Mensalão-_-o-trio-de-ouro2Veja matéria publicada na mídia nacional sobre a aposentadoria de parlamentares envolvidos com a mafia brasileira de “compra/venda” de votos no Congresso Nacional… Uma das “penas” é uma gorda aposentadoria por “árduos” oito anos de trabalho “sacaneando” o povo brasileiro… Uma pena que esta “pena” não chega para os miseráveis de toda a Vila Americana do Brasil. Para os plebeus restam-lhes 35 anos de trabalho, filas no INSS e a bagatela de R$ 678,00. 

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“A Câmara de Deputados terá um gasto de mais de R$ 80 mil para pagar aposentadorias de deputados e ex-deputados condenados pelo mensalão, segundo a Folha de S. Paulo. Isso porque o extinto Instituto de Previdência dos Congressistas permitia o benefício após oito anos de contribuição e 50 de idade. Aos 60, Roberto Jefferson, (PTB-RJ), cassado em 2005, recebe R$ 18.477; Valdemar da Costa Neto (PR-SP), 64 anos, vai receber R$ 16.773 – entre 2005 e 2007, quando renunciou para escapar da cassação, ele recebeu aposentadoria; José Borba (PMDB-PR), 64 anos, que renunciou em 2005, recebe R$ 11.529; Pedro Corrêa (PP-PE), 65 anos, cassado há sete, recebe R$ 17.713. José Genoino (PT-SP), 67 anos, já vai receber R$ 20 mil, proporcional ao tempo de contribuição até 2005, e pode ter o valor aumentado para R$ 26,7 mil se a Câmara aceitar o pedido de aposentadoria por invalidez, que ele fez após ser fazer cirurgia do coração em julho. Como Genoino manteria o plano de saúde da Casa, uma junta médica interna analisará o caso. No caso de João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT), também condenados do mensalão, a aposentadoria só será concedida se eles continuarem no mandato. Cunha, 55 anos, não é do tempo do IPC, e o plano atual da Casa exige 35 anos de contribuição e 60 de idade; Henry, 56 anos, abandonou o IPC após voltar à Câmara – até então, desde 2005, quando renunciou, recebia o valor. José Dirceu (PT-SP), cassado em 2005, não recebe benefícios previdenciários da Casa, segundo o jornal paulista, assim como Bispo Rodrigues (na época do mensalão do PL, hoje do PR-RJ) e Romeu Queiroz (PTB-MG) – os dois últimos, sem direito a tirar proveito das regras antigas do IPC.”


Equipe de colaboradores do Macaubense III em Minas.
Equipe de colaboradores do Macaubense III em Minas.

A maior independência de um trabalhador é o emprego, a dignidade, a liberdade e para isso é necessário investir em iniciativas que geram renda e consequentemente postos de trabalho, diz Robinson Nunes, quando fala do início das atividades de mais um empreendimento do Grupo, que acontecerá  neste sábado, 07 de Setembro.  Um dos maiores postos de combustíveis já construído pelo empresário, o Macaubense III, situado na rodovia que dá acesso a cidade mineira de Montes Claros, deverá operar com quase 100 trabalhadores.

Mais emprego...
Mais emprego…

Segundo o empresário Robinson Nunes tem buscado e dado prioridade às vagas de emprego nas suas empresas a filhos de Macaúbas, onde ele mantem a sede administrativa do grupo que opera com postos de combustíveis, distribuição, transporte e agronegócios.

Mantendo uma estrutura dentro  de suas empresas para receber seus colaboradores, diz investir em qualificação da mão de obra, alojamento e todo apoio necessário. Hoje o grupo expande suas atividades além do estado da Bahia, Minas Gerais e Goiás e com isso, vem gerando mais postos de trabalho, os quais tendo como prioridade os macaubenses, pontua Robinson.

 


O deputado Luiz de Deus participou da Comissão Geral realizada nesta quarta-feira (4), no plenário da Câmara dos Deputados, para debater o programa Mais Médicos, e ficou “assustado” com o depoimento do médico cubano Carlos Rafael Jorge Jiménez.

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Nascido e formado em medicina em Cuba, ele relatou as péssimas condições oferecidas aos profissionais do setor, explorados pelo regime cubano.

“Ele (o ministro da Saúde) fala que os cubanos não precisam ter vínculo empregatício aqui porque tem vínculo empregatício em Cuba. Vocês sabem quantas horas trabalham os médicos cubanos por semana? Entre 60 e 70 horas? E sabem quanto ganham por mês? Entre 60 e 70 reais. É uma vergonha!”, protestou Jiménez.

“Quem apoia o governo de Castro suja as suas mãos de sangue, tanto o PT como todos vocês. A ditadura cubana os explora (médicos) com o convênio da Sra. Dilma (presidente), que está apoiando a vinda dos médicos”, enfatiza. Jiménez afirmou que os médicos cubanos vêm felizes para o Brasil, já que recebem entre US$ 200 e US$ 300, valor bem superior ao pago pelo trabalho em território cubano. “E o resto vai embolsar o patrão, o explorador. Quem é o patrão, que é o explorador? É o governo cubano. São os irmãos Castro”, afirma sobre os valores que o Brasil repassará ao acordo com a OPAS.

“Por que os médicos não ganham seus salários integralmente? Por que não têm direito a entrar e sair quando quiserem? Por que não podem pedir asilo político? Porque vêm por um convênio entre o governo do Brasil e o governo de Cuba. Senhores, basta de ditadura! A última ditadura que existe na América”, finalizou o médico cubano.

Após ouvir o relato do médico cubano, Luiz de Deus, que também é médico, disse que ficou “assustado com a realidade dos fatos e mais preocupado ainda com o desenrolar da importação destes profissionais para o Brasil que, além de não passarem pela prova de revalidação do diploma, também vêm trabalhar de uma maneira escrava, já que não possuem direitos trabalhistas garantidos”.

Fonte: ASCOM deputado Luiz de Deus


Charge-fim-da-reeleição-23_03_11O grupo de trabalho encarregado de elaborar uma proposta de reforma política realizou na manhã desta quinta-feira (5) suas primeiras deliberações e tomou posição pelo fim da reeleição para cargos do Executivo e pela coincidência dos mandatos municipais, estaduais e federais. Pelo que foi decidido pelo colegiado coordenado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), as duas alterações valeriam a partir do pleito de 2018. Os deputados aprovaram as duas propostas e elas vão constar do texto global de reforma política que o grupo deve apresentar até o dia 17 de outubro, disse o petista. Pelo que foi aprovado pelo grupo, prefeitos e vereadores eleitos em 2016 cumpririam apenas um mandato tampão, de dois anos. Dessa forma, todos os cargos eletivos já seriam escolhidos num mesmo ano, em 2018. Os deputados do grupo acertaram que vão decidir, no encontro marcado para a próxima quinta-feira, 12, qual a extensão do mandato único para o Executivo. De acordo com Vaccarezza, as propostas apresentadas até o momento são de mandatos de quatro, cinco ou seis anos. Vaccarezza espera votar os pontos mais polêmicos da reforma política no dia 19, quando o grupo deverá assumir posição sobre o sistema eleitoral e o financiamento de campanha. As decisões que o colegiado tomar deverão ainda ser votadas pelo Plenário da Câmara dos Deputados e, depois, devem seguir para o Senado. Desde que os trabalhos se iniciaram, Vaccarezza afirma que as alterações não terão validade para as eleições no próximo ano.

por Ricardo Della Coletta / Agência Estado


País perde espaço no cenário internacional.
País perde espaço no cenário internacional.

O Brasil caiu oito posições e ocupa a 56ª posição, entre 148 países avaliados, no Relatório de Competitividade Global de 2013–2014, divulgado nesta terça-feira (3). De acordo com a Agência Brasil, influenciaram na queda a piora de indicadores macroeconômicos, o aperto no crédito e a falta de reformas estruturais. No ranking anterior de competitividade internacional, o Brasil havia subido cinco posições e ficado em 48º lugar. Entre os integrantes do Brics, grupo que reúne as cinco principais economias emergentes do planeta, o Brasil perdeu a segunda posição para a África do Sul, que está em 53º lugar. Em 29º, a China continua o país mais competitivo do bloco.


Câmara aprova fim do voto secreto.
Câmara aprova fim do voto secreto.

Encurralada após a absolvição do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), preso desde junho, a Câmara aprovou nesta terça-feira, 3, por unanimidade dos 452 presentes, uma proposta que acaba com o voto secreto no Legislativo e empurrou para o Senado a solução do tema. Apesar da aparência moralizadora, a decisão embute uma armadilha porque líderes da Câmara se recusam a aprovar proposta paralela que abriria de imediato o voto em casos de cassação de mandato. Assim, somente após a aprovação pelos senadores da nova proposta, a mudança viraria realidade. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), já fez nesta terça-feira críticas ao encaminhamento dado pela Câmara.

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Os salários chegam a R$ 15.719,13 na Advocacia-Geral da União (AGU).
Outros órgãos são Coren de SP, IFRJ e SSP de MT.

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Pelo menos 19 órgãos abrem inscrições nesta segunda-feira (2) para 2.110 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Além disso, as seleções são para formação de cadastro de reserva, quando o órgão chama os aprovados de acordo com a necessidade. Os salários chegam a R$ 15.719,13 na Advocacia-Geral da União (AGU).

Os órgãos que abrem as inscrições são os seguines: Advocacia-Geral da União (AGU), Agência Nacional do Cinema (Ancine), Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, Prefeitura de Alambari (SP), Prefeitura de Brasília de Minas (MG), Prefeitura de Buritirama (BA), Prefeitura de Cabreúva (SP), Prefeitura de Datas (MG), Prefeitura de Iguaí (BA), Prefeitura de Itabirito (MG), Prefeitura de João Câmara (RN), Prefeitura de Mongaguá (SP), Prefeitura de Parnaíba (PI), Prefeitura de Santa Fé do Sul (SP), Prefeitura de Sete Lagoas (MG), Prefeitura de Vila Velha (ES), Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso e Universidade Estadual do Oeste do Paraná.

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Samuel Celestino, colunista do A Tarde e editor do BN.
Samuel Celestino, colunista do A Tarde e editor do BN.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Roberto Barroso, parece que consultava oráculos quando, antes da decisão vergonhosa da Câmara, ao recusar-se a cassar o mandato do deputado presidiário Natan Donadan, reverberou da sua corte que a forma de se fazer política no Brasil, a partir do Congresso, é absurdamente decepcionante. Realiza-se, aqui, um sistema indecente de se praticar política, no Senado, na Câmara e nas casas legislativas estaduais. O conceito dos parlamentares diante da opinião pública é de quase entojo, de desdém, porque a política brasileira de há muito é praticada de forma indecorosa e distorcida. Faz jus ao conceito que tem espraiado nos diversos segmentos da população.

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