Como uma ilha, o município de Macaúbas, continua sem registro oficial de casos do Novo Coronavirus, uma série de fatores podem ter contribuído para isso, é evidente que o mérito maior é da própria população que atenta as orientações do Poder Público local vem cumprindo a sua forma os requezitos  demandados.

…No entanto, o que não sentimos, não temos!

É fato que o município “por todas as portas”, vem recebendo pessoas, sejam os nativos que regressam ou visitantes temporários, muitos oriundos de centros com alta taxas de infecção, como Rio e São Paulo, mesmo assim, as barreiras sanitárias e controles outros não registrou oficialmente nenhum caso através de testes. O que não vem acontecendo em municípios vizinhos que também recebem da mesma forma visitantes ou nativos, a sorte e casualidade estão favorecendo Macaúbas, aliando a uma política de prevenção.

Vai passar!… É o que todos esperam, mas quando?… É o que ninguém sabe!… No enanto, é certo que sequelas seríssimas vão permanecer e muitas já são realidades: mortes e aos milhares!… A ingerência, insensibilidade e despreparo do Governo Federal, somando a isso, as brigas políticas pelo poder, têm contribuído para o Brasil ser visto lá fora como o país do “desgoverno” ou com um governo apático e “assintomático”  a realidade da pandemia que não parece ser levada a sério pelo Planalto e as vezes exagerada por seus opositores!

No nosso caso doméstico, é possível que um milheiro de testes aleatórios, certamente iria detectar um bom número de “assintomáticos”… No entanto, o que não sentimos, não temos!


… Dados os devidos descontos e ressalvas outras, pelo momento que passamos todos, em especial o pessoal da “linha de frente”, os profissionais da saúde, os da segurança pública e outros… Levando isso em consideração, ressalta-se: 

O caso aconteceu (e é fato), na sexta feira, 27, no crepúsculo, onde começa o despertar dos Lobisomens e seus pares do abismo das  obscuridades das incertezas… Conforme notícia no portal Bratas News, site de Brotas de Macaúbas, idôneo e responsável, apurou-se que durante a Barreira Sanitária daquela cidade, foi abordado um casal atestado com “soro positivo para o Covid-19″, o qual portava tal documento bem como um “salvo conduto” (liminar para livre trânsito), não iremos questionar tal liminar de um estado para outro (visto que ele só teria validade se fosse emitido por um juiz federal, não se sabe)… São se sabe isso e muita coisa!..

O que não se sabe?

Tomando como base (e a licença) da ressalva introdutória, aparenta por parte da Barreira Sanitária de Brotas de Macaúbas, faltas e desinformação quanto a abordagem do casal, no recolhimento de suas informações (as quais são confidenciais), bem como dados primários outros, visto que tais informações não foram repassadas para a Secretaria de Saúde de Macaúbas (conforme alega mediante nota publicada em 31/03), visto que eles não respondem as solicitações de informações públicas (pelo menos as nossas e queixas de outros meios de comunicação também), bem como até o momento não se pronunciaram oficialmente.

Pergunta-se?

O destino do casal, se na triagem foram recolhidos dados satisfatórios? Quando a Secretaria de Saúde de Macaúbas, ela foi notificada? Quando? E após a notificação (se verídica) o que a Secretaria de Saúde de Macaúbas fez? O casal foi “abordado” na entrada de Macaúbas? Se adentrou, quais os procedimentos tomados?

Não se estar às “caças às Bruxas” nem aos “Lobisomens”, o nosso respeito e solidariedade ao casal, que como milhares de pessoas infectadas pelo Brasil é  vítima também… No entanto, os cuidados para que isso não se prolifere deve ser valorizado e feito, para que outas pessoas não passe pela mesma situação… Bem como, as circunstâncias ocorridas na Barreira Sanitária, o estado emocional das pessoas, suas habilidades, treinamento, etc… No entanto, o que se cobra é apenas transparência dos órgãos públicos, informações necessárias e ao seu tempo, para não criar pânico…

Pelo comunicado oficial da Secretaria de Saúde de Macaúbas, e suas lacunas a serem preenchidas, evidencia que tal não têm as informações necessárias a respeito do caso, tal é que até deverá acionar o Ministério Publico, não se sabe contra quem, e a quem será interpelado…

E com isso, acredita-se cada vez mais que estamos mesmo na Quaresma, tanto é que se exige tal “quarentena”, física, não intelectual… Pois, o abismo da ignorância só é vencido quando se tem uma população “vacinada” pelo saber!

Veja a Nota , vasta de lacunas, e receadas de interrogações com as da própria Covid, visto que, não se dá o que não se tem!


Uma pesquisa da ONU revelou que 1 em cada 5 mulheres já viveu um relacionamento abusivo. Uma pesquisa do Instituto Avon, realizada em 2014, mostrou que 3 em cada 5 mulheres jovens já sofreram algum tipo de violência em seus relacionamentos.

Em 2018, de acordo com a pesquisa Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e realizada pelo Datafolha, 42% das mulheres entre 16 e 24 anos sofreram algum tipo de violência de gênero.

Ainda assim, esta espécie de relação, na qual a mulher sofre violência e abuso o tempo inteiro, é difícil de identificar e, muitas vezes, só vem à tona quando ocorre o feminicídio – que é bem comum em nossa sociedade.

De acordo com o mapa da violência de 2015, cerca de 13 mulheres são assassinadas todos os dias no Brasil. No ano de 2013, dos 4.762 casos de assassinato de mulheres no Brasil, 50,3% foram praticados por familiares e, destes, 33,2% foi praticado pelo parceiro ou ex-parceiro.

A Organização Mundial da Saúde considera a violência contra à mulher um problema de saúde de pública, e enseja a criação de políticas para combater esta espécie de violência.

No Brasil, desde 2005, está em funcionamento a Central de Violência à Mulher, o Ligue 180, que pode ser acionado a qualquer momento e auxilia mulheres em situação de violência doméstica. Além disso, o Ministério Público do Estado de São Paulo, em 2009, criou a cartilha Namoro Legal, cujo objetivo é explicar quando um relacionamento se torna abusivo e prevenir as situações de violência doméstica.

Para entender se você está vivendo em um relacionamento abusivo, é necessário observar alguns sinais, que podem ser bastante sutis, mas imprescindíveis na detecção deste tipo de relacionamento:

  • Já sofreu ameaças?
  • Já se afastou de amigos e familiares?
  • Já foi xingada?
  • Já foi perseguida?
  • Já foi humilhada em público?
  • Já foi agredida?

É importante perceber quando essas atitudes se tornam comuns em um relacionamento, uma vez que elas podem implicar em uma situação de violência doméstica, que é crime pela Lei Maria da Penha.

Inclusive,  lei pode ser aplicada entre namorados, mãe e filha, padrasto e enteada, irmão e irmã e casais homoafetivos femininos, além de valer mesmo quando as pessoas não moram mesma casa. Desse modo, a única exigência é que a vítima seja uma mulher. Portanto, mulheres em situação de relacionamento abusivo também estão protegidas pela Lei Maria da Penha.

As denúncias podem ser feitas através do Disque 180 ou em delegacias da mulher. Com a denúncia, além de ser possível conseguir medidas preventivas, ela permite que o juiz decrete a prisão preventiva do agressor caso haja risco à integridade física ou psicológica da mulher.

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É um direito de toda criança ter o nome do pai em sua certidão de nascimento. No entanto, ainda assim, diversas crianças crescem sem saber o nome do pai. Por conta disso, a legislação criou o mecanismo da investigação de paternidade, para que os pais sejam obrigados a registrar os filhos, garantindo a eles direitos como herança, pensão alimentícia e guarda.

O processo é bastante simples: a mãe, representante legal ou próprio filho, se for maior de idade, entra na justiça com um pedido de investigação de paternidade, indicando o nome do suposto pai. A partir daí, existem duas possibilidades: ou o pai reconhece a paternidade espontaneamente ou é realizada uma investigação.

No momento da investigação, são reunidas provas acerca da paternidade. Além disso, se o suposto pai consentir, é feito o teste de paternidade. Importante lembrar, entretanto, que se o pai se recusar a fazer o teste, fotos, conversas, dentre outras provas podem ser consideradas no momento de confirmar a paternidade.

O que acontece se o teste der negativo?

A partir do momento que um teste possui resultado negativo, é descartada a possibilidade daquela pessoa ser o pai da criança. Logo, outro nome pode ser indicado ou o processo será encerrado.

É possível solicitar a reanálise do processo?

Em casos nos quais o processo de investigação de paternidade já foi transitado em julgado, ou seja, encerrou-se, é impossível solicitar a reanálise do caso, exceto, de acordo com o Supremo Tribunal de Justiça, em casos nos quais:

  • houver insuficiência de provas no processo;
  • houver suspeita ou existência de fraude no teste de DNA, além da possibilidade de falha na metodologia utilizada no exame.

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Você planeja viajar ao longo deste ano? Os planos incluem viagens para o exterior? Então, é importante que você comece a se planejar com antecedência, uma vez que a depender do lugar para o qual você vai, haverão mudanças nos documentos necessários para que a viagem se realize.

Desse modo, pensando em te ajudar a embarcar sem imprevistos, evitando transtornos durante suas férias, preparamos este pequeno guia de viagem!

Viagem para o Mercosul

O Mercado Comum do Sul é uma organização intergovernamental que foi fundada no Tratado de Assunção de 1991. Ele estabeleceu uma integração econômica quando foi estabelecido, entretanto, atualmente, o Mercosul é considerado uma união aduaneira, na qual há o livre comércio intrazona e comercial comum entre os países membros.

Isso significa que, tanto entre os países membros e quanto entre os países associados, é possível viajar apenas com a carteira de identidade (RG) com data de emissão inferior a 10 anos ou um passaporte válido.

Viagem para a União Européia

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, as pessoas que pretendem fazer turismo por até 90 dias consecutivos ou 180 dias no ano na União Europeia não precisam de visto. No entanto, ainda faz-se necessário estar com o passaporte válido, seguro-viagem, passagem de volta, comprovante de hospedagem e planejamento financeiro.

Além disso, caso os países de destino sejam signatários do Tratado de Schengen, que delimita uma área de livre circulação entre os países que fazem parte do tratado, é importante lembrar que a imigração só acontecerá no país de chegada e saída. No entanto, não são todos os países da União Europeia que fazem parte do Tratado de Schengen.

Por fim, lembramos que para tirar o passaporte, caso você não tenha, é necessário se dirigir à Polícia Federal munido de RG, CPF, Certidão de Casamento ou o documento que reconhece a união estável, ou o certificado de naturalização. O prazo atual de validade dos passaportes é de 10 anos.

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Genéricos é sucesso no Brasil
  • Mercado de genérico cresceu quase três vezes mais que o mercado de Referência.
  • Desde que chegaram ao mercado, os genéricos proporcionaram uma economia superior a R$ 150 bilhões para população brasileira.
  • Dos 20 produtos mais prescritos no ano, 15 são genéricos.

São Paulo, 12 de fevereiro de 2020 – A indústria de medicamentos genéricos registrou crescimento de 6,43% no número de unidades vendidas em 2019 se comparado com 2018. No total, foram comercializadas 1.482 bilhão de unidades, de acordo com balanço da PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos) a partir de dados do IQVIA, empresa global especializada na auditoria do varejo farmacêutico.

No mesmo período, o mercado farmacêutico total registrou expansão menor, de 4,66%, 1,77 pontos percentuais a menos que o mercado de genérico. Já as vendas de medicamentos similares ampliaram em 4,37% e o segmento de medicamentos de referência cresceu apenas 2,18%, três vezes menos que o desempenho apresentado pelos genéricos.

Os resultados anuais apontam que a indústria de genérico representa mais de 1/3 (34,04%) do mercado total de medicamentos, em unidades. O índice corresponde apenas às vendas realizadas no varejo e não compreende as vendas para hospitais e setor público. 

“Esses dados demostram que o mercado de genérico segue como o motor de crescimento da indústria farmacêutica no mercado doméstico, impulsionado pela adesão do consumidor, que busca preço e qualidade, e maior confiança da classe médica, proporcionando a ampliação do acesso a medicamentos no país”, explica Telma Salles, presidente da PróGenéricos.

De acordo com o levantamento da PróGenéricos, em valores, as vendas de genéricos registraram crescimento de 14,87%, atingindo a marca de R$ 9,82 bilhões comercializados em 2019, já considerando os descontos concedidos ao varejo.

Vale lembrar que, por Lei, os genéricos custam 35% menos que os medicamentos de referência. No entanto, diante da concorrência acirrada, na prática, os descontos oferecidos pelos fabricantes podem chegar em até 60% no varejo. “Este foi um ano de recuperação parcial de margens, que estavam represadas, e racionalização dos descontos, sem comprometer o acesso”, diz Telma Salles da PróGenéricos. O crescimento em valor se deu também por conta do lançamento de novos genéricos, incluindo moléculas de maior valor agregado.

Economia e benefício para o consumidor 

Ainda de acordo com o balanço da PróGenéricos, desde que chegaram ao mercado, em 2000, os genéricos geraram uma economia superior a R$ 150 bilhões em gastos com medicamentos para os consumidores brasileiros. O valor é potencialmente maior, uma vez que esse indicador só considera o desconto de 35% previsto na lei.

“Os genéricos têm como propósito ampliar o acesso, garantindo tratamentos eficazes, seguros e mais baratos e tem forte impacto especialmente no caso de medicamentos para doenças crônicas, que exigem uso contínuo dos pacientes”, lembra Telma.  

Atualmente, os genéricos para o tratamento de hipertensão e colesterol, por exemplo, representam mais de 72% do market share, em unidades, enquanto os medicamentos similares e de referência detém apenas 10,85% e 5,11%, respectivamente.  “Os genéricos estão cumprindo seu papel histórico de viabilizar o acesso dos consumidores, permitindo que os pacientes possam seguir com seus tratamentos”, reforça.

Ainda de acordo com dados do IQVIA, dos 20 medicamentos mais prescritos no ano de 2019, 15 deles foram receitados com a indicação do princípio ativo genérico, reforçando a confiança da classe médica. Os cinco primeiros genéricos são: Losartana, H.C Tiazida, Amoxicilina e Sinvastatina, Atenolol. 

Atualmente, 85 laboratórios comercializam medicamentos genéricos no país. O mercado tem 3.325 registros de genéricos e mais de 21,7 mil apresentações, de acordo com a Anvisa.

Sobre a PróGenéricos

Fundada em janeiro de 2001, a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos) é uma entidade que congrega os 17 principais laboratórios que atuam na produção e comercialização de medicamentos genéricos no país. Sem fins lucrativos, a entidade tem como principal missão contribuir para a melhoria das condições de acesso a medicamentos no Brasil através da consolidação e ampliação do mercado de genéricos. Articulando-se com diversos setores da sociedade, instituições de ordem pública e privada, a PróGenéricos canaliza as ações de suas associadas, dando densidade ao debate público em torno de questões relevantes para o setor da saúde e para o desenvolvimento da indústria farmacêutica no país. Visite o site: www.progenericos.org.br

 


Close up shot of a man’s hands holding a car’s steering wheel and honking the horn.

Imagine a cena: um carro para no meio de uma avenida e atrapalha o trânsito do local, impedindo que os outros motoristas avancem. O mais esperado é que os motoristas presos no trânsito, irritados, comecem a buzinar descontroladamente, para demonstrar a insatisfação e pressionar o motorista que está com o carro parado a seguir caminho.

Apesar de ser uma cena que praticamente todas as pessoas já presenciaram em algum momento de suas vidas, não significa que ela é permitida. Até para utilizar a buzina do próprio carro existem regras, uma vez que o acessório não pode ser utilizado a qualquer momento.

Quando é possível utilizar a buzina do carro?

De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito (CTB), existem duas situações nas quais é possível utilizar a buzina de seu carro:

  • Evitar acidentes: quando existe uma situação no trânsito que pode se transformar em um acidente, é possível utilizar a buzina do carro para evitá-lo, uma vez que o barulho alerta outro motorista ou pedestre acerca da situação.
  • Advertência: fora de áreas urbanas, quando for conveniente, é possível utilizar a buzina para advertir um segundo motorista de que há o desejo de ultrapassá-lo, evitando, assim, um acidente de trânsito.

Quando não é possível utilizar a buzina do carro?

O Código Brasileiro de Trânsito proíbe o uso da buzina nas seguintes situações:

  • Uso prolongado e sucessivamente a qualquer pretexto;
  • Uso entre as 22h e 6h;
  • Uso em locais e horários proibidos pela sinalização.

Além dessas situações, é proibida a utilização de buzinas muito altas ou similares a sirenes, uma vez que podem causar confusões.

O ato de utilizar a buzina fora das regras estabelecidas é uma infração leve, portanto não gera reclusão ou detenção. Ainda assim, há o pagamento de uma multa, cujo valor no ano de 2019 era de R$88,38, além da perda de 3 pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Lembramos, ainda, que caso você acumule 20 pontos no intervalo de 1 ano, perde o direito de dirigir por um período entre 6 meses e um ano.

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(Foto Claudia Jordão) istoe.com.br

Muitos pais quando se divorciam ou dissolvem a união estável de maneira litigiosa, ou seja com conflitos, acabam por cometer atos de alienação parental, mesmo que inconscientemente.

 Você sabe o que é alienação parental?

A alienação parental é o ato de desqualificar um dos genitores para os filhos, visando causar repúdio e afastar a criança do pai ou da mãe. Essa prática compreende desde o ato de chamar um dos genitores de irresponsável, por exemplo, até a dificultar o convívio entre a criança e o genitor-alvo da alienação. Além disso, não é incomum que em casos de rompimentos conturbados que avós e outros membros da família pratiquem a alienação parental.

Também lembramos que a alienação parental não pode jamais ser configurada por atos isolados, uma vez que ela só acontece quando a ações são contínuas, se transformando, de fato, em uma campanha de desqualificação do genitor-alvo. Por fim, nem sempre o afastamento das crianças de um dos pais pode ser considerado alienação, já que se, por exemplo, as crianças estiverem sofrendo maus-tratos, o afastamento é necessário.

Esta prática possui consequências desastrosas para o desenvolvimento das crianças que são vítimas dela, além de terem o potencial de destruir completamente a relação entre pais e filhos. Portanto, se você suspeitar que seu filho possa ser vítima de alienação parental, é muito importante que procure um advogado especializado em direito de família e, especialmente, em ações de guarda para lhe orientar quanto a melhor atitude a ser tomada.

E quando o filho é maior de idade, o que deve ser feito?

O objetivo da Lei de Alienação Parental é proteger o menor, portanto, não se pode falar em alienação parental quando os filhos são maiores de idade, uma vez que considera-se que estes saibam distinguir o que é verdade ou não.

No entanto, se você for maior de idade e acreditar ter sofrido alienação parental quando mais ou novo, ou ainda, possuir uma relação turbulenta com seus pais marcadas por características que poderiam ser consideradas alienação parental se fosse menor de idade, e isto lhe causa grande sofrimento, aconselhamos que procure um profissional da saúde especializado, como um psicólogo, para que você consiga entender o que está acontecendo e como pode superar esse momento de dor.

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