* Por Irlando Oliveira

Imagem reprodução Google.
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Como criaturas que somos, necessária se torna a nossa “religação” com o Criador; a sintonia com a nossa Origem, da qual tudo na vida dimana. Levados pelas tribulações do dia a dia, pelos afazeres domésticos e profissionais, nem sempre nos damos conta de que a nossa essência é espiritual e, em assim sendo, é fundamental buscarmos respostas para as nossas inquietações. E a proposta das religiões – todas elas – é, dentre outros benefícios que traz às sociedades, nos oferecer tais respostas!
De onde viemos? Por que estamos aqui? Para onde vamos após o nosso traspasse? Essas e outras perguntas sempre nos inquietam e nos instigam a perquirir e a buscar informações esclarecedoras. As religiões, através dos seus respectivos postulados e rudimentos, nos apresentam explicações valiosas para direcionar as nossas condutas, dando-nos o entendimento necessário para fruirmos uma vida alegre, saudável e, acima de tudo, de paz – anseio de todos nós.
Costumamos dizer que não existe a melhor religião. O importante é nos encontrarmos e nos identificarmos com ela. Assim, não importa se somos católicos, espíritas, evangélicos, presbíteros, etc. O que releva é sermos um bom católico, um bom espírita, um bom evangélico, um bom presbítero! O que é crucial é cumprirmos os seus postulados; é estudarmos com dedicação e esmero a religião que esposamos, evitando, desta forma, assumirmos uma atitude puramente passiva, através da qual ficamos apenas absorvendo os ensinamentos dos seus pregadores e oradores. Aliado a isso, que busquemos as informações na fonte, a fim de melhor compreender.
As religiões assumem, por outro lado, uma função social de alta relevância, já que buscam dar sentido às nossas vidas, conduzindo-nos à senda do Bem. Nos inúmeros templos espalhados por nossas cidades, tanto pessoas sadias quanto desesperadas são recepcionadas com o carinho e o respeito devidos. Campanhas de caridade são sempre levadas a efeito como forma de propiciar às famílias necessitadas o lenitivo para as suas almas. Fiéis se prontificam, dentro de suas respectivas áreas profissionais, a colaborarem dentro do que for possível, levados pelo espírito de fraternidade.
Portanto, cada um de nós, dentro da religião que nos vinculamos, sempre teremos um campo fértil de atuação, já que “a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos” – Mateus 9:37. Teremos sempre algo a oferecer e a doar, emprestando o nosso contributo pessoal, concorrendo não para a prática do proselitismo – que em muitas das vezes soa agressivo, sem querer aqui entrar no mérito da questão -, mas para a prática do Bem, aceitando as pessoas como elas são e respeitando as religiões que se fidelizaram.
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

* Por Irlando Oliveira

Podemos traduzir o termo inglês bullying como sendo um ataque frequente, sistemático, a quem quer que seja, quer de natureza física e/ou psicológica. Toda e qualquer brincadeira, quando direcionada a alguém, de forma sadia e lúdica, é aceitável e até muito bem-vinda, já que tal acontecimento faz parte das relações interpessoais, tão necessárias e importantes para o convívio social. Agora, quando a “brincadeira” passa a causar incômodo e desconforto, é preciso parar; darmos um basta, pois a sua continuidade pode causar sérios prejuízos a quem é direcionada, principalmente quando se trata de criança e adolescente, devido ao fato de estarem em processo de formatação do seu caráter e da sua personalidade, dentre outros fatores.
thumbnail_img_6225Eventos de bullying sempre existiram, apenas recentemente é que foram estudados e teorizados. Nos últimos anos, um chamou-nos atenção, diante do trágico acontecimento. O “palco” foi a Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro do Realengo – Rio de Janeiro, no dia 07/04/2011, através do qual Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos, ex-aluno do referido estabelecimento de ensino, o invadiu, armado com dois revólveres, e começou a disparar contra os alunos presentes, matando doze deles, com idade entre 13 e 16 anos, e deixando mais de treze feridos, cometendo logo após o suicídio, ante a presença da polícia. Estima-se que ele tenha disparado 66 tiros. Este fato teve tanta repercussão no cenário nacional que foi sancionada a Lei 13.277/16, que institui o dia 7 de abril como Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola.
Após analisada a tragédia do Realengo, constatou-se que Wellington fora vítima de bullying naquela escola. Ora, como o bullying a que fora submetido pode tê-lo levado à prática dos crimes? Como pode ter partido para o desforço depois de tanto tempo? Certamente, o bullying a ele direcionado, ainda quando discente daquela escola, o incomodou por demais, o impactando psicologicamente a ponto de, quiçá, desequilibrar-se, levando-o a um transtorno psicótico, por assim dizer, ensejando os crimes por ele perpetrados.
Sabemos, perfeitamente, que nenhum de nós gosta de ser humilhado, debochado, vilipendiado e escarnecido! Quando alguém nos faz um elogio, nos respeita e nos considera, ficamos demasiadamente satisfeitos e felizes! Isso “massageia” o nosso ego! Como costumamos falar em nossas palestras, ninguém há que tenha tido a oportunidade de pedir ao Criador para vir ao mundo de uma ou de outra forma! Daí essa mescla e heterogeneidade de biotipos: uns gordos, outros magros; uns altos, outros nem tanto; uns de pele escura, outros de pele clara; cabelos lisos, cabelos crespos; olhos pretos, castanhos, azuis, verdes…
Todos nós nos apresentamos na vida com os atributos e os traços fisiológicos que nos são próprios para o nosso desenvolvimento e evolução espiritual! Desta forma, quem somos nós para criticarmos quem quer que seja! Quando apontamos o dedo indicador sinalizando o “defeito” de alguém, esquecemos que sempre teremos três dedos nossos apontando também para nós! Isso equivale dizer que temos mais “defeitos” do que a outra pessoa. Mas normalmente enxergamos o “defeito” alheio! Somos iguais! Tais noções precisam ser discutidas no seio da família – como célula máter da sociedade -, como forma de despertarmos nos nossos filhos este entendimento, e concorrermos para uma sensível diminuição de eventos de bullying, os quais têm trazidos sérios danos às sociedades, na escola e fora dela!
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

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Nesta terça-feira (6), as escolas estaduais irão promover 12 horas seguidas de atividades para integrar as escolas, as famílias e a comunidade local. Trata-se do ‘#TransformaÊ: Virada Educacional Bahia’, que será realizado simultaneamente nas escolas da capital e do interior. Por meio da iniciativa da Secretaria da Educação do Estado serão realizadas atividades como oficinas, debates, exibição de filmes, intervenções sociais, revitalização de espaços, exposições artísticas, jogos educativos e apresentações culturais.

O CETEP de Macaúbas, também irá participar desta iniciativa bem como todas as unidades escolares que  já estão sendo mobilizadas e se preparando para a atividade, que possibilitará a troca de experiências, a apresentação de projetos de arte, esporte, cultura, ciência, inovação e empreendedorismo desenvolvidos durante o ano letivo 2016, promovendo o protagonismo estudantil. Além disso, a iniciativa irá oportunizar discussões sobre potencialidades e metas para o Ano Letivo de 2017. Afirma a Secretaria da Educação do Estado em nota.

Finaliza nota e informa que odas as ações têm como foco a valorização da escola pública e uma das perspectivas é a de que o evento também fortaleça, nos estudantes, o sentimento de pertencimento da escola pública como um bem de todos, fazendo com que contribuam com a preservação do patrimônio público. 

Fonte: Ascom/Secretaria da Educação do Estado


* Por Irlando Oliveira
thumbnail_img_6130Limitadíssimos pelos cinco sentidos (tato, olfato, paladar, visão e audição), o nosso espírito perde a sua capacidade de se manifestar, em toda a sua plenitude. Aliado a isso, o nosso projeto reencarnatório é consistente de algumas elaborações congênitas, as quais são adredemente preparadas e articuladas ainda no plano espiritual, objetivando algumas limitações. Deste modo, percebemos pessoas que, por mais se esforcem, jamais conseguem ou têm muitas dificuldades de alcançar seus intentos, quer numa manifestação cognitiva, quer numa expressão corporal, quer numa retórica ou eloquência, etc.
Por outro lado, por mais que consideremos o nosso vocabulário vasto, ele ainda se apresenta tacanho, vago e mesquinho, a ponto de algumas mensagens do além não poderem ser-nos passadas devido não termos condições de compreendê-las; devido o outro plano da vida não poder transmití-las, em razão de não termos como decodificá-las! Mundos há que os seres contam com, por exemplo, 18 sentidos! Isso dá ao Ser uma capacidade imensurável de compreensão – as suas percepções são bastante dilatadas. As nossas limitações nos levam, por assim dizer, ao entendimento de vermos e percebermos alguns problemas existenciais como simplesmente inextricáveis.
O certo é que precisamos, e muito, praticar a humildade, deixando a soberba e a vaidade de lado, buscando o entendimento de que estamos na condição de aprendiz. Com toda sapiência que caracterizava o filósofo grego Sócrates, à época, ele apenas dizia que nada sabia! Quanto mais estudava e “conhecia”, ele entendia a sua insignificância, vez que o conhecimento é multifacetado.
O nosso espírito, para manifestar-se nesta vida, em todos os sentidos, necessita da aparelhagem fisiológica em condições de favorecê-lo. Dia virá que as potencialidades que se encontram em dormência em nosso íntimo serão despertadas, oportunizando-nos o entendimento para aquilo que ignorávamos, justamente em razão de tais limitações, as quais ainda nos marcam devido às nossas necessidades, e ainda não nos são dadas as oportunidades de conhecê-las! Pelo menos por enquanto!
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

* Por Irlando Oliveira

Na obra “Amor, imbatível amor”, de Joanna de Ângelis – Espírito, psicografada por Divaldo Pereira Franco, percebemos que a nossa trajetória na vida é caracterizada por passagens traduzidas através das incontáveis vivências e experiências que nos permitimos. Esses acontecimentos são valiosos para aprimorarmos o nosso espírito, o qual vem se arrastando ao longo de toda a sua existência com uma única finalidade: progredir – intelectual e moralmente. Assim, não podemos malbaratar esses momentos, buscando extrair o máximo de proveito de todos eles.
img_6050Algo existe em nosso íntimo que nos impulsiona a avançar, mas que também pode concorrer como verdadeiro empeço para a nossa evolução, considerando os registros em nosso arcabouço psicológico – nossa essência -, oriundos das múltiplas experiências na carne e fora dela. Deste modo, foram identificados no medo, na inibição e na timidez atitudes comportamentais marcantes da personalidade que nos prejudicam, sobremaneira, em nossas empreitadas, na nossa forma de agir e atuar na sociedade.
Venceremos esses algozes na medida em que os encararmos com determinação e persistência. Constitui atitude impostergável! Deveremos fazê-lo, aos poucos, naturalmente. Sempre buscando, antes, nos prepararmos para as situações que os ensejarão. Tal postura assume caráter relevante para transpormos esses obstáculos que tanto impedem o nosso progresso. Também, a forma com a qual somos educados pelos nossos pais tem interferência em nosso comportamento. Pais excessivamente castradores e dominadores terminam por favorecer a instalação desses algozes. Da mesma forma, eventos de bullying – em casa, na escola e na sociedade -, caracterizados por ataques psicológicos frequentes, afetam o Ser em desenvolvimento, criando verdadeiras barreiras, as quais levarão à instalação de tais algozes.
O Universo conspira para nos auxiliar, bastando assumirmos o desafio que se faz premente. Pessoas há que se deixam dominar pelo pavor ante tais desafios, somatizando situações que as levam ao desequilíbrio emocional, o qual abala toda a estrutura fisiológica, impedindo a fluidez e a coerência do pensamento. Nossa mente é dínamo poderoso, a ponto de, aturdida e desequilibrada, afetar o nosso corpo. Por mais difícil que possa parecer, deveremos nos engajar no propósito de superar as nossas dificuldades apresentadas por conta do medo, da inibição e da timidez, como forma de fazermos desabrochar as nossas potencialidades, as quais jazem latentes em nosso imo.
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora

* Por Irlando Oliveira
small_688-dia-da-bandeiraNo Brasil, o dia 19 de novembro destina-se à comemoração do Dia da Bandeira, considerando o fato de ter sido esta a data, no ano de 1889, que a nossa bandeira foi adotada. Hoje, também, é o dia próprio para avaliarmos como esse nosso país tem andado em sentido contrário ao lema político positivista do filósofo francês Augusto Comte, insculpido em nossa flâmula, através do dístico “Ordem e Progresso”.
Passaram-se 127 anos desde a adoção da nossa insígnia e, apesar de todo o avanço da ciência e da tecnologia – aqui no Brasil e no mundo -, podemos inferir que a atual conjuntura não representa aquele anelo positivista, já que a ordem cedeu lugar à anarquia e à anomia, e o progresso ficou num estado de estagnação, culminando numa crise política e econômica sem precedentes. Aqueles que ocupam os locais de proeminência no cenário político carecem de exemplos dignificadores e basilares para alavancar qualquer tentativa de sentimento de ordem e de justiça. Em razão disso, o país perde credibilidade no cenário internacional, dificultando, por demais, os avanços para que consigamos o tão almejado Progresso.
Como tudo está fadado ao progresso – tanto dos mundos, quanto das pessoas -, os sinais de mudança são visíveis, a exemplo das Operações Lava Jato, Chequinho, dentre outras, através das quais houve a prisão de parlamentares, ex-Chefes do Executivo de Estado, e demais “autoridades”, dando-nos o entendimento de que aquilo que antes era impossível, agora é possível!
Como toda mudança no campo social demanda tempo – porque envolve hábitos e costumes -, deixemos o imediatismo de lado, já que muitas acontecerão e não as veremos; quiçá nossos descendentes! Mas é importante que aconteçam como forma de concorrer para que o referido dístico “Ordem e Progresso” possa valer, contribuindo para que tenhamos um Brasil Ordeiro e Progressista, de modo a termos orgulho do país em que vivemos e que tenhamos motivos, à saciedade, para comemorarmos o Dia da Bandeira!
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major-irlando* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia,
no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora/BA. 

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