thumbnail_Aula Inaugural 2017 na Escola Parque 270

A aula inaugural da rede estadual de ensino, nesta quarta-feira (8), foi uma grande celebração do conhecimento. Além das novidades para as escolas anunciadas pelo governador Rui Costa e pelo secretário, Walter Pinheiro, como a implantação dos coordenadores pedagógicos nas escolas e a parceria com a Google INC, a aula contou com a participação dos estudantes de escolas da capital e do interior. Eles apresentaram projetos de Arte, Cultura, Ciência, Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo, desenvolvidos em sala de aula, emocionando o público que estava no auditório do Centro Educacional Carneiro Ribeiro – Escola Parque, ou que acompanhou a transmissão ao vivo pela TV Educativa da Bahia (TVE) ou pelo Portal da Educação.


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Publicado pela Editora Perse, o Verdades da Vida, é uma coletânea de crônicas do escritor Haroldo Luiz Cardoso Gumes, nascido na cidade de Caetité, e em Macaúbas criou raízes, filhos e hoje “observa” netos, bisnetos e com carinho especial, tão quanto os “galhos” de sua árvore genecológica descendente: a Literatura, a qual tem licença na Língua Portuguesa e em sua Literatura Brasileira, além de ter lecionado português, diretor de colégio e no intermeio disso prefeito de Macaúbas… Sua extensa biografia não se  separa do homem público, do professor e do escritor, atrelada através da paixão pela leitura. escrita e da história de vida no “burgo” macaubense!…

Verdades da Vida – Crônicas – está disponível a venda no portal da editora CLIQUE AQUI em duas versões, no formato tradicional e se desejar o leitor baixar em PDF CLIQUE AQUI e veja uma amostra, um aperitivo para os amantes da leitura e das crônicas… Veja algumas informações técnicas do livro a partir de informações da editora:

Sinopse

Este livro apresenta uma compilação de crônicas que falam do cotidiano de nossas vidas, como antropologia, sentimentos,e hAROLDO 2moções, vida em sociedade, e amor.

                 Informações e descrição da obra

Categoria(s):Literatura Nacional
Idioma:Português
Edição/Ano:22017
Numero de paginas:354
Peso:453

Tipo de Capa:Capa cartão
Acabamento:Brochura sem orelha
Papel:Offset 75g
Formato:14 x 21 cm
Miolo:Preto e branc


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* Por Irlando Oliveira

Outrora, o planeta que nos alberga já fora um mundo primitivo – o primeiro estágio da sua escalada evolutiva -, caracterizado pela total ausência do conforto, da indústria e da tecnologia. Isso há algumas centenas de milhões de anos, no período jurássico e do homem da caverna, bem antes até mesmo da descoberta do fogo. Naquela ocasião, a inteligência ainda estava em estado de latência, em gérmen, aguardando o momento oportuno para desabrochar, o que aconteceria, natural e concomitantemente, com a chegada do seu segundo estágio evolutivo: planeta de expiação e de provas.
Enquanto mundo primitivo, os habitantes do nosso planeta experimentavam dificuldades acerbas para viver, pois tudo era extremamente difícil, já que não dispunham de qualquer ferramenta para facilitar as suas atividades, as quais eram básicas, ante à ausência do intelecto. Entregues às intempéries, buscavam abrigo nas cavernas naturais, disputando-as com outros animais. As suas eram necessidades primárias, objetivando tão-somente o atendimento do estômago e do sexo. Se digladiavam sempre uns contra os outros, pois simplesmente inexistia sociedade, sequer seu embrião, convivendo apenas em bandos, tais quais ajuntamento de aves ou outros animais.
Na atualidade, vivemos em um mundo de expiação e de provas, carpindo os nossos erros, tentando repará-los como forma de alçarmos vôos mais altos no nosso périplo evolucional. Desenvolvendo virtudes e aparando arestas dos vícios que ainda remanescem em nós, os quais tanto nos caracterizam. Já usufruímos de relativo conforto, bem como dos benefícios da indústria e da tecnologia. Temos todo o ferramental à nossa disposição, para o mister que se fizer necessário. Vivemos em sociedade organizada, mas ainda convivemos com o mal, pois este ainda supera o Bem, atributo marcante desse segundo nível evolutivo dos mundos, até que logremos alcançar o dia em que este orbe se transmudará em um mundo de regeneração, onde o Bem suplantará o mal, característica deste terceiro estágio de desenvolvimento dos mundos.
Apesar de todo esforço engendrado na transposição da Terra para um mundo de regeneração, muito há ainda que se fazer. Verdadeiras hostes de Espíritos de luz têm secundado o Governador deste planeta – Jesus Cristo -, para que esse desiderato suceda o mais breve possível. Em razão do nosso imediatismo, considerando a efemeridade da vida aqui na Terra, às vezes chegamos a pensar que tal empreitada é lenta por demais, principalmente ante os últimos acontecimentos trágicos que tiveram lugar no planeta, e no Brasil a situação não tem sido menos lamentosa. Assim como Capela – mundo de regeneração situado na Constelação do Cocheiro -, que teve vários espíritos degredados para a evolução daquele mundo, a Terra passará pelo mesmo processo, exilando do nosso planeta espíritos empedernidos que estão a interromper a marcha do progresso, a qual será inexorável!
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

Livro de Lázaro

* Por Lázaro Cunha Morais.

Depois do livro “Perguntas e respostas sobre atividade física e saúde”, lançado em 2011,  estarei lançando em breve um novo livro cujo tema é: Atividade Física Como Parte de um Tratamento não Farmacológico para Diabéticos, Obesos e Idosos. Levando em consideração o aumento na expectativa de vida em especial do brasileiro, assim como o aumento nos casos de obesidade e diabetes no nosso país. Este livro tem o objetivo de esclarecer na medida do possível, o processo fisiológico e biológico responsável pelo desenvolvimento dessas patologias ao longo de uma vida sedentária e ao mesmo, tempo mostrando caminhos através da atividade física na superação desses problemas. Também é voltado para aquelas pessoas que desejam ampliar seus conhecimentos no que diz respeito a um envelhecimento saudável sem a perda da sua autossuficiência e ao mesmo tempo, entender como a atividade física é usada no controle da diabetes e na luta contra a obesidade.  Público alvo: profissionais da área de saúde no gral, professores, estudantes e demais interessados.

Aguardem em breve estarei lançando.”

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*  Lázaro Cunha Morais, professor de educação física, escritor e empresário “fitness”.


* Por Irlando Oliveira
thumbnail_IMG_6705 (1)Ao longo da história da humanidade, a mulher sempre se viu subjugada, humilhada e vilipendiada, remanescendo tais traços na atualidade, em alguns países, mormente no Oriente Médio e África. Analisando a conquista da liberdade e emancipação da mulher, vamos encontrar no século XVIII, em plena Revolução Francesa, a sua luta pela conquista do voto e, via de consequência, da sua cidadania. No século XIX, no ano de 1842, fomos brindados com o livro do eminente escritor francês Honoré de Balzac, intitulado “A mulher de trinta anos”, conferindo às mulheres desta maravilhosa idade o adjetivo de “Balzaquianas”, representando, dentre outros fatores, o ápice da vida amorosa. No século XX, mais precisamente em 1949, foi lançado o livro da ínclita escritora e filósofa existencialista francesa Simone de Beauvoir, denominado “O segundo sexo”, o qual norteia o Movimento Feminista Moderno, nos apresentando sua célebre frase: “Não se nasce mulher; torna-se mulher”. Neste mesmo século, a Carta das Nações Unidas, em 1945, e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948, têm como fundamentos a igualdade de direitos entre homens e mulheres e a não-discriminação destes. Num passo seguinte, em 1979, houve a Convenção da ONU sobre a eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher, a qual obteve um substancial número de ratificações pelos Estados-Partes (168, em 2001), em que pese apresentar um expressivo número de reservas – todas atribuídas a culturas radicais. Em 1994, no âmbito da Organização dos Estados Americanos (OEA), foi realizada em Belém do Pará a Convenção interamericana para prevenir, punir e erradicar a violência contra a mulher.
Notamos, assim, que foram inúmeras as conquistas das mulheres ao longo desse período, as quais lograram ainda, aqui no Brasil, a Lei Maria da Penha, em 2006, e a Lei do Feminicídio, em 2015. Mas algo tem nos inquietado, pois percebemos que, na atualidade, algumas mulheres têm se permitido a condutas extremamente equivocadas, já que têm confundido – ao que nos parece – liberdade com libertinagem. Desta forma, analisando os significados dos referidos verbetes, à luz do dicionário, vamos encontrar liberdade como sendo o “direito de proceder conforme nos pareça, contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem; condição de quem goza de liberdade; conjunto das ideias liberais ou dos direitos garantidos ao cidadão”. Ao passo que libertinagem se traduz naquilo “que ou quem revela um comportamento moralmente desregrado, centrado nos prazeres sexuais; devasso”.
Assim, pensamos que, como a mulher esteve ao longo da história sempre reclusa, limitada no seu comportamento e no seu proceder, algumas se mantêm nessa conduta atávica, agindo e atuando pessoal e profissionalmente como mulher, sem perder seu brilho e sua dignidade. Contudo, outras têm apresentado comportamento completamente diverso, causando perplexidade à sociedade, devido ser algo que macula a figura feminina, pois temos constatado atos de exibição do corpo, através do nudismo na internet, de “danças” inomináveis, já que não apresentam nada de sensualidade; pelo contrário, de degradação! Sem contar os vídeos pornográficos veiculados nos grupos de “WhatsApp”, em que algumas se permitem se desnudar literalmente, sem medo, pudor ou vergonha, conspurcando a própria dignidade! Assim, nos perguntamos: em troca de quê?
Não é porque a mulher conquistou a sua liberdade – como vimos, com muita luta – que poderá se permitir a condutas degradantes. É preciso cautela! A beleza, a elegância e a maravilha da mulher reside na sua feminilidade, na sua doçura e na sua sensualidade natural, pois tais atributos são ínsitos de qualquer uma! A mulher que se permite a condutas de baixeza moral perde seu valor perante qualquer homem! Os chamados assuntos de alcova somente dizem respeito ao casal, pois o que sucede entre quatro paredes representa a intimidade dos enamorados, devendo ser algo apenas destes, apesar de sabermos dos inúmeros desvios sexuais que muitos são portadores.
Desta forma, que as famílias possam orientar e acompanhar suas filhas, dando-lhes as noções e o entendimento do presente texto, sob pena de vermos, a cada dia, a mulher se comprometendo no seu real papel na sociedade! A ela, está reservada a experiência de uma vida plena, mas sem comportamentos vis, pois a emancipação da mulher foi algo conquistado com muita luta, apesar de ainda termos, culturalmente, civilizações que as tolhem nas suas condutas e formas de ser.
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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.

Este é o falso "Morromi e/ou "Morrumbi"....
Este é o falso “Morromi e/ou “Morrumbi”….

O Morumbi, bairro nobre paulistano, da capital do estado de São Paulo o qual também dá nome a um estádio de futebol, Morrumbi e/ou Morrumi, tanto faz, as diferenças são dantescas que comparadas ao primeiro no entanto, talvez seja necessária a diferenciação do que seja igual? Sim, pois às vezes os iguais são incompatíveis? Não, os diferentes é que são compatíveis com os não iguais!…

O Morrumbi, seria talvez a junção de três elementos, um morro (de monte e não do verbo morrer) + o oposto de “bom”? Ou seria a bebida caribenha, o Rum? Fiquemos com a segunda opção, pois o morro é bom (morro de monte!) E finalmente soma-se mais um vez, que é o Bi, de bis!… Tipo Bi bom, o Morrumbi é “bi bom”!..

E o “Morrumi”, talvez quem sabe a junção óbvia de Morro + Mi… E o Mi… Obviamente não é o “mi” do índio, que quer dizer “eu”, ou melhor, ele o índio!… E sim, e quem sabe o Mi lendário homem do “carro de pão”, pai do afortunado, bem posicionado, construtor, desbravador, pioneiro e empreendedor Robertinho de Mi… Nada menos o cara que diz ter construído em Macaúbas mais de 200 imoveis, desbravador de “árvores”, de micro ecossistemas, de barrancos outros e do início da “morte” que é crescente de uma cidade que se expande irregularmente sobre seus morros, áreas “desescrituraras“, quem sabe é este mais um “neologismo”   tão inexplicável quanto o “Morrumi”?…

Quem sabe Macaúbas não acaba “suicidando” a morte dos morros e poe fim ao fim dos morros!… Ressuscitá-los impossível!… Reencarná-los jamais!…

Então: coloquemos sobre a mesa de discussão a sua ampla e engavetada legislação (a do município de Macaúbas): o seu Plano Diretor, sem navegador, sem rumo e sem dono!… E para rimar, onde tudo em Macaúbas é feita (parece), sem prumo e sem  pudor!…

Este é o verdadeiro Morumbi de Macaúbas!...
Este é o verdadeiro Morumbi de Macaúbas!… Ou não?

Explicando os motivos: 

A desnecessidade do texto se deve apenas, o que se fez útil, como toda coisa “boa e desnecessária”, a indagamentos em redes sociais (bem como em mensagem ao Blog) sobre o nome do bairro onde está a venda um imóvel anunciado neste blog, veja aqui, quem sabe você não o compra e ai, poderá dizer por lá,  que mora no Morumbi…

O texto foi classificado na categoria “cultura”, por questões éticas!…


“Ambiente limpo não é o que mais se limpa, e sim o que menos se suja”

 e/ou

Sujemos menos... Melhor, não sujemos! (Imagem cedida)
Sujemos menos… Melhor, não sujemos! (Imagem cedida)

“Lixo em lugar impróprio é constatação de povo sem amor próprio”

Esta é a mensagem que está em diversos toneis espalhados por muitos pontos da cidade de Macaúbas, colocados pelo governo que tem como “slogan”: Um Novo Começo Para Reconstruir Macaúbas, e manter a cidade limpa parece ser uma das prioridades deste novo governo do prefeito Amélio Costa Jr (Amelinho), no entanto, se não tiver a cooperação de sua população todo e qualquer esforço não terá sucesso…

Jogar lixo na rua é uma questão cultural, principalmente de “povos” com baixa cultura e escolaridade, não é “exclusividade” apenas de populações de baixa renda, é comum ver “meninas (os) bonitinhas“, bem vestidas (os), de “boa família” e de “classe média”, jogando lixo na rua, seja do simples papel de bala, a goma de mascar, copos de sorvetes, lata de refrigerante…

Praça da Matriz... Pega mal - coloque no seu bolso o papel de bala!...
Praça da Matriz… Pega mal – coloque no seu bolso o papel de bala!…

Apesar dos “tonéis” serem uma medida necessária em muitos casos, eles só farão efeito se a população “acerta” o cesto de lixo… Lixo em lugar impróprio é constatação de povo sem amor próprio… Quem loga lixo na porta de sua casa, primeiro este (a) cidadão (ã), não gosta de si mesmo, de sua família, de sua casa… Imaginemos nós, de sua rua, de sua cidade ou de seu país? O Poder Público deve despertar o “nacionalismo municipal”, provocar o sentimento do BEM QUERER A MACAÚBAS… O bem querer a Terra Amiga… Que tenha a Macaúbas, amigos de verdade, amigos gratos e não “ratos”!… Pois quem gosta de LIXO é rato (a)!…

Além dos toneis Maca´buas precisa de mais infraestrutura!... Rua 2 de Julho
Além dos toneis Maca´buas precisa de mais infraestrutura!… Rua 2 de Julho

Se toda Macaúbas (inclusive eu, você… Nós) não iniciar um novo começo para que o município seja reconstruído, não há administração pública que faça isso sozinha…

... E o maior preço por tudo isso quem paga são os próprios moradores...
… E o maior preço por tudo isso quem paga são os próprios moradores… E jogadores de lixo!…

Os toneis devem ser uma ação PROVISÓRIA, pois estes “lixinhos” devem ser EXTINTOS, devem não mais existir… E para isso, é lógico que necessita de ações da Prefeitura principalmente em infraestrutura, um caso que perdura há mais de 184 anos, é a Rua 02 de Julho, o famoso “Alto da Matança”, onde lá existia há algumas décadas um matadouro… Ali, segundo informações preliminares do atual governo, deve ser construído uma praça de convivência, mas antes disso, deve ser concluída a obra do esgoto…. Já o “lixinho” ao lado da nova cobertura da Praça da Feira, onde sempre é ateado fogo, também deverá ser resolvido quando for concluída aquela obra... Ou seja, um ação depende da outra… Mas poderia ser diferente se a população cooperasse mais!…