao telefone o (amenizado) sotaque baiano do amigo que me saudava: “Como vai, minha irmã Lena?”. Porque eu costumava dizer que ele era meu irmão mais velho, e Ático aceitou tal fraternidade, expressão de identidade e de carinho. E, de minha parte, de incondicional admiração pelo homem íntegro e bom que ele sempre foi, sobressaindo pela inteligência privilegiada, memória invulgar, amor aos livros e erudição fantástica. A par de uma autenticidade única, que fazia dele um daqueles tipos inesquecíveis de que se falava outrora, pessoas que deixam sua marca na lembrança de quem conviveu com eles.
Conheci Ático no início da década de 1960, quando ele chegou a Goiânia e trabalhava na Universidade Federal de Goiás, recentemente fundada. Vi-o à distância, na Reitoria da Rua 20, como um torvelinho à frente do Departamento de Cultura, cuidando de organizar a I Feira Internacional do Livro (acho que o nome era esse). Segundo me informaram, ele participara da missão João Dantas do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), com vistas ao intercâmbio cultural com países do Leste Europeu.
Poliglota, versátil e articulado, Ático era então – como sempre foi – uma usina de ideias, interessado em disseminar cultura, voltado para a beleza da arte literária e das línguas modernas, sete das quais dominava com a naturalidade de quem recita um poema aprendido na infância. Isso sem falar na paixão pelos ciganos, sua história, seus mitos, sua música, suas belezas e segredos que ele estudava e desvelava como pesquisador emérito que foi.
Certa tarde do ano de 1964 – era o mês de setembro – soou a campainha de minha casa. Era Ático, com a fisionomia marcada por olheiras, mas sorridente. Recebi-o com curiosidade – pois sabia (todos sabiam) que ele estava (ou estivera?) preso no Quartel do 10º. BC, respondendo inquérito polical-militar como subversivo.
Ele disse que fora solto há pouco, e que viera do Quartel para minha casa pois queria abraçar-me. Dito e feito: abraçamo-nos por longo tempo, próximos um do outro no sentimento de injustiça que nos irmanava, pois que eu também estivera detida e fora interrogada pelo mesmo coronel que arguira e atazanara Ático, durante semanas. Perguntei-lhe se queria desabafar, contar seus sofrimentos ou maus tratos. “Não – ele respondeu – Não vamos falar disso, é página virada”. E acrescentou; “Vim diretamente até você porque ouvi o seu interrogatório e suas respostas. Você foi digna e serena.” E novamente me abraçou.
Ático tornou-se professor do antigo Instituto de Ciências Humanas e Letras da UFG, onde exercitou sua paixão de humanista pelas letras e pela literatura, com destaque para o clássico dos clássicos, “Dom Quixote de la Mancha”. Quando adquiriu um terreno no então pouco habitado Setor Sul, sugeriu a um vereador que fizesse aprovar, na Câmara Municipal, o nome de Miguel de Cervantes para denominar a praça em frente. Consta que a primeira reação do edil foi de estranheza: por que um cara que nada fez por Goiás mereceria ser homenageado? Mas parece que, afinal, a sugestão pegou…
Muito cedo, Ático chegava ao Instituto vestindo guarda-pó branco e trazendo uma caixinha de madeira, com giz e apagador. Nunca me esqueço do dia em que – a convite de um colega – um pomposo mestre paulistano iria ministrar uma palestra para os cursos de Letras. Como diretora do ICHL, fui fazer uma visita de cortesia ao convidado; mas, ao invés de uma serena exposição em desenvolvimento, encontrei no anfiteatro o professor Ático demolindo, com lógica irrefutável, a exposição arrevesada do filósofo de araque que não conseguia sequer contra-argumentar…
São tantas as lembranças! Ático no Teatro de Varanda, em sua casa; pintando e escrevendo poemas; dançando a dança do Zorba como quem fez uma oração; conversando com meus filhos; fazendo-me uma solene visita de pêsames; prefaciando um dos meus livros. Reconhecido internacionalmente, ele recebeu láureas e prêmios no Brasil e no exterior. Mas a vida passa rápida e implacável – com a suprema implacabilidade da morte, que nos faz sobreviventes, àqueles a quem as Parcas ainda hesitam em cortar o fio da vida.
Ele voltou para a terra de sua infância, empenhou-se em beneficiar a juventude de Macaúbas, criou a Fundação Professor Augusto Motta (seu pai), à qual se dedicou de corpo e alma. Tantas vezes desejei ir visitá-lo, sem que me fosse possível fazê-lo. De longe em longe, ele vinha a Goiânia e era muito bom revê-lo, à sua figura despojada, a cabeça de formato incomum, os cabelos brancos, a inteligência rara e a sensibilidade à flor da pele.
Nunca mais. Nunca mais ouvi-lo ao telefone, sua voz entre risonha e carinhosa. E os minutos se passavam, dando e recebendo notícias, comentando fatos, redescobrindo afinidades, rindo pelo prazer da amizade e do querer bem.
Nunca mais!
Fica com Deus, Ático, meu irmão.

 

 


O seu testamento: nos dar o direito de sonhar com uma Universidade. Jantar em apoio a implantação da Universidade do Sudoeste com Campus em Macaúbas, ao lado do Prof. Orlando.
O seu testamento: nos dar o direito de sonhar com uma Universidade. Jantar em apoio a implantação da Universidade do Sudoeste com Campus em Macaúbas, ao lado do Prof. Orlando.

A gratidão é a memoria do coração” (Antístenes) – Escrita numa folha de papel madeira, a lápis de cera, numa parede atrás de sua cadeira na sala da Presidência da Fundação Cultural Prof. Mota… Era uma das suas preferidas… E entre uma e outra sempre usava a expressão, até como forma de conselho e motivação: “Nunca deixe o arado no meio do campo”…  E ele, ao deixar este plano, levou consigo o seu arado…

Libriano, nascido em 11 de outubro de 1928… 87 anos dedicados aos estudos, saiu de Macaúbas no lombo de cavalo aos 12 anos para estudar em Salvador, sob os incentivos do seu pai José Batista da Mota e orações de sua mãe Dona Aida Frota Vilas Boas da Mota… Sua história é rica, autores de diversos livros, professor e um dos có-fundadores da Universidade Federal de Goiás, membro da Academia Baiana e Brasiliense de Letras… Sua casa, que será transformada num memorial, onde foi sepultado no fim da manhã deste Domingo de Páscoa, 27 de Março de 2016, ao lado de sua esposa, Dona Alzira que faleceu poucas semanas antes (12/02/2016)…

Amigos, parentes… Ali toda Macaúbas também representada, uma cidade por ele venerada… Radicou-se aqui, em março de 1989, no casarão dos seus pais, na Praça da Matriz, hoje sede da Fundação que leva o nome do seu pai, fundada em agosto de 1972. Prof. Ático fez úteis e profundas mudanças no cotidiano de Macaúbas, tendo o número 11, como o “da sorte”, como sugestão, fez uma lista de onze frases à Igreja Católica para que a mesma substituísse o “Aviso Fúnebre”, usado para anunciar falecimentos na cidade através do alto falante da Igreja Matriz, entre as quais, foi escolhida: “Aviso do Repouso em Cristo”!…

Em seu templo... O Homem que que não queria descaso, mas sim e, certamente PAZ!...
Em seu templo… O Homem  que não queria descaso, mas sim e, certamente PAZ!…

O repouso em Cristo do Prof. Ático, como toda partida de uma ser ímpar (por ser 11, talvez) , parece ser um desserviço, uma desnecessidade; talvez necessária… Talvez.

Não poderia faltar um dos maiores símbolos de expressão cultural de Macaúbas, os meninos do também eternizado Prof. José Benedito do Amaral, musico nato, o qual o Prof. Ático tinha grande apreço; com a Filarmônica Nossa Senhora da Imaculada Conceição, entoou vários dobrados, entre eles, Macaúbas, do saudoso Maestre Zé Preto, além do Hino Nacional…

O seu testamento deixado para toda a humanidade, visto que era um cidadão global,  o seu legado, na verdade as suas vontades em vida: “o não exercício da Lei do Menor Esforço“, a via mais instigante é aquela que mais exige de nós, ou seja, manter vivos os seus projetos: a Fundação Cultural Prof. Mota, O Museu e o Memorial da Casa Viva, em sua residência, a sua eterna morada!

Veja também dois vídeos postados em nosso canal do Youtube, (clique aqui que você será redirecionado)

 

 


Os Prata da Casa... Músicos pedem sansão de Lei.
Os Prata da Casa… Músicos pedem sanção de Lei.

Na última sessão da Câmara realizada na terça feira, 22, representando os artistas locais, Ciro Sampaio , fez uso da Tribuna Livre da Casa, para pedir apoio ao Legislativo para intervir junto ao Chefe do Executivo, posto ocupado pelo Prefeito José João Pereira, para que o mesmo sancione, ou seja, torne válida através de assinatura, a Lei Prada da Casa, aprovada por unanimidade dos vereadores. A Lei prevê que a autoridade municipal, responsável por contratações de artistas reserve pelo menos 30% do orçamento para contratações de músicos/artistas locais.

No seu discurso,   Ciro, lembra que o slogan do atual governo deve ser levado a sério: “Nossa Gente, Nosso Maior Patrimônio”, e que a valorização das expressões culturais do município deve ser prioridade em qualquer governo, lembrado da existência a nível estadual de lei do mesmo teor e que nesta reserva-se até 70% dos recursos, os quis devem ser investidos na valorização das “pratas da casa”… Cita ainda a Filarmônica como um patrimônio ignorados pelas autoridades e de certa forma por toda sociedade. A Lei é mais uma de autoria do vereador Anderson Gumes, bem como tantas outras engavetadas pelo Executivo, tais como: Lei das Sacolinhas Plásticas, Lei de Carga e Descarga, Lei para Criação do Conselho Municipal de Segurança Pública, entre outras