Movimente-se e construa novas redes de neurônios
                                                                      Calce os tênis, seu cérebro agradecerá

Segundo artigo do portal El Pais  (veja aqui)  somos capazes de criar novos neurônios, inclusive na idade adulta. A descoberta é relativamente nova, porque se pensava que nascíamos com um determinado “banco de neurônios” que ia diminuindo com o passar do tempo e que não éramos capazes de aumentar. No entanto, as últimas descobertas da neurociência derrubaram essa crença. Nosso cérebro é plástico: podemos criar conexões diferentes e inclusive, em algumas áreas, como o hipocampo, podemos fazer com que novos neurônios nasçam, como explica o professor Terry Sejnowski, do The Salk Institute for Biological Studies. Assim, temos margem de manobra, independentemente da idade. Uma boa notícia!

O hipocampo tem a forma de cavalo-marinho e é um dos responsáveis por nossa memória e nossa capacidade espacial. As pesquisas sobre o hipocampo começaram com roedores: várias imagens foram mostradas aos ratos, que tinham que diferenciá-las. Quando os roedores aprenderam a distingui-las depois da prática, observou-se que novos neurônios haviam sido gerados em seu hipocampo. Curiosamente, se o animal parasse de fazer esse exercício, os neurônios jovens desapareciam. E se retomasse a atividade, voltavam a aparecer. Assim, já temos uma pista importante: a prática repetida ajuda a gerar novos neurônios em nosso hipocampo. Mas se tivéssemos de decidir qual atividade nos permite realmente manter nosso cérebro jovem, Sejnowski não hesita: o esporte é o melhor presente que podemos nos dar, é o melhor medicamento antienvelhecimento para nossa massa cinzenta.

Sabíamos que praticar esportes é uma maneira de cuidar do nosso corpo e reduzir o estresse, graças às danças hormonais desencadeadas pela dopamina, serotonina e noradrenalina. Mas pesquisas mais recentes mostram que o exercício também melhora a secreção do fator neurotrófico cerebral (o que influencia positivamente na memória e em um estado de ânimo mais positivo) e permite que novos neurônios nasçam em nosso hipocampo. No entanto, apesar de suas vantagens, não parece haver muita sensibilidade na relação entre aprendizagem e esporte. De fato, o exercício físico nas escolas é frequentemente visto como uma disciplina fácil de aprovar e sem muito valor. Mas estávamos errados. Educar crianças e adultos nos esportes não apenas ajuda nosso corpo a estar melhor e mais saudável como também ajuda nosso cérebro a permanecer mais jovem e com capacidade de gerar novos neurônios. E, como Sejnowski resume, “a academia e a recreação são as partes mais importantes do currículo”.

Então, se nosso cérebro é capaz de gerar novos neurônios com o esporte, o que precisamos fazer para que isso aconteça? Bem, mais uma vez, frequência. Como os especialistas sugerem, precisamos praticar exercícios três vezes por semana, com duração mínima de 30 minutos. Portanto, pense em você. Qual a sua relação com o esporte? Se não é exatamente um amor constante, vale a pena lembrar as vantagens físicas e neuronais, buscar um exercício bom para você, com um grupo de amigos se você tem dificuldade para se motivar sozinho e calçar os tênis. Seu hipocampo agradecerá.


Há dois estudos que mostram que o consumo de CARBOIDRATOS antes de dormir causa praticamente o MESMO EFEITO do consumo de PROTEÍNA pela manhã em questão de aumento de gasto energético, saciedade e diminuição de apetite (Kinsey et al, 2014; Madzima et al, 2014).

 É mais importante avaliar a quantidade total de carboidratos que você ingeriu no dia do que se preocupar somente com a noite!

Muitas pessoas acham que os carboidratos são os vilões do emagrecimento, e não é bem assim.

Hoje já se sabe que, de fato, as refeições noturnas devem ser menos calóricas, pensando na metabolização e digestão, mas o pobre carboidrato não precisa ser excluído

Lembrem-se sempre: o que gera o ganho de peso não é o alimento X ou Y, o carboidrato ou a gordura. É a soma dos hábitos alimentares, das atividades físicas, das questões hormonais, comportamentais e psicológicas!

Tem alguma dúvida? Entra em conta pelo site abaixo!

www.santanafitstudio.com.br

Fonte:

KINSEY, A. W. et al. Influence of night-time protein and carbohydrate intake on appetite and cardiometabolic risk in sedentary overweight and obese women. British Journal of Nutrition, v. 112, n. 3, p. 320-327, 2014.⁣

MADZIMA, T. A. et al. Night-time consumption of protein or carbohydrate results in increased morning resting energy expenditure in active college-aged men. British journal of nutrition, v. 111, n. 1, p. 71-77, 2014.⁣

Repete Comigo: Carboidrato a noite não engorda


  Por Dalmar Lula *

O primeiro passo para a riqueza é o desejo de consegui-la!”
Desconheço o autor desta frase, mas espero ser fiel cronista de uma lenda urbana, acontecida aqui em Macaúbas, há muito tempo atrás, quando um homem muito ambicioso e audaz, inconformado com a sua pobreza, transformou o seu enorme desejo de riquezas em um infortúnio macabro.
Antes da narrativa, é prudente relatar um sangrento embate acontecido entre o Capitão do Mato João Valente e uma tropa, em contrabando, que fugia das minas do Tijuco, pelos descaminhos do ouro da Bahia. Era um comboio, transportando grande quantidade de ouro em pó, sem ter pagado os quintos à Sua Majestade.
João Valente e seus homens saíram atrás da referida tropa, usando uma canoa e descendo o rio São Francisco, o qual margeava a rota de fuga, tendo alcançado os fugitivos próximo à vila de Santo Antônio do Urubu.
A carga continha cinco borrachas grandes, sendo que todas levavam abundantes riquezas em ouro. Dentro das borrachas, que era um recipiente fabricado com couro de boi, estavam em torno de treze mil e setecentas oitavas de ouro em pó, que corresponde, aproximadamente, a cento e trinta e quatro quilos. Uma oitava de ouro já deduzido o quinto valia mil e trezentos reis, contrabandeada custava mil quinhentos sessenta reis. De qualquer forma, uma fortuna, em um tempo de abastança, na região mineira.
Jerônimo, o líder da tropa, pressentindo a proximidade dos perseguidores, adentrou por uma trilha indígena em direção às serranias de Macaúbas, para ocultar o ouro em uma gruta, embaixo de uma formação rochosa semelhante à uma cabeça humana, a qual os índios chamavam de Pedra da Caveira.
Era um lugar assustador e evitado até pelos selvagens. Neste local ocultou a carga, pois sabia que o confronto era inevitável e o castigo para aquele que não pagasse o quinto, à coroa, era o degredo para Angola.
Houve a luta, todos os quatros homens brancos, cinco escravos e uma escrava, que compunha a tropa, foram mortos, salvando-se, ferido, apenas o chefe Jerônimo.
Sendo duramente torturado para indicar o local do esconderijo, ele não se entregou, pois, tinha uma resistência extraordinária e preferia a morte a ser enviado, em um navio, para a África, como prisioneiro.
Após muito tempo de martírio e já perto da morte, Jerônimo gritava para os torturadores: “Dei o ouro para o demônio, vai pedir para ele”, e repetia: “Vosmecês quer ouro? Pede para o satanás!”
Muitas décadas se passaram após este episódio. O ciclo do ouro estava terminado e cedia lugar ao ciclo do diamante. Dentro dos limites da primeira formação geopolítica de Macaúbas, encontrava-se um grande garimpo o qual foi chamado de Chapada Velha e que atraiu muitos mineiros oriundos das exauridas minas do Tijuco.
Atílio, o nosso personagem, aventurou-se por estas terras da Chapada Velha à procura de riquezas, mas não teve êxito. Retornou à sua terra, frustrado e derrotado, passou a invejar a pequena “elite” com seus casarões, seus ternos de linho, seus excelentes cavalos, suas fazendas e principalmente o seu poder político, sendo estes, integrantes da Casa da Câmara e também possuíam patentes de coronel e capitão compradas, da Guarda Nacional.


(*)Jobijander Pinto da Purificação.

            Manhã fria, dirigindo seu veículo, vidros fechados. O ambientalista avistou logo a cima do assoalho, próximo ao câmbio um pacote de balas de morango, eis que, abre uma e coloca o plástico que a envolvia em seu bolso. Quando surge um pensamento! “Baixar o vidro e joga-lo pela janela”.

            Neste exato momento, pensou! Jogar ou não jogar o plástico pela janela? Quando de repente, passa um filme em sua mente. O plástico voando pela janela e caindo no acostamento, após dois dias, com o sol no zênite, o odor do açúcar envolvido pelo aroma artificial de morango, se disperse pelos arredores, ali próximo, passeia um camundongo silvestre, que percebe o cheiro e se dirige para a beira da pista, averiguando-o. De repente, vem em sua mente! Primeiro: o roedor por estar exposta a beira da pista, fora da vegetação, uma ave de rapina o vê e o captura, pobre roedor; segundo: o plástico poderia se deslocar para a pista e algum veículo, ao passar atropele o animalzinho. Coitado!

Mas, mesmo, com tudo isso, poderia acontecer o pior, o pobre animal, poderia começar a passar a língua sobre o plástico, embriagado pelo sabor delicioso do açúcar, comece a mastigar e de repente, engula a embalagem, após algumas horas, com fortes dores abdominais, o pobre bichinho fica incapacitado de comer e bebê, e enfraqueça com isso tudo, desnorteado comece a perambular. E a esmo, quando de repente, surge uma assustadora cobra verde, e com seu enorme apetite, se deparando com uma presa fácil, lance o bote, o envolvendo em um abraço frio e mortal, pronto! Adeus ratinho.

            Mas, isso não acaba ai, devido à ingestão do roedor, a pequena e assustadora serpente, começa a se sentir mal, isso após a digestão do ratinho, onde o plástico não foi absorvido pelo seu organismo, pobre cobrinha. O efeito depois de alguns dias é quase que fatal, o animal fica parado, inerte por dias, o aparelho digestivo travado, o plástico ainda intacto em suas entranhas a incomoda. Sem suportar mais, o reptil resolve se aquecer ao sol. Veja só que triste fim, com o sangue ainda frio, o plástico incomodando em sua barriga, o animal fica ainda mais lento, enquanto no alto de uma enorme árvore, uma aroeira ressequida pelas intempéries climáticas, um gavião carijó empoleirado, observa e se lança sobre a cobra. Agarrado-a com suas garras afiadas, lá se foi uma cobra, após o seu aperitivo matinal, e de papo cheio, a ave resolve descansar em um galho de jurema preta.

            Ali estava a ave de rapina, de papo cheio, mas, de repente, sentiu um incomodo estranho, mais uma vez o plástico atua, após os líquidos corrosivos da digestão, consumir toda a cobra, o plástico cola em seu aparelho digestivo. Mais uma vítima, o gavião sem poder alçar voou, sem poder se alimentar nem beber, sucumbe e cai ao solo.

            Olha lá quem vem farejando o chão! Sim, ela mesma, uma raposa da Caatinga, esguia e sorrateira, aproveitadora de qualquer oportunidade para se alimentar, encontra ao chão o pássaro desfalecido. Imediatamente, o carrega para sua toca e começa a se alimentar. Pobre canídeo, após esta saborosa refeição, não deu outra, todos os restos mortais da ave foram absorvidos, transformados em energia para o seu corpo, a parte desnecessária foi expelida em suas fezes, enquanto o pequeno pedaço de plástico continuara em seu estomago, fazendo-a contrair-se em cólicas terríveis. Mas seus esforços para tentar eliminar o que a incomodava, foram em vão. Mais uma vítima.

            Tudo tem fim, mas, como o plástico leva centenas de anos para se decompor, a raposa começou a entrar em estado de decomposição, sua carne exala o forte odor característico de putrefação, cheiro irresistível para os urubus, eita! Olhe o urubu se aproximando…

Em seus devaneios, se assusta o ambientalista! Melhor deixar o plástico no bolso, levar para casa e da à destinação correta. Pensando bem, mesmo depois de passar por tantos aparelhos digestivos, possa ser que o plástico ainda tenha o mesmo odor artificial do morango. Vai que o urubu morra, e outro rato encontre o plástico…

 

Não existe jogar fora! Tudo que produzimos fica aqui, será lançado e decomposto na natureza.

Macaúbas – Bahia, 04 de maio de 2021.

 

De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, o plástico leva mais de 400 anos para se decompor, mas é preciso ampliar informações sobre o assunto.

 O termo “tempo de decomposição” refere-se ao tempo que os produtos levam para se decompor e desaparecer do meio, variando de acordo com a natureza do material. Além do longo período de decomposição, muitos materiais causam danos ao meio ambiente e à saúde de seres humanos e animais se descartados de maneira incorreta, como é o caso do plástico.

Grande parte das embalagens de plástico que consumimos podem ser recicladas, entrando novamente na cadeia de produção e livrando o meio ambiente de um amontoado de resíduos cuja decomposição levará milhares de anos.

Fonte: https://www.ecycle.com.br/8207-tempo-de-decomposicao-do-plastico.html

Imagens Fonte: https://www.google.com/search?sxsrf=ALeKk02RsP0XB6XveKK-bN-u7WIYG_f9kw:1620650677069&source=univ&tbm=isch&q=lixo+plastico&sa=X&ved=2ahUKEwjX_qSfkr_wAhWMpZUCHW4uAbYQjJkEegQIBBAB&biw=1517&bih=730 e,

https://www.google.com/search?q=cadeia+alimentar&tbm=isch&ved=2ahUKEwjbiumlkr_wAhXkt5UCHXEYB6QQ2-cCegQIABAA&oq=cadeia+alimentar&gs_lcp=CgNpbWcQAzIFCAAQsQMyCAgAELEDEIMBMgUIABCxAzIFCAAQsQMyAggAMgIIADICCAAyAggAMgIIADICCAA6BAgjECc6BAgAEEM6BwgAELEDEENQ46IPWNu-D2CYww9oAHAAeACAAYUCiAGLFpIBBjAuMTMuM5gBAKABAaoBC2d3cy13aXotaW1nwAEB&sclient=img&ei=wiqZYNuhLuTv1sQP8bCcoAo&bih=730&biw=1517#imgrc=q14djDYwd-L2AM

 

(*)Jobijander Pinto da Purificação.

Tecnólogo em Gestão Ambiental

Pós Graduado em Direito Ambiental


10 de abril de 2021. Os primeiros 100 dias de um governo é um período importante em qualquer esfera da gestão pública, neste caso, hoje, os 5.570 municípios brasileiros, estão completando 100 dias de governo. Esse período marca uma referência para a comunidade de qual será “a cara” do governo municipal pelos próximos quatro anos. E qual é “a cara” que o governo de Aloisio Rebonato e sua equipe desenharam neste período? Você já tem uma noção de como será a sua gestão dos próximos 1.360 dias?

100 dias de governo: 

“É um período em que a popularidade do prefeito ou prefeita eleita está em alta. Este gestor público tem a oportunidade de fazer modificações importantes que demonstrem qual é o propósito da administração que está entrando agora no governo”, avalia o especialista em Gestão Pública, Rodolfo Fiori.

É certo que Aloisio não vem do “meio político” tradicional, e quem é Aloisio Miguel Rebonato? Como você o ver? Disto isso, visto que talvez seria até desnecessário já que 50% mais 81 eleitores (dos votos válidos) votaram nele e muitos destes não se fizeram essa pergunta, muitos se surpreenderam positiva e outros negativamente! O diferencial está nos números (quantos negativos e quais positivos), o que poderia responder isso, seria uma pesquisa de opinião pública. Mas, não é difícil averiguar a temperatura, pra quem vive no meio político sabe do que estou falando. No entanto, o “estado de pandemia” que estamos vivendo pode ter contribuído muito para que as administrações públicas se desenvolvessem de forma não planejada ou querida por muitos gestores. Porem, em Macaúbas, a gestão da pandemia, no início do governo Rebonato, por diversos motivos, teve suas dificuldades inerentes, uma delas se esbarrou “na escolha de pessoas”, que é o principal “ingrediente” de qualquer gestão, seja ela pública ou privada: recursos humanos! E Rebonato, como agricultor e “tendências” a pecuarista, deve aprender a “laçar”, “marcar” e “escolher” as melhores “cabeças do rebanho” para compor seu governo, e parece que foi o que não aconteceu no seu início de governo, e ainda tem problemas com isso. Mas o grande problema de Aloisio, não inicio propriamente no dia de sua posse, 1º de Janeiro/21, e sim, no dia 16 de novembro de 2020: faltou transição! 

Os caminhos de Aloisio: tirem as pedras!

A Transição: 

Um novo governo inicia logo após a vitória do candidato, o grande “pecado” da equipe e do grupo político de Aloisio Rebonato, foi a falta da Transição de Governo, a qual não houve, esse período de 16/11/20 a 31/12/2020, foi perdido… O despreparo do grupo, a euforia e o “descontrole emocional” foram as “masmorras” deste, perderam a oportunidade de “conhecer o terreno” o qual iria se pisar, adubar, plantar para COLHER BEM! E, Rebonato como bom agricultor deveria ter planejado isso, ou melhor, seu grupo político que tem muita gente “experiente” em gestão pública (a seu modo), inclusas  ai, as velhas e as novas “raposas” – melhor,  entre os “pangarés” e os “Manga largas”… Dito isso, é bom irmos pra frente! (porque atrás vem gente e ele tem nome: Amelinho, do qual falaremos antes do apagar das luzes)

E os primeiros 100 Dias do Governo Rebonato?  

Feita as considerações sobre o período de transição, o qual foi mal aproveitado, iremos diagnosticar do 1º de janeiro até a presente data. Inicialmente é difícil falar do que você não sabe, do que não ouviu falar, do que não leu!… E o Governo Rebonato, pecou muito em “transparência”, como pessoas são a “matéria prima” em tudo, Rebonato, não tinha (e agora tem com deficiência) uma equipe de pessoas preocupadas em LEVAR a população informações de seu próprio governo, não há uma estratégia de marketing, de informações públicas e pior de transparência. Está na linha do “difícil” para o “impossível” FALAR com muitos dos integrantes de seu governo, as queixas são grandes desde dos vereadores (e quem mais faz essa queixa são do próprio governo, os situacionista), indo até ao cidadão comum. A falta de COMUNICABILIDADE é grande, se resume em “banners” frios, poucas palavras e de redação pobre!… No entanto, Aloisio tem até disposição para OUVIR, parece-nos aberto a conversa, a sugestão, bem como ele deixa claro isso em vídeo postado, e em suas reuniões, das quais uma eu participei, quando ele reconhece a DIFICULDADE da “coisa” chegar até aos ouvidos do povo!… Sugerimos a ele que usasse  meios de comunicação que atingisse a massa e não apenas os “privilegiados” do Instagram, aplicativos esse das “dancinhas” das “poposudas” e dos “memes” e de outras vulgaridades que faz bem ao nosso ‘espírito hétero’ e cansado de ver desgraças no JN. E mais: 

A boa escolha de colaboradores é uma arte, uma ciência, para isso já inventaram os Recursos Humanos, o famoso RH, mas, em casos públicos, a escolha nem sempre é técnica e sim política, ainda temos entraves na gestão de Aloisio Rebonato por causa de escolhas equivocadas em seu quadro de colaboradores que neste caso se tornaram “pedras” e “atrapalhadores” – agora cabe a ele identifica-los e substitui-los, caso queira melhorar a cada 100 dias sua gestão, porque atrás vem gente! 

Obras e Serviços, Projetos dos Primeiros 100 Dias: 

Dizem que o inverno tá cheia de “boas intenções”, não sei disso porque nunca fui lá. Há quem diga que vivemos num! E se assim for, há sim, aqui boas intenções, e Aloisio Rebonato é um dos que as têm! Contudo, há de se saber se todos de sua equipe as têm também. De novo esbarramos no grupo, nos “colaboradores”, visto que uma GESTÃO PÚBLICA não se faz sozinho!” Mas, o “chefe” é que mostra o caminho, dar as ordens, “tira as pedras”, guia, faz e cobra – se não “leu a cartilha” PÉ NA BUNDA! Dito isso, ainda é cedo para cobrar tanto, pois – como o “grupo de Aloisio” ficou quase 20 anos fora do poder e recebeu a prefeitura de outro grupo, se “encontraram perdidos”, e até “arrumar” a casa para quem ficou muito tempo “congelado” é certo que as dificuldades existem – no entanto, é bom enumerar algumas conquistas de Aloisio Rebonato e de suas características e “intenções”:  Aloiso é técnico, homem de pouca burocracia, é o cara que quer fazer e “meter a mão na massa” (e onde ela mais alcançar)! E para isso, vem costurando um bom relacionamento com instituições importantes, com projetos que possam, alavancar a economia, produzir renda e gerar empregos dando independência financeira e tirando o povo da “fila da prefeitura”… Se ele conseguir colocar uns três projetos destes em prática, Macaúbas será um “oásis” do Sertão! Este é o crédito que damos para Rebonato! Que nos impede de fazer uma “descarga” de críticas desnecessárias aos seus primeiros 100 dias!… Aloisio acena para um BOM CAMINHO, nos mostra que há luz no início do túnel e que o “fim do túnel” pode está melhor iluminado e seguro para todos! Porque atrás vem gente!

A Fé é necessária… Mas diz o Criador: …”Faça a sua parte”

Por que atrás vem gente? 

Quanto pior melhor!… Frase bem batida né? É o que a maior parte de quem está fora do governo (a oposição) talvez pense e se assim for,  é certo que tem lógica… Visto que, se a situação é ruim, abre alas para a oposição retomar ao poder… Contudo, para o povo, e bem como para o eleitor comum (o não apaixonado, que não se beneficia do poder), este é um pensamento PÉSSIMO e burro! (que nos nobre o nobre Asno!)… Porque a torcida deve ser a favor do sucesso, a bem do povo, da maioria e não de um ou de outro ou de grupos! É certo que a sociedade macaubense, como boa parte do povo brasileiro (com raras exceções), não há na sociedade o ESPIRITO DE COMUNIDADE… Levar vantagens está na alma do brasileiro (e de muitos povos, isso também é uma péssima característica do Ser Humano, que é um “tática” de sobrevivência)… Voltamos ao tema: porque atrás vem gente! … Sim, vem gente! E a mensagem é essa: FAÇA SEMPRE O MELHOR, se igual ou pior! Não merece o posto! 

La revedere! 

 


No ano de 2021, a Audiência de Custódia completa 6 anos de implementação. Essa audiência foi instituída a partir da obrigação internacional que o Brasil assumiu em 1992 após assinar o Pacto de San José da Costa Rica. O acordo determinava que toda pessoa presa em flagrante deveria ser apresentada a uma autoridade judicial em até 24 horas para que seja avaliada a legalidade da prisão, bem como substituir a prisão por outra medida alternativa.

Este momento é considerado um progresso no acesso à justiça e à cidadania, uma vez que, antes da medida, a avaliação era feita através de documentos em papel.

Ao longo desses seis anos, a medida foi consolidada e o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) apurou todos os dados referentes à Audiência de Custódia para mostrar à sociedade sua efetividade.

Segundo o órgão, ao longo do tempo foram realizadas cerca de 750 mil audiências, que é quase o mesmo número de presos no Brasil. Além disso, 2.000 magistrados estão envolvidos exclusivamente, ou com escalas de feriados, com a realização de audiências de custódia.

Outro ponto importante levantado pelo Conselho é a queda de presos provisórios. A prisão provisória é uma das maiores responsáveis pela superlotação do sistema carcerário brasieleiro. Até 2015, 40% dos nossos presos, ou cerca de 250 mil pessoas, eram presos provisórios. Essa era uma das maiores taxas do mundo. Atualmente, essa taxa é de 30%.

Além disso, o fato de haver uma escuta do preso em flagrante, permitiu ao judiciário identificar práticas de tortura ous maus tratos durante a prisão, o que geram dados mais confiáveis sobre como ocorrem as prisões em flagrante. Assim, foram feitos mais de 43 mil registros nos últimos 6 anos, o que equivale a 5,8% do total de prisões realizadas.

A audiência de custódia, portanto, é extremamente importante para reduzir o número de prisões ilegais, bem como tornar esse processo mais qualificado e assertivo. Outro ponto muito importante é a redução da superlotação nos presídios, que favorece o aumento da violência e do crime organizado.

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Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.

Saiba mais: www.vlvadvogados.com/ 


Nova História: 

É o que se espera de um “novo governo”. Aloisio foi eleito com uma pequena diferença de apenas 81 votos, o que retrata uma “quase” divisão da população de Macaúbas, as razões de sua vitória, são as mesmas razões que levaram a derrota de Amelinho, e tendo isso como quilha do pensamento, é sabido que ele deve fazer antes de tudo uma Nova História, ou o povo terá as mesmas razões que o levou a vitória, para querer de volta “os velhos tempos”!

E como se constrói uma Nova História?

Fazendo diferente! É fazendo diferente que se obtém outros resultados, e espera-se que este diferente seja melhor. E como fazer um “diferente melhor”? Sabe-se que a melhor forma de resolver problemas é FAZENDO PERGUNTAS. Sendo assim, basta OUVIR o povo, saber de suas necessidades, desejos, sonhos… Se puder OS ATENDAM. Visto que, a prioridade de qualquer governo é atender as necessidades do seu povo. Um gestor deve ter OLHOS e OUVIDOS em todos os lugares, ser talvez, um “Onipresente”  (sem blasfemar, visto que este é um Dom apenas do Criador), mas, sem exageros, apenas para o leitor (a), ter um parâmetro da importância do gestor público em ser um VERDADEIRO LIDER, e isso, está mais do que na sua postura, está no seu jeito de ser receptivo, empático e solidário com seu POVO! Uma Nova História se constrói, quando você tem plena consciência do que foi a “história anterior”, usa-o com um “rumo a não ser seguido”, quando esta leva-o ao abismo, e usa-o como “rumo” se esta o levar a melhores resultados. Eis ser ai, receptivo! Mais que isso, RECEBA o povo em seu abraço, dê-lhe a atenção e aprenda com este provérbio: “Na verdade o povo quer ser mais ouvido, do que ter suas reivindicações atendidas“! E a comunicação é a chave!

Um Novo Tempo: 

O tempo é um ser indomável, indomesticável, volúvel e ironicamente estável! E neste último, a estabilidade é onde repousa o segredo de um governo seguro, além de ser flexível, é o que a “Dama do Tempo” quer, como qualquer mulher: estabilidade e segurança! Porém, é o desejo de qualquer mortal, no entanto, o mortal neste Plano, jamais escolheria a “eternidade” como prêmio! E um Novo Tempo, só é palpável se antes dele a “Nova História” tiver êxito, se antes for traçado um caminho novo, a partir do planejamento, monitoramento e avaliações constantes e, estas avaliações quem faz é é o povo! Por isso, ouça-o e terá o veredito dos teus feitos. Como antes, para se ter um Novo Tempo, é necessário que este “novo” seja melhor que o anterior, ou irão preferir “os velhos tempo”, ai a nostalgia às versas pode criar asas!

E como se Constrói um Novo Tempo? 

O tempo é UNO, por isso, é incabível todo e qualquer adjetivo que o anteceda: velho, novo, bom, ruim! O Tempo é o Senhor dos destinos (se é que exista), o Tempo repousa ao lado do Criador – e, Este É O Próprio Tempo! Desejas tu, recriar o Tempo? 

Retornemos nós ao Diário Oficial  189/2021 – Que deu nomeação a Srª Sorais Pereira Bizerra, como de fato, a nova Secretária de Saúde de Macaúbas, tendo ela, com seus auxiliares, a missão de também construir Uma Nova História… Que o Dono do Tempo, e que este independentemente de sua idade (novo ou velho) possa a conduzir ao Altar do Diálogo, dos Bons Ouvidos, do Melhor Ver, Sentir, Perceber, Criar, Recriar, Inovar, Desfazer, Refazer… Em fim, dar-lhe a iluminação necessária para que a sua caneta paute ações novas e melhores, ações diferentes e eficazes… E que os anais do tempo, possa dar construção a uma Nova História!  

 


Uma dúvida muito frequente é se o Trabalhador Rural (Segurado Especial) pode ser MEI sem prejudicar a sua Aposentadoria Rural. A resposta é depende! Para que a condição de MEI não prejudique a Aposentadoria Rural, é necessário que o MEI seja de caráter rural.

Através do Código Nacional de Atividade Econômica – CNAE, o INSS estabeleceu um rol de atividades permitidas (Anexo VI, do Ofício Circular 46/2019). Basicamente, são atividades que se enquadram como MEI rural: a pesca, a apicultura, a aquicultura, a avicultura, a cunicultura e a produção agrícola, animal ou extrativista vegetal.

Não se pode esquecer que se deve respeitar o faturamento máximo de até R$ 81 mil reais por ano. Ademais, é imprescindível considerar também que o trabalhador rural deve continuar cumprindo os requisitos para ser Segurado Especial, como: trabalhar em imóvel rural de até 4 módulos fiscais, não ter vínculo urbano superior a 120 dias, continuar exercendo a atividade rural, dentre outros.

Quanto aos empregados, o Trabalhador Rural não poderá seguir a regra geral do MEI de ter um funcionário permanente. Isso porque, a legislação previdenciária estabelece o limite de um funcionário por 120 dias por ano.

Pode-se afirmar que o Trabalhador Rural (SE) que opta em fazer o MEI rural terá o benefício da redução da idade quando for se aposentar (Mulher, 55. Homem, 60). Contudo, não terá a vantagem da desnecessidade de contribuição, porque contribuirá mensalmente como todos os MEI’s.

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Amanda Thaíssa Cunha. Advogada. Atua nas áreas de Direito Previdenciário Rural, Elaboração e Análise de Contratos e Imobiliário Rural e Urbano. Contatos:

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