E nada melhor que começar pelo início, onde tudo inspirou: no Coité, onde há ainda ruinas da capela à Imaculada Conceição! Mas, melhor começar é pelo nosso lar… Do nosso comer, descomer e de nossa privada, onde descarregamos nosso “estrume” do nosso consumo… E por gravidade puxamos o cordão e descartamos além de boas ações, pensamentos “in natura”, que pelos canos descem à Rua da Garganta, acompanhados por algumas centenas de litros da limpa água dos Tingues ou da Biquinha, que nem mais bica tem!..

E seguimos com este “pensamento”, imaginando que merda é essa… Que parece entalada em nossa goela, passa então pela Praça da Imaculada Conceição, ao redor do Templo da oração e também pelo Passo Municipal, talvez quem sabe, maculado pela corrupção… E de vidas tortas, errantes, somos nós protagonistas de nosso tempo…

E desce a subida da torta via do Doutor, a Rua Direita… Que no seu final se estreita no trevo de quatro saídas, a do  Arião, a da Flores da Cunha… E ganha sua independência e morte na 2 de Julho… E lá  cai a céu aberto e encontra bocas e narinas fechadas… E continua deturpada, mais massa que água, uma sopa vergonhosa… E que para muitos parece obra honrosa!…

Ladeira a baixo sempre é mais fácil, e certamente passa pelo Mamão, verde ou amarelo, se maduro, é impuro!… Ora, só nos resta a reza, a prece daqueles que já são incrédulos… E a indecência, tende ainda a descer mais… Até a Olaria… Das lagoas, da Várzea  do Boi… Do lago belo e esquisito!… E inspira o ativista Kallif: “Horrivelmente Linda“!…

Vázea do Boi... Onde também chega o esgoto de Macaúbas (Foto Helivelto Lima)
Várzea do Boi… Onde também chega o esgoto de Macaúbas (Foto Helivelto Lima)

05 de Junho Dia Mundial do Meio Ambiente…

      E em que Meio está o nosso Ambiente?

Se Quente?

Certamente por sermos imprudentes…

Por ação do Ser inconsequente!…

E o nosso Ente?

Público e impopular… “In popular”!…

Por não está dentro do povo ou do “despovo”… Desprovido!…

Se Frio?

Certamente pela falta de ação do trio:

Municipal, Estadual da União do sistema pátrio…

Do refrigerado gabinete,  desgelo polar, do esgoto a escapar pelo rio…

Se Meio Ká, Meio lá?

Morno… Norma… Como água que causa vômito!…

Como Lei Ambiental… Etc e tal…

_______________________________________________________

(Alécio Brandão, em “descomemoração” por apenas um dia planetário para o Meio Ambiente)

“Boacaúbas, baiana, latina americana… Quinto dia do sexto mês do ano de 2016…

Lagoa da Olaria: tão horrível quanto linda. Sobre as Algarobas berçário de Garças... Abaixo as desgraça!...
Lagoa da Olaria: tão horrível quanto linda. Sobre as Algarobas berçário de Garças… Abaixo a desgraça!…

Vista parcial da Feira (Fotos Portal de Macaúbas)
Vista parcial da Feira (Fotos Portal de Macaúbas)

Conforme nota do Portal Macaúbas, do comunicador Dudu Souza, Iniciou na tarde deste sábado 04 , a  Tropicália Feira Interativa que terá continuidade neste domingo, das 16h às 21h na Praça do Coité.

Tropicália-Feira-Interativa-Macaúbas-Capa

Segundo nota, “na Tropicália Feira Interativa você poderá encontrar de objetos utilitários e a peças vintage, brechó, dicas de beleza e saúde, artesanato, livros, discos, objetos de arte e exposição fotográfica.”

A nota é finalizada informando que a Feira têm vários ambientes como espaço gourmet com comidas naturais, crepes, coxinhas especiais e outras delícias; espaço infantil, pensado e dedicado especialmente para as crianças com conforto e segurança e espaço saúde com dicas e oficinas esportivas. Tudo isso regado com música de artistas radicados em Macaúbas, apresentações de dança, teatro, roda de capoeira e sarau poético.”


    – CERCA DE PEDRAS –

Estrada de acesso ao Pajeú. (Foto Jobijander )
Estrada de acesso ao Pajeú. (Foto Jobijander )

                                                                                                                  

* Por Jobijander Pinto da Purificação

Quantas vezes passamos por elas e nem notamos a sua grandeza. As pessoas não se dão conta do tamanho da importância histórica, artística, cultural e arquitetônica que há por traz de uma cerca de pedras. Considerado por alguns, um legado, um registro imponente e duradouro, que resiste a passagem dos tempos e as ações nocivas do homem.

As novas gerações, talvez, desconheçam sua origem, mas, segundo autores, elas começaram a serem erguidas pelos Índios, de maneira arcaica e irregular, e logo depois, melhoradas pelos Escravos, e, Sertanejos humildes e carentes, em meados do século XIX; pelos Escravos ao custo de suor, sangue, lágrimas, chibatadas, até mesmo cantorias eram ouvidas, para esquecer o sofrimento e alegrar o trabalho árduo, isso, quando a criação de gado na região nordestina estava no auge.

P5190015

Conhecida em algumas regiões do nordeste brasileiro como: Mangueira, Taipa ou Cerca de Pedra, serve até hoje para demarcar limites de áreas rurais e confinamento do gado, lembrando que esse tipo de construção é resistente e duradouro, sem falar no valor ambiental, elas servem de abrigos para repteis, anfíbios, mamíferos e insetos tais como: Preás, Mocos, Pererecas, Rãs, Teiús, Cobras, Baratas de Madeira, Besouros e suas Larvas, Escorpiões entre outros¹. E na época das grandes estiagens, alguns desses animais citados, serviam de alimentos para saciar a fome, e manter a subsistência de famílias sertanejas desafortunadas². Mas o sábio povo nordestino notou ainda que a cerca uma vez construída, quando desmanchada pela ação de vândalos, animais ou pelo tempo, as pedras, não se deterioravam, e nem se perdiam, permaneciam no mesmo local, facilitando o manejo e a sua reconstrução, e não corre o risco de incendiar, e nem tinha a necessidade de derrubada de novas árvores, como as cercas feitas de estacas de madeira e arame farpado causando maiores impactos ambientais.

Existem relatos que foram varias as tentativas de apagar esse patrimônio histórico, um deles, foi pelo Ministério da Saúde, que em 1970 sob a suspeita que as cercas de pedras serviam de abrigo e criadouro para o então mosquito transmissor da Dengue o aedes aegypti; e em oura ocasião segundo relatos o DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, que demarcou as margens das rodovias federais, tendo então, de destruir as cercas que estavam às margens das estradas asfaltadas.

Ainda hoje, podemos notar no município de Macaúbas e região que Cercas de Pedras estão sendo derrubadas com autorização de órgãos públicos competentes (órgão estes que deveriam preservar) para abertura de loteamentos e vielas, e, as pedras retiradas das cercas, são simplesmente comercializadas para a construção civil, as pessoas desconhecem que cada pedra retirada, tem seu valor, sua história. Claro que o progresso tem que ser contínuo, mas, restrições devem ser impostas, Cerca de Pedra é cultura, e deve ser preservada. Avanço, preservação e cultura devem andar juntos, uma comunidade sem cultura perde seu rumo, sua identidade. Talvez por falta de conhecimento, ou mesmo pela ganância, o homem acabe por apagar parte de sua história, e suas origens, destruindo e desprezado o esforço feito pelos Índios, Escravos e Sertanejos, debaixo de tanto sofrimento, quando ergueram essas verdadeiras obras de arte, sem exagero, com estudos mais aprofundados, pode-se prever que, essas cercas tenham tanta importância histórica e cultural quanto a nossa Caatinga³  que é o único bioma exclusivamente brasileiro.

A intenção, não é barrar a economia nem o progresso, mas sim, alertar para o avanço consciente, as Cercas não são só Pedras, há vida e história em seu contexto, talvez planejamento e remanejamento seja a solução para esse confronto entre o avanço e a história.

Cada povo é que deve preservar, e dar valor ao seu patrimônio histórico.

Mas, nem tudo esta perdido, ainda existem pessoas conscientes, que mantém a tradição e a cultura herdada de seus Pais e Avós, tanto na região serrana quanto na região do baixio do município de Macaúbas, mantendo vivos esses monumentos arqueológicos, e outras que vem realizando um ótimo trabalho de conservação e preservação, independente da ajuda ou incentivo do poder público, como pode ser visto as margens da estrada vicinal, que dá acesso à comunidade do Pajeú nesse município, para ser mais preciso, no povoado denominado “Queimadas”, Cercas de Pedras estão sendo construídas, recuperadas e reerguidas ao longo das propriedades.

O Município de Macaúbas tem um excelente potencial turístico e cultural, com suas pinturas rupestres em cavernas e paredões rochosos; grandes, medias e pequenas cachoeiras; serras exuberantes, com suas belas paisagens; cruzeiros; danças típicas; culinárias regionais e diversas historiam centenárias; o município é rico em cultura, arte e história e nos não podemos deixar esse patrimônio acabar, sem ao menos compartilharmos e desfrutar com as presentes e futuras gerações.

¹ Preás(Cavia aperea), Mocos(Kerodon rupestris), Pererecas(Scinax perereca) , Rãs (Ranidae) , Teiús(Tupinambis) , Cobras(Serpentes), Baratas de Madeira(Blattella germânica), Besouros(Scarabaeidae) e suas Larvas, Escorpiões( Scorpiones);

² Caça de animais silvestres é proibida pela LEI Nº 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998.;

³ Caatinga (do tupi: ka’a [mata] + tinga [branca] = mata branca).

Texto escrito e montado no intuito de servir como base, incentivo e apoio para estudos futuros.

 _______________________________________________________________________

* O ambientalista Jobijander Pinto da Purificação, é Tecnólogo em Gestão Ambiental e Pós-Graduado em Direito Ambiental.

Texto baseado em relatos de moradores antigos;

Referencias:

phttp://www.portaldasmissoes.com.br/site/view/id/1423/cerca-de-pedra-da-epoca-dos-escravos.html

Cercas de Pedras

http://cicerolajes.blogspot.com.br/2015/06/patrimonio-historico-do-nordeste-cercas.html

http://www.rccfm.com.br/VisualizarNoticia/6149/historia-solida-que-as-cercas-de-pedra-contam.aspx#.Vz2rtfkrLIU

https://www.google.com.br/?gfe_rd=cr&ei=Q7A9V73QK8zM8AeUkJPgBQ&gws_rd=ssl#q=nome+cientifico+de+escorpioa

https://www.google.com.br/?gfe_rd=cr&ei=B7M9V6C-KezM8AfW34ioBw&gws_rd=ssl#q=Caatinga


Julho de 2012. Na Sala Escritores de Macaúbas, (na Biblioteca Pública, antiga Prefeitura), no lançamento do livro do Prof. Alan.
Julho de 2012. Na Sala Escritores de Macaúbas, (na Biblioteca Pública, antiga Prefeitura), no lançamento do livro do Prof. Alan…. Aqui a cidadania = Dever antes do Direito!

Por algum tempo no ano de 2009, o Prof. Ático se dedicava a escrever crônicas para um site de uma rádio de São José do Rio Preto/SP (Melodia Web), que entre outras programações transmitia ao vivo sessões espíritas, bem como mantinha um espaço literário para crônicas de diversos autores intitulada Janela Cultural. Há alguns anos o Prof. Ático reuniu todas estas crônicas num total de 47 textos, tratando de diversos temas e presenteou alguns amigos. Um projeto que será apresentado à direção da Fundação Cultural Prof. Mota para que estas crônicas sejam transformadas num livro em sua memória, o qual poderá ser vendido e assim arrecadar fundos para a manutenção de seus projetos.

É certo que em sua residência, que será transformada no Memorial da Casa Viva, há em seus arquivos alguns rascunhos, alguns quase prontos de livros inéditos, um que ele vinha trabalho há mais de duas décadas é o Dicionário de Gírias, segundo ele o maior do mundo e outro de tema interessante e sempre atual é sobre corrupção, desde o Brasil Colônia (que nunca deixou de ser), até a “contemporânea malandragem” dos dias de ontem e de hoje… Estas são as “heranças” mais valiosas do Prof. Ático, a transferência de seu saber, inteligência, sensibilidade cultural, traduzidas em palavras, crônicas, poesias e livros… Um verdadeiro “ourives da palavra“… É nosso dever resgatar a Ourivesaria Prof. Ático, abrindo, mantendo e fomentando o seu “Calvário” e lá instalando o Memorial da Casa Viva… Para que seja lá, um garimpo de portas abertas como ele sempre desejou!…

E para lembrar o segundo mês de sua transferência de Plano Espiritual, nada melhor lembrar o exemplo de cidadão que o Professor Ático é.. É em respeito as suas concepções Espíritas, pois sua alma desvinculou de sua matéria, mas – não de nós ou de muitos de nós entre todos, não!..

Cidadania! Cidadania! Cidadania! Que é isso?

*Prof. Ático Mota, em 14 de fevereiro de 2009…

DSCN9295“Não sei se todos os meus caros leitores já observaram que existem algumas palavras, frases e conceitos que nascem, vivem e, por vários motivos, vão morrendo aos poucos. 
Os mais resistentes são os provérbios, cuja gênese se apóia diretamente na velha experiência. Contudo, existem termos, quando ainda em pleno vigor, que se apresentam como ruidosos refrãos. Neste caso, em nossos dias, temos o vocábulo cidadania, verdadeira coqueluche! Virou uma irresistível moda na imprensa falada e escrita! Será que todos aqueles que usam e abusam deste nome já meditaram profunda e seriamente a respeito de sua origem, evolução e, sobretudo, sobre a sua prática efetiva em nossos conturbados dias? Pelo contrário: acredito que, não raras vezes, brincam muito com ele… A remota origem do conceito de cidadania liga-se evidentemente à cosmovisão política oriunda das cidades-estados, herança cultural do universo greco-romano. Trata-se de uma palavra bastante antiga e demasiadamente séria. Juristas brasileiros – e de outros países – já esmiuçaram o seu significado e respectivos desdobramentos. Dentre eles, destaca-se o saudoso e lúcido professor Plácido e Silva em seu primoroso Vocabulário Jurídico (8ª edição, 1984). “Cidadania – reafirma o jurista – palavra que deriva de cidade, não indica somente a qualidade daquele que habita a cidade, mas mostrando a efetividade dessa residência, o direito político que lhe é conferido para que possa participar de vida política do país em que reside (pág. 427). Ora, a citação refere-se, explicitamente, ao direito político, mas na verdade, a sua abrangência é muito maior, pois também se-refere, portanto, a outros deveres, isto é, ao seu necessário alcance político-social. Aliás, insiste-se muito, no Brasil, no binômio enfatizante Direitos e Deveres. Na matemática, há uma afirmação axiomática: “a ordem dos fatores não altera o produto”. Mas, talvez no campo da psicologia coletiva, devêssemos alterar esta ordem para a seguinte: Deveres e Direitos, a fim de que, cada cidadão de per si, sobretudo num país em via de desenvolvimento, procurasse, mediante a sua atuação diária, apoiar-se primeiramente no cumprimento de seus deveres e assim fazer jus depois aos seus direitos. Este último ordenamento é primordial, pois ele iria efetivamente condicionar o próprio subconsciente coletivo. E direi ainda: Como insistir tanto sobre a prática da cidadania sem antes procurar saber como anda o poder judiciário brasileiro? A imprensa diária informa-nos, freqüentemente, que a situação dele não é das melhores, embora possa contar com magistrados capazes e funcionários dedicados. Os incapazes, relapsos, desonestos e desinteressados deviam ser inibidos ou afastados e, no último caso, reeducados. Em suma: deve-se premiar e enaltecer a legião dos bons e alijar e exorcizar os maus. Deve-se separar o joio do trigo. Impossível, volto a repetir: conciliar a crônica morosidade do nosso poder judiciário com a prática da cidadania plena!…” (Grifos nossos)

*11/10/1928… +26/03/2016… 26/05/2016…


Subvenção é um auxílio pecuniário (em dinheiro), em geral concedido pelo poder público. É uma modalidade de transferência de recursos financeiros públicos, para instituições privadas e públicas, de caráter assistencial, cultural, artístico, educacional… Sem fins lucrativos, com o objetivo de cobrir despesas de seus custeios. Uma Lei Municipal, aprovada pela Câmara de Macaúbas, autoriza ao Executivo/Prefeitura a repassar este incentivo à Fundação Cultural Prof. Mota, e há dez meses este valor que é de R$ 1.000,00/mês, não vem sendo repassado…

Além das lembranças...
Além das lembranças…

Em visita a Câmara na manhã desta terça feira, 24, o presidente em exercício Francisco Rego Bastos, Chico Padre, usou a Tribuna Livre da Casa, para “lembrar” aos vereadores que tal auxílio não vem sendo transferido à Fundação, a qual, após o falecimento do Prof. Ático no dia 26 de Março deste ano, vem passando por dificuldades, tendo três funcionários, despesas com água, luz, telefone, material de expediente e limpeza. O valor de R$ 1.000,00 repassados pela prefeitura subsidiava uma parte destes custos, a maior parte era complementada com recursos pessoais do Prof. Àtico, que era professor universitário aposentado.

Chico, em sua fala lembra das contribuições do Prof. Ático, através da Fundação, à comunidade de Macaúbas, eis algumas:

01- Criação da Associação Comercial e Industrial de Macaúbas – ACIMC, bem como cedendo por muitos anos espaço para funcionar sua sede;

02- Criação do Centro de Artesanato, onde dezenas de artesões em arte mineral foram formados que deram origem a uma Associação que funciona ao lado da antiga algodoeira (em frente ao Posto Macaubense);

03– Incentivo e criação do grupo das Irmãs Passionistas, que faz um belo trabalho junto a Igreja Catálogo e Pastoral da Criança;

04- Criação e manutenção do Museu Regional de Macaúbas;

05- Visita do Embaixador da Romênia a Macaúbas, reitor da UFBA,  com o fim de criar uma ponte para a tão sonhada Universidade e outras ações correlatas a realização deste projeto;

06- Criação e Manutenção da Biblioteca Pública, que funciona dentro da Fundação;

07- Realização de diversos concurso de Poesia; incentivo a produção literária como lançamentos de livros, descoberta de muitos escritores, ações culturais diversas…

Entre outras iniciativas…

Lembrar disso tudo, é um sinal de manter viva a sua memória, mais que isso, um sinal de gratidão pelo muito que o Prof. Ático fez por Macaúbas… Manter tudo isso, vivo e funcionando, não é uma homenagem ao Prof. Ático é uma homenagem  a Macaúbas…

11111111111
Lembrar do Prof. Ático é dar continuidade aos seus projetos…

Em retorno à solicitação do Presidente Chico Padre, os vereadores prometeram redigir um documento e entregar diretamente ao Prefeito José João Pereira e saber das razões da suspensão da ajuda à Fundação. Uma audiência deverá ser marcada entre membros da Fundação, vereadores e Chefe do Executivo, para resolver o problema.


Clóvis Filho e a poesia musicada por Tavico...
Clóvis Filho e a poesia musicada por Tavico…

Nina, o mais novo livro do poeta macaubense Clóvis Filho… Autodidata, como todo, Clóvis filho, reuniu amigos e celebrou com musica, na verdade é poesia cantada… O evento aconteceu na Fundação Cultural Prof. Mota, neste sábado, 14 – entre outras personalidades esteve presente o também poeta e presidente em exercício da Fundação, Prof. Francisco Bastos, o Chico Padre…

O escritor, em rede social, conclama pelas atividades culturais nas dependências da Fundação, bem como no Museu Regional…

 

 


*Por Irlando Oliveira

ETICAOs embates diários da vida representam processos de crescimento espiritual, os quais nos levarão à vitória ou à derrota, dependendo das circunstâncias. Muitos que se dizem vitoriosos não o são, pois a nossa experiência, na indumentária carnal, será a resultante de uma gama de ganhos e perdas, de erros e acertos, os quais nos auxiliarão no nosso processo evolutivo.

Na vida, tudo está fadado ao progresso. Não há lugar para involução; para retrocesso. No mínimo ficaremos num estágio estacionário; de estagnação. A cada amanhecer, renovam-se as nossas esperanças e perspectivas de avançar na senda do Bem, aproveitando cada segundo para esse desiderato nobre, sem o qual a nossa caminhada tornar-se-á assaz difícil, porque não dizer tormentosa.

Abre-se, assim, espaço para uma reflexão mais acurada derredor dos nossos passos, das nossas atitudes. Enquanto estivermos neste mundo, dificilmente lograremos fruir uma felicidade plena, perene. Teremos, sim, momentos de júbilo, os quais deveremos saber aproveitar, já que representam um lenitivo para as nossas almas.

A Terra ainda é um planeta cuja característica marcante é a de que o mal se sobrepuja ao Bem. Pelo menos, por enquanto. Assim como nós, os mundos também estão fadados ao progresso. O nosso Orbe outrora fora um mundo primitivo, caracterizado pela ausência de conforto, de tecnologia. Já avançamos demasiadamente, porém ainda há muito a fazer, de modo a concorrermos para esse progresso.

A vitória de hoje é fruto de uma árdua dedicação e empenho, pessoal, já que não podemos anelar o triunfo sem o devido esforço. Quando assim procedemos, ou seja, porfiando, o auxílio inevitavelmente vem do Alto, nos impulsionando a avançar rumo aos cimos da vida.

A derrota que ora se nos apresenta se traduzirá em mais uma experiência vivida, a qual balizará a nossa conduta para passos vindouros, acertados na maioria das vezes. Assim, não há vencidos! Não há derrotados! Há, sim, experiências positivas e negativas, fugazes!

Não nos decepcionemos com a vida! Pelo contrário, aproveitemo-la enquanto estivermos na presente vilegiatura carnal. Dependendo do nosso caminhar, as adversidades aqui encontradas se transmudarão num conjunto de esforços no sentido de superá-las! Todas! Mesmo diante das inúmeras dificuldades! Desta forma, vitória ou derrota são duas fases distintas que permearão nossas vidas, levando-nos a um nível de discernimento, fruto de um tirocínio resultante de cada vivência aqui na Terra.
________________________________________________________________________

major-irlando-20* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, Aspirante a Oficial da Turma de 1986, tendo ingressado nas fileiras da Corporação no ano de 1984. Possui especialização em Gestão da Segurança Pública, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Direitos Humanos, pela Faculdade Dois de Julho; e Programa de Desenvolvimento Gerencial Integrado (PDGI), na área de Gestão de Segurança Pública, pela UNEB e Fundação de Administração e Pesquisa Econômico-Social (FAPES). É autor do Projeto Ações Preventivas nas Escolas e Comunidades (Proapec), tendo proferido mais de 160 (cento e sessenta) palestras no Oeste e Sudoeste baiano, abordando temas sobre Segurança Pública, Violência em Meio Escolar, Segurança nas Escolas, Drogas, dentre outros. Email: [email protected]

 


Palestra para alunos em Colégio Público.
Palestra para alunos em Colégio Público.

                                                                                                                                    * Por Irlando Oliveira

O Proapec, de nossa autoria, completou este mês de maio 6 (seis) anos de existência, atingindo um público de mais de 12.800 espectadores, entre adolescentes e pais e/ou responsáveis, tendo já ultrapassado a marca de 160 palestras. Com o objetivo de se criar discussão derredor de temáticas geradoras de violência, o Proapec, ao longo desses anos, já esteve em várias localidades, tanto da zona urbana, quanto na rural das várias cidades do Oeste e Sudoeste baiano, atuando nas causas de alguns dos inúmeros problemas sociais, os quais têm seus reflexos, indubitavelmente, no campo da Segurança Pública.
Como costumamos dizer, a essência da missão da Polícia Militar é a prevenção. Em sendo assim, devemos buscar atuar nas causas e não tão-somente nos efeitos dos problemas sociais, estes últimos já contemplados através das ações diuturnas da nossa quase bicentenária Corporação: a Polícia Militar da Bahia.
IMG_3198
Nunca é demais esclarecer que a atividade de prevenção é por demais difícil de ser mensurada, já que aquilo que foi evitado dificilmente pode ser quantificado. Discutindo, através de palestras, temas como: o processo educacional, abarcando suas três dimensões (Família, Escola e Sociedade), indisciplina nas escolas, “bullying”, drogas lícitas e ilícitas, grupos de pertencimento, envolvendo adolescentes, dentre outros assuntos, o Proapec tem ofertado à sociedade assistida por este Comandante, através das várias Unidades PM que comandou, um contributo valioso, tendo sido frequentemente requisitado a falar em várias localidades, até mesmo fora da sua área de atuação.
Desta forma, só nos resta agradecer a Deus a oportunidade a nós conferida e confiada de propagar e difundir, nas mais variadas localidades, as nossas experiências, fruto de uma porfia permeada pela vivência profissional – práxis -, bem como pelo estudo ininterrupto – teoria -, os quais só nos tem engrandecido, a nós e àqueles que nos têm assistido através desta ferramenta de trabalho. Nosso MUITO OBRIGADO, pela confiança!
____________________________________________________________________
* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, Aspirante a Oficial da Turma de 1986, tendo ingressado nas fileiras da Corporação no ano de 1984. Possui especialização em Gestão da Segurança Pública, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); Direitos Humanos, pela Faculdade Dois de Julho; e Programa de Desenvolvimento Gerencial Integrado (PDGI), na área de Gestão de Segurança Pública, pela UNEB e Fundação de Administração e Pesquisa Econômico-Social (FAPES). É autor do Projeto Ações Preventivas nas Escolas e Comunidades (Proapec), tendo proferido mais de 160 (cento e sessenta) palestras no Oeste e Sudoeste baiano, abordando temas sobre Segurança Pública, Violência em Meio Escolar, Segurança nas Escolas, Drogas, dentre outros.