2 em 1: Salvador deverá implantar o “continuo curricular 2020/21”. Para “salvar” ano letivo devido a pandemia.

Exceto a capital baiana, com independência financeira, autônoma, não espera pelo Governo Estadual para “gerir” sua rede de escolas municipais, até mesmo por um fator de “disputa política”, no entanto, pode servir de exemplo para outro municípios baianos, e por que não o de Macaúbas? O qual tem condições financeiras, intelectuais para traçar seu plano de “ressuscitação” do ano letivo de 2020.

Em Salvador será implantado o Plano Contínuo Curricular 2020/2021, onde no próximo serão integradas e deverá se interagir os conteúdos dos dois anos letivos. Certamente o número de dias letivos devem aumentar. Veja nota, do Bahia Notícias:

A educação também “salva”!… E cada um com sua fé!

...”A saída encontrada pela Secretaria Municipal de Educação (Smed) de Salvador pra tentar recuperar o prejuízo de mais de seis meses de aulas suspensas na rede municipal é a implementação do “contínuo curricular 2020/2021”. A gestão soteropolitana não trabalha com a hipótese de cancelamento do ano letivo, e por isso a estratégia foi elaborada, segundo interlocutores ouvidos pelo Bahia Notícias.  

As aulas foram suspensas em todas as unidades de ensino da Bahia no mês de março por causa da pandemia da Covid-19 (lembre aqui). As escolas foram uma das primeiras a serem impactadas pelas medidas de controle da disseminação da Covid-19. Outros setores na sociedade já retomaram suas atividades no novo normal, mas as salas de aula do estado estão vazias há quase sete meses.

Figuras ligadas à Smed afirmam que a prefeitura de Salvador já definiu que não irá finalizar o plano pedagógico de 2020. A proposta é de com o “contínuo curricular 2020/2021” tentar reduzir os prejuízos da formação dos alunos. A partir da estratégia, o currículo de 2020, em que se define as habilidades educacionais para cada série, será integrado ao de 2021.

A gestão ainda admite que existe a possibilidade do ano letivo de 2022 ainda sofrer os impactos e efeitos deste ano atípico, principalmente em relação as séries iniciais, de pré-alfabetização.

Conforme avançam as séries, o grau de dificuldade para a adaptação do conteúdo e a tentativa de compensá-lo também aumenta. A fonte da Smed explica que em relação Fundamental 2 (5º ao 9º ano) é especialmente complexo, porque envolve interação com o ensino médio, que faz parte da rede de Educação do estado. Diante disso, o currículo do último ano do fundamental vai precisar ser integrado com o estado em um trabalho conjunto entre a Smed e a Secretaria Estadual de Educação”…


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