Bolsonaro: o presidente da contradição e a presidência da arrogância

Segundo nota do Bahia Notícias, “um dia depois de prometer mais verba para fiscalização ambiental, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cortou recursos para a área relacionada a mudanças do clima, controle de incêndios florestais e fomento a projetos de conservação do meio ambiente.

Na quinta-feira (22), durante a Cúpula de Líderes sobre o Clima, liderada pelo presidente americano, Joe Biden, Bolsonaro afirmou ter determinado a duplicação dos recursos destinados a ações de fiscalização ambiental no Brasil. De acordo com interlocutores do presidente, estimava-se que o aumento de recursos para a fiscalização ambiental ficasse em torno de R$ 115 milhões.

Nesta sexta-feira (23), no entanto, Bolsonaro sancionou o Orçamento de 2021 com alguns vetos. O incremento prometido por ele no encontro internacional não está na programação para o ano e, no ato de sanção, o presidente cortou quase R$ 240 milhões da pasta do Meio Ambiente.

Desmatamento e garimpo ilegal na Amazônia brasileira

Além de não aparecer no Orçamento, a promessa de duplicar recursos para fiscalização ambiental dependerá de corte em outras áreas para encaixar os recursos extras, já que a previsão orçamentária está no limite do teto de gastos —norma que impede o crescimento de despesas acima da inflação.

De acordo com a Folha, integrantes da área econômica do governo explicaram, até o momento, a solicitação de ampliar o dinheiro para a área ambiental não foi apresentada e, quando isso ocorrer, será necessário discutir de onde sairão os recursos para bancar a promessa de Bolsonaro.”


A média anual de livros lidos no Brasil, por habitante, chega ser quatro vezes menores que em muitos países do seu “nível” econômico ou em “estágio” (eterno) de “em desenvolvimento”. A reforma tributária tem entre outras propostas, dar fim ao incentivo fiscal sobre obras literárias, incluindo ai os livros, o qual no mundo todo há… O governo brasileiro, tendo a frente a figura da arrogância bolsonarista, pretende acabar com esta isenção para “juntar” dinheiro para financiar o Bolsa Família, como atesta o Ministro da Fazenda, alegando que a pressa do pobre brasileiro ( e do brasileiro pobre) é o alimento sobre a mesa e não livros!… Isso na verdade é uma amostra que “somos pobres” por não termos “livros sobre a mesa”, somos pobre porque temos governos que dá prioridades a compra de armas e não a construir bibliotecas e incentivar a educação e a leitura… Somos pobre  e “famintos” porque não “alimentamos bem” o nosso cérebro.

Por outro lado, a grande mídia dá pouco destaque a esse assunto, pois um povo “culturalmente rico” não perde tempo a frente da TV vendo novela e BBB, mesmo sendo estes entretenimento, tem o seu espaço, mas numa sociedade que não tem “anticorpos culturais” e de educação precária, não se ver destinar cinco minutos em temas relevantes e apelos de proteção, divulgação ao hábito da leitura ou patrocínio, a proteção as biblioteca públicas e a educação como um todo! No caso de Macaúbas, há um descaso histórico às biblioteca públicas, situação que segundo a atual Secretária de Educação, deve ser revertida! Não é possível falar em livros e não lembrar do Prof, Ático Mota, o qual tem em sua residência, deixada para ser um Memorial da Casa Viva, milhares de livros que estão apodrecendo… Sendo o Prof. Ático um grande incentivador do hábito pela leitura, esta possiblidade do governo em taxar os livros, certamente renderia por sua parte um protesto a altura!

Livro é a luz do saber – alimentar o cérebro e não deixa o estômago “roncar”

 

Vejamos abaixo matéria da Agencia Senado que trata sobre o assunto:

Conforme nota da Agência Senado, a reforma tributária pretendida pelo governo pode tornar os livros mais caros. A nova Contribuição Social sobre Operações de Bens e Serviços (CBS) vai substituir as contribuições para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e para os programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep). Essa mudança acaba com a isenção e taxa o livro em 12%. Hoje, o mercado de livro é protegido pela Constituição de pagar impostos (art. 150). A lei 10.865, de 2004, também garantiu ao livro a isenção de Cofins e PIS/Pasep.

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, a isenção dos livros beneficia quem poderia pagar mais impostos. Ele disse que o governo poderia aumentar o valor do Bolsa Família, para compensar o fim da isenção, ou mesmo pensar em um programa de doação de livros. Segundo Guedes, os mais pobres, “num primeiro momento, quando fizeram o auxílio emergencial, estavam mais preocupados em sobreviver do que em frequentar as livrarias que nós frequentamos”.

Então, uma coisa é você focalizar a ajuda. Outra coisa é você, a título de ajudar os mais pobres, na verdade, isentar gente que pode pagar —– argumentou Guedes, em audiência no Congresso Nacional na quarta-feira (5).

Resistência

A proposta, no entanto, enfrenta resistência no Senado. De acordo com o senador Flávio Arns (Rede-PR), a isenção de tributos sobre os livros não deve ser retirada na reforma tributária. Ele ressaltou que, com o avanço da internet e dos livros virtuais, os editores já estão tendo muitas perdas, tendo que se adaptar “com dificuldade a esses novos tempos”.

— Tributar os livros impressos seria, então, um golpe ainda maior nessa área, que é tão importante, pois nela folheamos a própria cultura — destacou Flávio Arns.

Para o senador Fabiano Contarato (Rede-ES), a imunidade tributária dos livros democratiza o saber, assegura a livre difusão do conhecimento e evita que o governo de plantão use os impostos para cercear obras críticas. Em sua conta no Twitter, Contarato registrou que “o obscurantismo hoje no poder tem horror à cultura e à educação”.

O senador Carlos Viana (PSD-MG) reconhece que os desafios da reforma tributária são muitos. Ele aponta que é importante diminuir os impostos sobre os mais pobres, mas faz a ressalva de que ninguém quer o aumento da carga tributária. Segundo o senador, quando ocorrer a discussão sobre as desonerações, a isenção sobre os livros certamente entrará em pauta.

— Não há impedimento de que o governo reveja ou mantenha algumas desonerações. Mas não podemos deixar de enfrentar o problema. A reforma tributária é fundamental para a retomada econômica e a geração de empregos logo após a pandemia – declarou.

Na opinião do presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Livro, senador Jean Paul Prates (PT-RN), a tributação de livros não é um prejuízo apenas para o segmento editorial, mas para o Brasil como um todo. Ele lembra que a média de leitura no Brasil é muito baixa — 4,96 livros lidos por pessoa, anualmente — e cobrar 12% de impostos vai encarecer o produto e distanciar ainda mais os livros da população.

Segundo Jean Paul, a média em direitos autorais pagos a um escritor é de 10% do valor do livro. “O governo Bolsonaro quer embolsar 12%, ou seja, quer ganhar mais do que o autor”, registrou o senador, para quem a proposta do governo nem pode ser chamada de reforma. Ele ainda lamenta o fato de a reforma tributária do governo tributar livros em 12% e cobrar apenas 5,9% de bancos, financeiras e planos de saúde.

— Paulo Guedes, pressionado a apresentar alguma proposta, deve ter ajuntado uma meia dúzia de projetos que se transformaram em um monstro que não tem qualquer coesão e criando absurdos como esse de querer tributar livros — lamentou.

O senador Jader Barbalho (MDB-PA) também criticou a proposta do governo. Ele divulgou uma nota de repúdio na qual ressalta que “não há educação sem livros, sem leitura, sem conhecimento”. Jader também diz que “será um enorme desastre para todo o mercado editorial caso o projeto de lei apresentado pelo governo federal [PL 3.887/2020] venha a ser aprovado como está”.

Linhas de crédito

Jean Paul Prates é autor de um projeto de lei que estabelece medidas para ajudar as micro, pequenas e médias empresas do setor editorial durante o período de calamidade pública decorrente do coronavírus. O projeto (PL 2.148/2020) acrescenta dispositivo na Política Nacional do Livro no Brasil (Lei 10.753, de 2003) para que instituições financeiras e agências de fomento públicas abram linhas de crédito para empresas do setor editorial e livreiro. A oferta seria de refinanciamento de empréstimos existentes com instituições públicas ou privadas; e flexibilização dos requisitos de análise de crédito e período de carência equivalente ao da duração do estado de calamidade.

A proposta também determina que as linhas de financiamento terão juros, taxas de administração e outros encargos financeiros abaixo do padrão para o segmento, além de disponibilização de financiamentos de baixo valor. Ficará permitida a dispensa ou a flexibilização da exigência de garantias, de forma a assegurar que sejam aceitas garantias de segundo grau e incidentes sobre estoques e recebíveis das editoras.

— Em síntese, essa proposta quer garantir que as instituições financeiras abram linhas de crédito específicas para editoras e livrarias enquanto durar o estado de calamidade pública — resume o senador.

Recuperação

A tributação sobre os livros também mereceu crítica de entidades representativas do setor. Em um manifesto chamado Em Defesa do Livro, divulgado na semana passada, as entidades reconhecem a necessidade da reforma e da simplificação tributária no Brasil, mas apontam que “não será com a elevação do preço dos livros — inevitável diante da tributação inexistente até hoje — que se resolverá a questão”.

O documento ressalta ainda que “qualquer aumento no custo, por menor que seja, afeta o consumo e, em consequência, os investimentos em novos títulos. A imunidade é uma forma de encorajar a leitura e promover os benefícios de uma educação de longo prazo”. Assinam o manifesto entidades como a Associação Brasileira de Editores e Produtores de Conteúdo e Tecnologia Educacional (Abrelivros), a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), entre outras.

A discussão sobre cobrança de tributo ocorre no momento em que a venda de livros começa a mostrar uma pequena recuperação diante da pandemia do coronavírus. Apesar de o mercado de livros apresentar uma retração nos últimos cinco anos, uma pesquisa do Snel mostra que, no período de 18 de maio a 14 de junho deste ano, o setor livreiro teve faturamento de R$ 109 milhões, um crescimento de 31% em relação ao mês anterior. Segundo o estudo, a evolução do setor é visível e representa uma potencial reversão na curva de queda por causa do coronavírus.

Algumas editoras também têm tentado a recuperação de suas vendas recorrendo a formas alternativas de produção como obras com vários autores, financiamento coletivo e compras antecipadas por parte dos leitores em potencial. O receio é que essa pequena recuperação seja anulada pela possível cobrança de tributos.

Escritores

A tributação do livro também é reprovada pelos autores. Para o escritor Maurício Gomyde, a iniciativa só vai dificultar o acesso aos livros. Em entrevista à TV Senado, ele apontou que o mercado editorial já é muito difícil e alertou que a conta da tributação certamente irá para o preço do livro. Gomyde ainda disse esperar que essa proposta seja barrada por deputados e senadores. Editora e escritora, a jornalista Hulda Rode também criticou o fim da isenção e afirmou que o livro não pode se tornar um artigo de luxo.

— O livro é essencial para humanidade: muda mundos, muda realidades e aproxima continentes. O imposto trará redução do acesso ao conhecimento, à cultura e à leitura — declarou a escritora, também em entrevista à TV Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


Saída dos chefes das três forças ao mesmo tempo é inédita no país e vem como reação à demissão do general Fernando Azevedo ocorrida na segunda

Segundo informações do portal El País, “um dia depois da demissão do general Fernando Azevedo da chefia do Ministério da Defesa, os comandantes Edson Leal Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Bermudez (Aeronáutica) entregaram os cargos. A saída em conjunto foi confirmada pelo Ministério da Defesa, que em nota afirmou apenas que a decisão foi comunicada em uma reunião na manhã desta terça. Os motivos do desembarque não foram informados. Os três já haviam tomado a decisão na própria segunda-feira após a queda de Azevedo, mas a pedido de seu sucessor, o também general Walter Braga Netto, concordaram em protelar a saída até uma nova rodada de diálogo. A demissão simultânea dos chefes das três forças é um fato inédito no país e marca a maior crise entre as instituições desde a redemocratização. Caso a tradição seja mantida, Braga Netto agora deve apresentar para a escolha do presidente três nomes para cada um dos cargos vagos, seguindo um critério de tempo de caserna.

Foto: Marcos Correa/PR

A relação de Bolsonaro com Pujol já havia dado sinais de desgaste logo após o início da pandemia, em 2020. O militar sempre se preocupou em tratar o combate à covid-19 como uma das “maiores missões do Exército”, em flagrante desacordo com o negacionismo do presidente. Em um evento ocorrido em abril do ano passado, Pujol ofereceu o cotovelo para cumprimentar Bolsonaro, que lhe estendeu a mão em cerimônia no Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, traduzindo em gestos o desalinho entre ambos. À época o presidente chegou a cogitar retirá-lo do cargo, mas voltou atrás. Em novembro uma reunião entre o vice presidente, Hamilton Mourão, Pujol e os ministros militares Luiz Eduardo Ramos e Braga Netto também provocou a ira de Bolsonaro, conforme relatou o repórter Afonso Benites.

A reunião de novembro foi apenas um sintoma de um quadro geral de cisão entre o Planalto e setores das Forças Armadas, que culminou com o afastamento de Azevedo mas que tem relação com um desgaste pelos erros no Ministério da Saúde e na gestão da proteção à Amazônia —que também estavam a cargo de militares. Nos bastidores comenta-se que o mandatário estaria ainda exigindo maior apoio dos comandantes das Forças Armadas às suas medidas mais radicais, como usar o Exército para combater o lockdown nos Estados, por exemplo. Em 19 de março, Bolsonaro afirmou que “meu Exército não vai cumprir lockdown. Nem por ordem do papa”, quando indagado sobre a possibilidade da tropa auxiliar prefeitos e governadores a reforçarem medidas de restrição. O mandatário chegou a fazer uma ofensiva jurídica contra tais práticas no Supremo Tribunal Federal, sem sucesso.

Em sua carta de renúncia Azevedo afirmou na segunda-feira que sob sua gestão as Forças Armadas agiram “como instituições de Estado”, em oposição às tentativas de instrumentalização política feitas pelo Governo. O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, um dos primeiros ministros fardados a ser demitido por Bolsonaro após entrar em conflito com os filhos do presidente, em junho de 2019, usou o Twitter na noite de segunda para cobrar explicações: “Forças Armadas não entrarão em aventura! Governo tem de dar explicações à população sobre a mudança no Ministério da Defesa”, escreveu.

Em meio à debandada dos generais, o presidente se mostrou alheio à crise, ao menos nas redes sociais. Horas após o anúncio do afastamento dos comandantes das Forças Armadas, Bolsonaro usou o Twitter para propagandear um evento do Ministério da Infraestrutura. Nenhuma linha sobre a saída da cúpula militar. Até o momento, seus filhos políticos, Flávio, Carlos e Eduardo, também silenciaram sobre os fatos. Até agora, apenas o vice-presidente, Hamilton Mourão, se manifestou. Em entrevista à jornalista Andréia Sadi, da Globo, o general da reserva afirmou que não há qualquer risco de uma ruptura institucional. “Pode botar quem quiser, não tem ruptura institucional. As Forças Armadas vão se pautar pela legalidade, sempre.”

Após o anúncio da saída dos três comandantes, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, a pedido de Aécio Neves, afirmou que irá protocolar um convite a Braga Netto para que preste explicações sobre as trocas realizadas nas Forças Armadas, segundo informou o jornal Folha de S.Paulo.

O Governo Bolsonaro sempre se apoiou em quadros militares, colocando integrantes da caserna em ministérios e outros cargos-chave. Durante seu mandato a categoria escapou de uma reforma da Previdência dura no final de 2019, obtendo vantagens com relação aos servidores públicos e trabalhadores do setor privado. Os membros das FA, por exemplo, terão salário integral ao se aposentar, e estão isentos de qualquer idade mínima obrigatória. Além disso, em março foi aprovada a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2021, que liberou um aumento de remuneração para a categoria, que agora passa a ser a única que poderá receber reajuste este ano em um contexto no qual as demais tiveram o salário congelado até dezembro. Por fim, a verba destinada para investimentos nas Forças Armadas prevista na LOA subiu de 8,17 bilhões de reais para 8,32 bilhões de reais.”

Link da matéria original: CLQUE AQUI. 

(Foto acrescida pela redação do blog)


…Governos “idealistas” e “populistas” como o que temos só faz mal a sociedade e espalha sua “filosofia” escrita em rolo de papel higiênico que “mancha” o seu povo, no entanto, segundo o Prof. Ático Mota, o Brasil ainda tem uma ocupação territorial denominada de “população” o que difere  longinquamente de Povo… Sendo assim: o merecemos! E se assim for, uma das provas será o tardio início do processo de imunização da população brasileira contra o Covid-19, amostras disso, é a lentidão que é mãe da burocracia da ANVISA, bem como de quase totalidade das repartições públicas do país…

No Brasil não há se quer ainda pronto um Plano para tal vacinação, e o governo brasileiro comprando “brigas” em torno do assunto, numa visão de reeleição que terá o mesmo destino do mandatário norte americano e a mesma “eficiência” petista nas urnas destas últimas eleições: o encolhimento!

Nota abaixo dar conta que o Reino Unido, já aprovou vacina da Pfizer/BioNtech e já deverá iniciar a vacinação de seu povo na próxima semana. Veja nota do Bahia Notícias:

(Foto Reuters)

O Reino Unido aprovou o pedido das farmacêuticas Pfizer e BioNtech para dar início à vacinação contra a Covid-19. O imunizante produzido pelas empresas americana e alemã, respectivamente, deve começar a ser aplicado na população britânica a partir da próxima quarta-feira (9).

“No início da próxima semana, começaremos um programa de vacinação de pessoas contra Covid-19 aqui neste país”, disse o ministro da Saúde britânico, Matt Hancok, à rede Sky News.

Segundo o G1, o primeiro-ministro Boris Johnson também se pronunciou sobre o assunto, dizendo que a vacinação vai resgatar vidas. “É a proteção das vacinas que vai finalmente nos trazer de volta às nossas vidas e fazer a economia andar novamente”, comemorou em uma rede social. A Europa já enfrenta uma segunda onda da Covid-19 com o crescimento do número de casos e, consequentemente, das taxas de ocupação nos hospitais.

O imunizante em questão possui demonstrou eficácia de 95%, conforme divulgado por suas desenvolvedoras (veja aqui). Ele foi um dos candidatos à vacina testados na Bahia, mas, até o momento, o plano de imunização elaborado pelo Ministério da Saúde não prevê opções que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento – a vacina da Pfizer com a BioNtech precisa ser transportada a -70ºC.

De acordo com a publicação, um dia antes, na terça-feira (1º), o secretário de Vigilância em Saúde da pasta federal, Arnaldo Medeiros, afirmou que o governo quer um imunizante que possa ficar armazenado a temperaturas de 2ºC a 8ºC, já que essa é a temperatura da estrutura usada no sistema de vacinação do país.


A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) prevê que as primeiras doses da vacina da Universidade de Oxford contra a Covid-19 devem ser aplicadas no Brasil até março de 2021. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (2) pela presidente da fundação, Nísia Trindade Lima.

Expectativa pela primeira! (Foto reprodução Google)

Segundo Lima, a expectativa é que a produção seja iniciada pela Fiocruz em janeiro ou fevereiro: “Todo trabalho [será] acompanhado pela Anvisa. Assim, temos toda a esperança que possamos ter no primeiro trimestre de 2021 esse processo de imunização”, afirmou após ato pelo Dia de Finados no Cemitério da Penitência, no Rio de Janeiro.

Em setembro, a Fiocruz assinou contrato de encomenda tecnológica com a farmacêutica AstraZeneca para produzir 100 milhões de doses da vacina desenvolvida em Oxford, principal aposta do presidente Jair Bolsonaro.

A AstraZeneca detém os direitos de produção, distribuição e comercialização da vacina. O governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção e a aquisição das doses do imunizante pela Fiocruz.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, 15 milhões de doses do IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) da vacina de Oxford, fabricado na China, serão encaminhadas ao Brasil em dezembro para dar início à produção das primeiras doses da vacina em território nacional.

Em setembro, a fase 3 da testagem da vacina havia sido interrompida temporariamente em todo o mundo, após a identificação de uma doença neurológica grave, chamada mielite transversa, em uma voluntária no Reino Unido. Os testes foram retomados após a constatação de que a doença não tinha relação com a vacina.

Ao final de outubro, um voluntário do ensaio da AstraZeneca no Brasil morreu após complicações de Covid-19. Após análise dos dados, no entanto, a Anvisa constatou que o paciente estava no chamado grupo de controle e não tomara a vacina.

A chamada vacina de Oxford, em fase avançada, é uma das principais apostas para a imunização no Brasil. Também está na última fase de testes o imunizante Coronavac, em desenvolvimento pela empresa chinesa Sinovac, que será produzido no país pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

O presidente Jair Bolsonaro tem feito declarações contra o que chama de “vacina chinesa” de João Doria (PSDB), governador de São Paulo visto como potencial adversário nas eleições presidenciais de 2022. Bolsonaro também tem defendido que a imunização não seja obrigatória.

Um dia após o Ministério da Saúde anunciar acordo para comprar 46 milhões de doses da Coronavac, Bolsonaro disse que a aquisição de vacinas pelo governo está descartada até que haja comprovação de eficácia.

Diante do recuo e das afirmações do presidente, governadores buscam uma saída pelo Legislativo para garantir que o governo federal tenha de comprar vacinas validadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), sejam quais forem.

Com cartazes contra o governador de São Paulo, João Doria, um grupo de bolsonaristas protestou neste domingo (1º) na capital paulista contra a obrigatoriedade da vacina de coronavírus, apelidada por alguns de “vachina”.

“Meu corpo me pertence”, “Go Trump”, “Fora Doria e Vachina” e “Doria, não sou cobaia” eram algumas das frases estampadas nos cartazes. A vacina foi chamada no carro de som de “experimento socialista”. Muitos manifestantes também não usavam máscara –item de proteção obrigatório durante a pandemia.


A referência da banalização da morte creditada ao título deste post, não é exatamente referência direta aos mais de 110 mil mortes provocadas pelo Covid-19, essas oficiais; sem contar ai as substantificações… Mas sim, por este montante numérico que representam vidas perdidas, parece que essa pandemia nos endureceu o coração e a própria alma!… Até que um dos seus não seja mais um “dígito”, que não seja!…

Foto: Reprodução / Renato Barbosa / WhatsApp (via BN)

Nesta semana em Recife, capital pernambucana, no Nordeste brasileiro, um funcionário de um supermercado veio a óbito durante o seu trabalho, por mal súbito,  o estabelecimento permaneceu funcionando normalmente como nada tivesse ocorrido, apena isolaram o lugar com grades de cerveja/tapumes e cobriram o corpo com guarda-sois, a espera dos agentes legais (IML)…

Em tempos “normais” o estabelecimento seria fechado por iniciativa “automática”, mas em tempos “pandêmicos” e os corações “endurecidos” pois, precisamos “vender” para não entrar numa crise maior que a “crise da morte”!…

 


O governo federal iniciará na próxima terça-feira (7) o cadastramento dos cidadãos interessados em receber o auxílio mensal de R$600, apelidado de “coronavoucher”. A medida é uma das ações implementadas para amenizar as consequências da pandemia do coronavírus. De acordo com Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania, os interessados poderão baixar em seus celulares um aplicativo ou acessar via web o sistema e fazer o cadastramento.

A estimativa do governo é que em no máximo 48h após o cadastramento, os cidadãos que atenderem aos requisitos, tenham ciência da resposta positiva. O serviço será coordenado pela Caixa Econômica Federal (CEF).

“Vai ser montada uma rede de proteção para quem mais precisa para que dentro de aproximadamente uma semana comecemos a identificar quem tem direito.  Identificando os elegíveis já teremos condições de começar a depositar na conta antes da Páscoa”, explicou o ministro.

Na segunda-feira (6), de acordo com o presidente da CEF, Pedro Guimarães, será disponibilizado o calendário e detalhes operacionais da medida. “Temos ampla capacidade. Estamos há semanas, desenvolvendo o App, uma serie de mecanismos para reaizar esse pagamento. Iremos, sim, contar com outros bancos”, disse o presidente. O pagamento também poderá ser feito utilizando bancos privados ou depósito identificado, com possibilidade de saque nas Casas Lotéricas.

O “coronavoucher” será disponibilizado inicialmente pelo prazo de três meses e tem como beneficiários os trabalhadores informais e famílias de baixa renda. O valor pode chegar a até R$ 1200, atendendo a até dois membros de um mesmo grupo familiar ou mulheres chefes de família.

As informações foram divulgadas na tarde desta sexta-feira (3) durante entrevista coletiva do Comitê Interministerial de Combate ao Coronavírus


 

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